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PREMIAÇÃO: As melhores produções de horror do ano estão presentes no FANGORIA Chainsaw Awards
Confira os indicados do Fangoria Chainsaw Awards que contempla as melhores produções do horror lançadas no último ano. Os filmes com mais indicações são “Extermínio: O Templo dos Ossos”, “Dust Bunny” e “Backrooms”. A votação vai até o dia 15 de julho.

O FANGORIA Chainsaw Awards está de volta celebrando os 35 melhores filmes de terror do último ano, distribuídos em 14 categorias distintas. A premiação também contempla as melhores séries e videogames do gênero lançados no período. As produções “Extermínio: O Templo dos Ossos” (28 Years Later: The Bone Temple) e “Dust Bunny” lideram a disputa com nove indicações cada, seguidas de perto pelo sucesso de bilheteria “Backrooms“, que garantiu seis indicações. Outros destaques incluem “Frankenstein“, “Hokum” e “A Noiva!” (The Bride!), com cinco nomeações cada, além do fenômeno “Obsessão” (Obsession), que concorre em quatro categorias, destacando-se em Melhor Direção para Curry Barker e Melhor Atuação Principal para Inde Navarrette.
A seleção dos indicados foi realizada por um comitê de criadores, profissionais e formadores de opinião da indústria cinematográfica, englobando os lançamentos feitos entre julho de 2025 e junho de 2026. O editor-chefe da FANGORIA, Phil Nobile Jr., ressaltou que a lista deste ano reflete como os fãs de terror valorizam visões independentes e originais, indo muito além dos números de bilheteria tradicionais. Segundo ele, o objetivo da premiação também é dar visibilidade a joias escondidas do gênero que merecem alcançar um público maior.
O roteirista e diretor do evento, Michael Varrati, destacou a paixão do público como a verdadeira força motriz da premiação, lembrando que são os fãs que definem os vencedores. Ele enfatizou a diversidade de histórias e criadores nesta edição e convocou a comunidade a participar ativamente da votação, já que o engajamento do público tem o poder de moldar os rumos do cinema de terror. O histórico do prêmio mostra que a disputa costuma ser acirrada, com vitórias decididas por margens mínimas de votos.
A votação oficial já está aberta no site da premiação e os fãs têm até o dia 15 de julho para escolher os seus favoritos. Os grandes vencedores dos FANGORIA Chainsaw Awards 2026 serão revelados no dia 25 de outubro, durante a transmissão oficial que será realizada na plataforma de streaming Shudder.
FANGORIA Chainsaw Awards 2026
INDICADOS
MELHOR LANÇAMENTO (BEST WIDE RELEASE)
A Noiva! (The Bride!)
Backrooms: Um Não-Lugar (Backrooms)
Extermínio: O Templo dos Ossos (28 Years Later: The Bone Temple)
Faces da Morte (Faces of Death)
Forbidden Fruits (Forbidden Fruits)
Hokum – O Pesadelo da Bruxa (Hokum)
Leviticus (Leviticus)
Obsessão (Obsession)
Socorro! (Send Help)
A Hora do Mal (Weapons)
MELHOR LANÇAMENTO LIMITADO (BEST LIMITED RELEASE MOVIE)
Dust Bunny
Mārama
Queens of the Dead
The Serpent’s Skin
Touch Me
MELHOR ESTREIA EM STREAMING (BEST STREAMING PREMIERE)
I Am Frankelda
Influencers
Mother of Flies
Reflection in a Dead Diamond
V/H/S/Halloween
MELHOR FILME INTERNACIONAL (BEST INTERNATIONAL MOVIE)
Alpha
Exit 8
Mārama
Reflection in a Dead Diamond
The Wailing
MELHOR LONGA DE ESTREIA (BEST FIRST FEATURE)
Backrooms: Um Não-Lugar (Backrooms)
Buffet Infinity
Dust Bunny
Iron Lung: Oceano de Sangue (Iron Lung)
Queens of the Dead
MELHOR ATUAÇÃO PRINCIPAL (BEST LEAD PERFORMANCE)
Zazie Beetz, Eles Vão Te Matar (They Will Kill You)
Jessie Buckley, A Noiva! (The Bride!)
Peter Dinklage, O Vingador Tóxico (The Toxic Avenger)
Chiwetel Ejiofor, Backrooms: Um Não-Lugar (Backrooms)
Ralph Fiennes, Extermínio: O Templo dos Ossos (28 Years Later: The Bone Temple)
Rachel McAdams, Socorro! (Send Help)
Inde Navarette, Obsessão (Obsession)
Toby Poser, Mother of Flies
Adam Scott, Hokum: O Pesadelo da Bruxa (Hokum)
Sophie Sloan, Dust Bunny
MELHOR ATUAÇÃO COADJUVANTE (BEST SUPPORTING PERFORMANCE)
Stacy Clausen, Leviticus
Jacob Elordi, Frankenstein
Elle Fanning, Predador – Terras Selvagens (Predator: Badlands)
Regina Hall, Todo Mundo em Pânico (Scary Movie)
David Jonsson, A Longa Marcha – Caminhe ou Morra (The Long Walk)
Amy Madigan, A Hora do Mal (Weapons)
Mads Mikkelsen, Dust Bunny
Dacre Montgomery, Faces da Morte (Faces of Death)
Jack O’Connell, Extermínio: O Templo dos Ossos (28 Years Later: The Bone Temple)
Sigourney Weaver, Dust Bunny
MELHOR DIREÇÃO (BEST DIRECTOR)
Curry Barker, Obsessão (Obsession)
Zach Cregger, A Hora do Mal (Weapons)
Nia DaCosta, Extermínio: O Templo dos Ossos (28 Years Later: The Bone Temple)
Bryan Fuller, Dust Bunny
Maggie Gyllenhaal, A Noiva! (The Bride!)
MELHOR ROTEIRO (BEST SCREENPLAY)
Curry Barker, Obsessão (Obsession)
Zach Cregger, A Hora do Mal (Weapons)
Alex Garland, Extermínio: O Templo dos Ossos (28 Years Later: The Bone Temple)
Isa Mazzei e Daniel Goldhaber, Faces da Morte (Faces of Death)
Damian McCarthy, Hokum: O Pesadelo da Bruxa (Hokum)
MELHOR FOTOGRAFIA (BEST CINEMATOGRAPHY)
Sean Bobbitt, Extermínio: O Templo dos Ossos (28 Years Later: The Bone Temple)
Jeremy Cox, Backrooms: Um Não-Lugar (Backrooms)
Andrew Droz Palermo e Rina Yang, Mother Mary
Nicole Hirsch Whitaker, Dust Bunny
Colm Hogan, Hokum: O Pesadelo da Bruxa (Hokum)
MELHOR TRILHA SONORA (BEST SCORE)
Gavin Brivik, Faces da Morte (Faces of Death)
Alexandre Desplat, Frankenstein
Hildur Guðnadóttir, Extermínio: O Templo dos Ossos (28 Years Later: The Bone Temple)
Daniel Hart, Mother Mary
Kane Parsons e Edo Van Breemen, Backrooms: Um Não-Lugar (Backrooms)
MELHOR FIGURINO (BEST COSTUME DESIGN)
Olivier Bériot e Catherine Leterrier, Dust Bunny
Kate Hawley, Frankenstein
Carson McColl e Gareth Pugh, Extermínio: O Templo dos Ossos (28 Years Later: The Bone Temple)
Sandy Powell, A Noiva! (The Bride!)
David Tabbert, Queens of the Dead
MELHORES EFEITOS DE MAQUIAGEM (BEST MAKEUP FX)
Chris Gallaher, Nadia Stacey e Scott Stoddard, A Noiva! (The Bride!)
Mike Hill, Frankenstein
Millennium FX, O Vingador Tóxico (The Toxic Avenger)
John Nolan, Extermínio: O Templo dos Ossos (28 Years Later: The Bone Temple)
Arjen Tuiten, Maldição da Múmia (The Mummy)
MELHORES EFEITOS DE CRIATURA (BEST CREATURE FX)
Legacy Effects, Dust Bunny
Studio Gillis e Wētā Workshop, Predador – Terras Selvagens (Predator: Badlands)
Millennium FX, O Primata (Primate)
Werner Pretorius e Amazing Ape Productions, Backrooms: Um Não-Lugar (Backrooms)
Jim Henson’s Creature Shop, Five Nights at Freddy’s 2
MELHOR DOCUMENTÁRIO EM LONGA-METRAGEM (BEST DOCUMENTARY FEATURE)
1000 Women in Horror
Chain Reactions
In Search of Darkness: 1995-1999
The Last Sacrifice
Strange Journey: The Story of Rocky Horror
MELHOR SÉRIE OU MINISSÉRIE DE NÃO-FICÇÃO (BEST NON-FICTION TV SERIES OR MINISERIES)
The Boulet Brothers’ Dragula: Titans
Grave Conversations
The Last Drive-In with Joe Bob Briggs
Monstrum
Svengoolie
MELHOR SÉRIE (BEST SERIES)
Alien: Earth
The Creep Tapes
Something Very Bad Is Going to Happen
The Vampire Lestat
Widow’s Bay
MELHOR VIDEOGAME (BEST VIDEO GAME)
Fatal Frame II: Crimson Butterfly Remake
Little Nightmares III
No, I’m Not A Human
Resident Evil: Requiem
Silent Hill f
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De THE ROCKY HORROR PICTURE SHOW a LEGEND: Relembre o icônico Tim Curry
É de se lamentar a morte de Tim Curry, cuja carreira extraordinária influenciou gerações do cinema, televisão, teatro, música e da cultura pop.

Tim Curry foi um desses nomes cuja carreira extraordinária impactou gerações de fãs de cinema, televisão, teatro, música e cultura pop em geral. Desde sua transformação inesquecível como Dr. Frank-N-Furter em The Rocky Horror Picture Show até a interpretação aterrorizante de Pennywise na minissérie It (1990), passando por inúmeras performances como dublador e participações na televisão, Curry possuía a capacidade de tornar cada personagem inconfundivelmente, assustadoramente seu.
Seu trabalho ajudou a definir evoluções inteiras do cinema cult e do horror, ao mesmo tempo em que demonstrou a importância da teatralidade, da individualidade, da coragem e de uma surpreendente ternura na indústria do entretenimento.
O papel culturalmente transformador de Tim Curry como Dr. Frank-N-Furter em The Rocky Horror Picture Show ultrapassou uma mera interpretação singular à qual todos os intérpretes subsequentes foram eternamente obrigados; forneceu um roteiro para incontáveis pessoas, nos mais variados espectros de gênero, sexualidade e geografia, de que elas também não precisavam apenas sonhar — podiam ser.
Quando alguém morre, é tentador recomendar um favorito reconfortante; esse impulso é provavelmente ainda mais forte quando a pessoa é lembrada por um filme cujo público sabe de cor cada palavra. Mas a filmografia de Tim Curry tem tantos cantos menos explorados que é mais adequado lançar luz sobre alguns trabalhos que talvez sejam novos para você.
Procure uma cópia de The Shout (1978); Curry não é o protagonista nem tem um papel muito grande nesse estranho filme de horror, mas sua presença contribui muito para a estranheza do conjunto. Fora do horror, tente encontrar o arco “Dead Dog Records” da série policial dos anos 80 Wiseguy, na qual Curry interpreta memoravelmente um executivo de gravadora sórdido e de más intenções. Em ambas as obras, Curry faz o que fazia de melhor: transformava algo bom em algo ótimo. Descanse em paz, senhor.
Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.

Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.
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BACKROOMS tem data de estreia em streaming
Uma das sensações do ano, “Backrooms” chega ao streaming pela HBO Max no final de setembro. O filme da A24, baseado em thread viral do 4chan, foi um sucesso de bilheteria e agora chega às casas após estreia digital e corte estendido nos cinemas.

Sensação viral do ano, Backrooms vai estrear em streaming. A HBO Max anunciou que o filme chegará à plataforma no dia 25 de setembro, tornando-se mais um dos filmes de horror mais populares deste ano a entrar no catálogo para o público em casa.
Disponível em formato digital (VOD) desde julho, o filme arrecadou quase US$ 400 milhões mundialmente, registrando a maior estreia já feita pela produtora A24.
Backrooms tem no elenco Chiwetel Ejiofor e Renate Reinsve, e foi dirigido pelo jovem fenômeno do YouTube, Kane Parsons, responsável pelos curtas Backrooms que surgiram em 2022 a partir do creepypasta original do 4chan.
A sinopse oficial diz: Depois que o paciente de uma terapeuta desaparece para uma dimensão além da realidade, ela precisa entrar no desconhecido para salvá-lo.
O longa foi dirigido por Parsons a partir de um roteiro de Will Soodik, e teve produção de Shawn Levy, Dan Cohen, Dan Levine, Michael Clear e James Wan. É uma produção que integra uma lista crescente de títulos de horror lançados pela A24 neste ano, incluindo Mother Mary, Undertone e Primetime.
A estreia em streaming segue o sucesso de um corte estendido exibido nos cinemas, com dezesseis minutos adicionais de material, que está disponível gratuitamente no YouTube. O filme também reacendeu o interesse em adaptar histórias virais da internet para o cinema, com projetos baseados em Jeff the Killer, Cartoon Cat e The Mandela Catalogue atualmente em desenvolvimento.
Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.

Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.
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COLONY: Horror zumbi gosmento e sangrento para a era da psicose alimentada por IA
Do mesmo diretor de “Train to Busan”, vem aí “Colony”, que ganha o título de “Zona Zero” no Brasil e lançamento previsto para 01 de outubro. O filme mistura estética de videogame, terror corporal e uma reflexão sobre conexão digital e desinformação.

Em 2016, o diretor Yeon Sang-ho entregou horror e comoção na medida certa com o frenético thriller “Invasão Zumbi” (Train to Busan), um apelo apaixonado pela união humana diante do egoísmo social. Dez anos depois, a mais recente investida de Yeon no mundo dos mortos-vivos ousa perguntar: na era dos posts reciclados, enxurradas de bots e de uma psicose em massa potencialmente alimentada por IA, não estaremos todos excessivamente conectados?
Em seu quarto filme sobre zumbis, após o prelúdio e a sequência de Train to Busan — Seoul Station e Peninsula — Yeon não perde tempo e coloca o núcleo de personagens em uma conferência de biotecnologia bem no coração corporativo de Seul. Kwon Se-jeong (Gianna Jun, de My Sassy Girl, em seu primeiro papel no cinema em uma década), uma professora abatida com pouco a perder e muito a ganhar, rapidamente se vê no centro de um surto viral que transforma suas vítimas em bestas ensandecidas e sedentas de sangue, dispostas a dizimar qualquer coisa com um fervor quase animal.
Segundo a mitologia zumbi, as regras para sobreviver a um surto são simples: encontre os que restaram vivos, arme-se e espere a crise passar. A maioria dos filmes do gênero parte do pressuposto de que os humanos são mais espertos que os mortos-vivos, e que superá-los intelectualmente é o caminho mais rápido para sobreviver. Em Colony, porém, os brutamontes são mais espertos do que o típico comedor de cérebros.

À medida que o caos se espalha pelo edifício, Se-jeong e um grupo improvável de sobreviventes — incluindo seu ex-marido Gyu-seong (Go Soo), a adolescente intimidada So-eun (Lee Dam-hee) e seus agressores, o segurança Hyeon-seok (Ji Chang-wook) e sua irmã Hyeon-hui (Kim Shin-rok) — aprendem da pior forma que esses infectados não apenas compartilham uma consciência coletiva, como também são capazes de desencadear uma evolução instantânea em massa.
Inspirados, como o próprio título sugere, pela sociologia de grupo dos insetos, os infectados de Colony estão entre os mais interessantes fisiologicamente que o gênero produziu nos últimos anos. São também — como a maioria dos zumbis — um reflexo direto do estado atual da humanidade, onde informação (e cada vez mais, desinformação) corre solta pela troca ultrarrápida que chamamos de Internet. Inicialmente incapazes de distinguir pessoas reais de recortes de papel, a colmeia de Colony remete inquietantemente aos parentes mais velhos caindo em iscas sensacionalistas geradas por IA nas redes sociais.
O terror não é só temático. Assim como os infectados de Train to Busan, o enxame de Colony é composto por vetores que quebram ossos e fecham mandíbulas, trazidos à vida pela coreógrafa Jeon Youn e pelo mesmo coletivo de dança que trabalhou no sucesso anterior de Yeon. Inspirados pelas enfermeiras de Silent Hill e pelas gynoids de Ghost in the Shell 2: Innocence, há uma estranheza nos movimentos acentuada quando a fusão carnosa começa.
E sim: sangue não é o único fluido corporal derramado aqui. Esses infectados literalmente escorrem uma muco branco e viscoso que indica sua assimilação em algo semelhante a uma rede de micélio. É gosmento, grudento e absolutamente repulsivo.
O diretor de fotografia Byun Bong-sun mantém a ação eletrizante com uma câmera frenética que destaca a imprevisibilidade da colmeia, enquanto a compositora Chae Min-ju entrega uma paisagem sonora ominosa que vai de guinchos discordantes a batidas industriais pulsantes. No típico estilo do cinema de ação sul-coreano, há um toque de melodrama em cada aspecto de Colony (no bom sentido) que prende mesmo quando a história e os personagens começam a se desgastar.
Não sou o primeiro a traçar esta comparação, e certamente não serei o último: Colony possui muitos dos traços estéticos de uma adaptação de videogame de horror — tanto positivos quanto negativos. Na verdade, se o filme de Zach Cregger acabar sendo uma decepção (o que parece improvável), Colony pode muito bem ser coroado como o melhor filme no estilo Resident Evil de 2026.
O DNA da icônica série de jogos, desde corporações sombrias mexendo com armas biológicas até um supervilão deliciosamente detestável (Koo Hyo-hwan, que devora cada cena com um carisma delirante), percorre o filme como o T-vírus pela corrente sanguínea dos cidadãos de Raccoon City.
Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.
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