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Puxando o Tapete: As 10 melhores reviravoltas do cinema de terror
Reviravoltas e falsas pistas são elementos essenciais de grandes filmes de terror, suspense e thriller. A seguir, uma seleção de 10 melhores plot-twists do gênero, com destaque para o 30º aniversário de “As Duas Faces de Um Crime”

Reviravoltas, plot-twists e puxões de tapete são elementos essenciais em muitos grandes filmes de terror, suspense e thriller. Esses gêneros são os melhores para usar este tipo de artifício, oferecendo informações falsas ou incompletas ao público lançando dúvidas sobre se aquilo que vemos e vivenciamos realmente existe ou é factível. Esses são os elementos básicos da magia do cinema: não apenas para provocar, mas para semear incerteza e surpreender a plateia.
Se há algo que os cinéfilos gostam mais do que uma boa história, é uma boa história que brinca com a mente do espectador. Aproveitando o 30º aniversário de As Duas Faces de um Crime (Primal Fear) — o filme que chocou o público com seu desfecho implacável e lançou Edward Norton ao estrelato — achei apropriado listar minhas escolhas para as 10 melhores reviravoltas da história do cinema de horror/thriller.
Disclaimer 1: Esta é uma lista pessoal. Não é objetiva e definitiva. Se você discordar, pode fazer a sua própria lista!
Disclaimer 2: Deve-se dizer o óbvio: como estamos falando de reviravoltas de enredo, esta lista pode conter spoilers.
Disclaimer 3: A lista é apresentada em ordem cronológica de lançamento dos filmes, com As Duas Faces de um Crime em primeiro porque esse filme inspirou a criação desta seleção.
As Duas Faces de Um Crime (Primal Fear – Dir: Gregory Hoblit, 1996)
Lançado há 30 anos, “As Duas Faces de Um Crime” trazia um dos melhores slogans já criados para um filme: “Mais cedo ou mais tarde, um homem que usa duas faces começa a esquecer qual delas é a verdadeira.”
As Diabólicas (Diabolique – Dir: Henri-Georges Clouzot, 1955)
A penúltima cena de “As Diabólicas“, de Henri-Georges Clouzot — que apresenta a trajetória incrivelmente tensa e de atmosfera intensa de Christina (Véra Clouzot, esposa do diretor) pelo castelo e por um corredor escuro — é uma das mais influentes do cinema de terror e suspense. Cada plano e movimento foi replicado ou homenageado.
O Homem de Palha (The Wicker Man – Dir: Robin Hardy, 1973)
Histórias que colocam personagens fora de seu ambiente habitual oferecem um terreno fértil para criar sensações inquietantes e perturbadoras. “Pelos Caminhos do Inferno”, de Ted Kotcheff, “Inverno de Sangue em Veneza”, de Nicholas Roeg, e “Midsommar”, de Ari Aster, são exemplos perfeitos disso. Este último parece um descendente direto de O Homem de Palha, de Robin Hardy.
Acampamento Sinistro (Sleepaway Camp – Dir: Robert Hiltzik, 1983)
O final de Acampamento Sinistro pode ser considerado problemático quando visto sob uma ótica contemporânea (embora tenha sido ressignificado ao longo do tempo). Este é, provavelmente, o único filme da lista em que a sua interpretação da reviravolta final determinará quase por completo a sua opinião sobre o filme como um todo.
O Silêncio do Lago (The Vanishing – Dir: George Sluizer, 1988)
O Silêncio do Lago é talvez o mais perturbador de todos os grandes finais com plot-twist, o suspense psicológico de George Sluizer — uma obra sombria e podre até a medula — termina de uma maneira tão lúgubre e aterrorizante que você talvez não consiga pensar em outra coisa por pelo menos uma semana.
A Cura (Cure – Dir: Kiyoshi Kurosawa, 1997)
Talvez o final deste filme não possa ser propriamente chamado de reviravolta, mas sim de algo muito mais elusivo e avassalador. Reviravoltas costumam ser lúdicas ou reveladoras. O final de Cure, por sua vez, provoca uma sensação de gelar o sangue por todo o corpo. A premissa do filme, por si só, causa arrepios.
Perfect Blue (Perfect Blue – Dir: Satoshi Kon, 1997)
Dizer que o plot-twist de Perfect Blue é algo secundário é pouco. Este é um dos filmes da lista em que a reviravolta — apesar de imprevisível, brilhantemente conduzida, genuinamente surpreendente, aterrorizante e influente na forma como explora múltiplas identidades e personalidades — não é o aspecto geralmente discutido nesta obra-prima da animação de Satoshi Kon.
O Sexto Sentido (The Sixth Sense – Dir: M. Night Shyamalan, 1999)
Shyamalan elaborou um roteiro tão tenso e perfeitamente estruturado, com uma direção que brincava com maestria com a dinâmica dos personagens, revelando informações aos poucos sobre eles sem jamais permitir que o público estabelecesse a conexão completa.
Audição (Audition – Dir: Takashi Miike, 1999)
Mais diabólico do que até mesmo o final mais engenhoso e chocante de um filme é quando a obra se transforma em algo completamente diferente e absolutamente implacável bem no meio da trama. É como se você estivesse preso em uma situação para a qual não está nem um pouco preparado — e essa é exatamente a sensação que Takashi Miike evoca em sua obra-prima de terror, Audition.
Os Outros (The Others – Dir: Alejandro Amenábar, 2001)
Os Outros, de Alejandro Amenábar, é uma história de fantasmas que conecta os vivos e os mortos não apenas à iconografia católica, mas também a uma narrativa imersiva sobre perda, redenção e o desejo de reconciliação com o passado.
Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.
Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.
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5 casas assombradas que você só encontra no Orlando Halloween Horror Nights
Universal’s Halloween Horror Nights em Orlando celebra seu 35º aniversário com cinco casas originais exclusivas, incluindo personagens recorrentes e atrações inéditas que só existem no parque da Flórida. Informação originalmente publicada por www.fangoria.com.
O Universal’s Halloween Horror Nights está quase chegando! Enquanto nos preparamos para ir a Orlando e celebrar o 35º aniversário do evento, destacamos as casas que os fãs só encontrarão por lá. Para quem não conhece, o Halloween Horror Nights acontece em duas costas: o Universal Hollywood, na Costa Oeste, e o Universal Orlando, na Costa Leste.
O Horror Nights em Orlando começou em 1991 como Universal Studios Fright Nights, antes de adotar o título pelo qual o evento é conhecido desde o ano seguinte. O ano inaugural teve uma única casa assombrada — bem diferente do que o evento se tornou hoje.
Com amplo espaço à disposição, o Horror Nights Orlando conta com 10 casas construídas nos palcos fixos do parque e cinco zonas de sustos distintas. Fãs de longa data conhecem bem as casas originais do parque, centradas em personagens criados especialmente para o evento.
Além das casas licenciadas que os espectadores de Hollywood também poderão ver este ano, o Orlando Horror Nights terá cinco casas originais exclusivas, sendo que duas trazem personagens favoritos que retornam. A seguir, a lista completa das cinco casas originais que chegam a Orlando este ano.
Cybergoria apresenta visitantes a um conjunto de máquinas obcecadas em fazer os humanos viverem para sempre — mesmo que isso custe a vida desses mesmos humanos. Atração que leva os convidados milhares de anos no futuro; cabe a eles tentar se manter fora do alcance das máquinas.
Entre em uma propriedade rural isolada que foi destruída por uma nave de alienígenas grays em busca de novos cobaias. Os visitantes terão de atravessar cenários consumidos pela presença extraterrestre.
No cardápio? Você! Atravesse um zoológico abandonado: os animais se foram, mas agora você precisará sobreviver enquanto é caçado por facções canibais em guerra. Pelas minhas experiências, as casas com tema canibal costumam ter o cheiro mais desagradável — não sei qual aroma tentam reproduzir nessas atrações famintas por carne humana, mas sempre me provoca ânsia. Veremos se esse odor putrefato aparece também aqui.
Há poucas coisas que eu gosto mais do que uma maratona de filmes de terror durante a noite apresentada por um legítimo apresentador de terror noturno. H.R. Bloodengutz, apresentador favorito do WKNB Midnight Horror Show em Orlando, retorna para sua terceira participação no Horror Nights com um especial de sustos de Halloween.
Informação originalmente publicada por www.fangoria.com.


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Octavia Spencer dá atualização sobre sequência de “Ma”
Mais de um ano após anúncio de Jason Blum, atriz diz que foco é acertar o roteiro e que Blumhouse prepara surpresas; roteiro em desenvolvimento e Ashley Nicole Black trabalha na sequência.

Passou-se mais de um ano desde que Jason Blum anunciou estar “ativamente” desenvolvendo uma sequência de Ma (2019) e confirmou que a vencedora do Oscar, Octavia Spencer havia concordado em reprisar a personagem-título. Desde então, porém, poucas informações foram divulgadas sobre o andamento do projeto.
Em declaração recente, Octavia Spencer falou sobre o progresso do desenvolvimento, ressaltando que o foco está em acertar o roteiro: “Estamos trabalhando duro para entregar um ótimo roteiro. A Blumhouse é a melhor no que faz. Vai estar repleto de surpresas.”
O comentário sugere que já exista um rascunho e que Spencer teve acesso a ele. A atriz e comediante Ashley Nicole Black estaria colaborando na sequência, embora ainda não se saiba se o diretor do primeiro filme, Tate Taylor, vai retornar.
Taylor já demonstrou interesse em uma continuação no passado, afirmando ter deixado Ma em aberto propositalmente para possibilitar uma continuação: “Não acho que imaginávamos que Ma teria essa vida pós-lançamento como um fenômeno de culto, e acho que vale a pena discutir [uma sequência]. Sei que Octavia faria, por isso deixei propositalmente a morte dela ambígua!”
Com Ma ganhando status cult, há demanda por uma sequência — resta aguardar que as coisas avancem mais rápido.
Informação publicada originalmente por www.screamhorrormag.com.
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Remake polêmico de POSSESSION, de Parker Finn, ganha data de lançamento
O remake de Possession dirigido por Parker Finn, que divide opiniões na comunidade do horror, terá estreia em 2027 pela Paramount. A produção mantém elenco de destaque e alguns dos produtores originais mencionados na matéria publicada por www.fangoria.com.

Embora a recepção entre fãs do horror permaneça morna, o remake de Possessão (Possession) dirigido por Parker Finn segue em frente. A Paramount definiu oficialmente 2027 como o ano de lançamento do filme, que tem Callum Turner e Margaret Qualley como protagonistas numa releitura do terror psicológico de Andrzej Żuławski.
O longa, cuja razão de ser tem sido questionada por parte do público, coloca Turner e Qualley nos papéis originalmente ocupados por Sam Neill e Isabelle Adjani — um casal cuja relação mergulha quase literalmente no inferno quando Anna, personagem de Adjani no original, pede o divórcio e, em seguida, perde o controle.
O remake também terá no elenco Diego Calva, Madeline Brewer, Emory Cohen, Nicholas Alexander Chavez e Paul Dano. Finn dirige a partir de seu próprio roteiro.
A nova versão é produzida por Finn e Jonathan Fass pelo selo Bad Feeling, ao lado de Roy Lee, Andrew Childs, Marc Bienstock e, curiosamente, Robert Pattinson entre os produtores. O projeto marca o primeiro filme de Finn desde o sucesso de Smile e sua sequência, e é também o primeiro de suas obras a não ser uma ideia original.
Em um cenário em que ideias originais parecem cada vez mais raras, questiona-se a necessidade deste remake. Se, por um lado, grandes estúdios vêm apostando em refilmagens que muitas vezes desprovidoas do espírito dos originais, por outro chama atenção a decisão de revisitar um filme tão enraizado na vida pessoal de seu diretor original, potencialmente ofuscando seus temas em nome de um lucro nostálgico.

Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.
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