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O horror tem uma nova obsessão: Inde Navarrette

Obsessão estreou em maio e transformou Inde Navarrette numa sensação do gênero e não apenas pela bilheteria, mas pela atuação versátil que chamou atenção da crítica e do público

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Inde Navarrette

Obsessão estreou em maio deste ano e pegou todo mundo de surpresa. O diretor Curry Barker vendeu o filme na seção Midnight Madness do TIFF por um valor estimado em US$ 15 milhões após uma guerra de lances, em um orçamento de produção de US$ 1 milhão. O filme abriu com 96% no Rotten Tomatoes e A- no CinemaScore. Nada disso, porém, é o que as pessoas realmente estão comentando.

Enquanto o Deadline publica manchetes sobre sequências e spinoffs em formato de antologia, a internet do terror tem outra prioridade.

Inde Navarrette tem 25 anos, é de Tucson e trabalha profissionalmente desde a adolescência. O público de gênero já vinha reparando nela faz tempo. Três temporadas como Sarah Cushing em Superman & Lois e um arco como Estela de la Cruz em 13 Reasons Why montaram um currículo que mostrava que ela suportava peso emocional. Obsession confirmou que ela também sustenta um papel mais pesado e impactante. A moça tem alcance.

No filme, Bear (Michael Johnston), é um jovem adulto solitário que vive um crush por uma amiga de infância. Ao colocar as mãos em um item chamado One Wish Willow, ele usa para que Nikki (Inde Navarrette) finalmente o ame de volta. A maneira como isso se apresenta na tela é problema que Navarrette resolve durante os próximos 109 minutos.

Ela faz isso em três registros sem perder o fio de nenhum deles. Há a versão “recatada” de Nikki, com um sorriso largo demais, dando a Bear exatamente o que ele pediu. Há a versão que grita, um desmoronamento total que promete ser diferente de tudo que você já viu. E há a terceira, a mais esgotada, a que aparece quando as outras duas já consumiram tudo. A maioria dos intérpretes consegue convencer em um desses registros. Navarrette alterna os três no espaço de uma única cena de diálogo.

O Deadline a apontou como atriz consolidada no status de scream queen. The Hollywood Reporter publicou um detalhamento com ela sobre o que o desfecho exigia. Perguntada sobre o futuro no gênero, Navarrette foi breve e direta: “Se o horror me aceitar, vou permanecer no horror por um tempo.”

Esta matéria foi publicada originalmente por ihorror.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de ihorror.com.

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Loren Molloy: autora premiada, cineasta e criadora de histórias que se recusam a ficar no escuro

Loren Molloy transforma o horror em um terreno criativo onde os recantos mais sombrios da imaginação humana viram narrativas inesquecíveis. Reconhecida por prêmios como o Raven Award, ela transita entre horror sobrenatural, suspense e terror psicológico.

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Para a autora premiada Loren Molloy, o horror é mais do que um gênero: é um parque criativo onde os recantos mais sombrios da imaginação humana se tornam histórias inesquecíveis. Três vezes premiada, Molloy construiu uma obra distintiva que abrange horror, suspense, ficção paranormal e terror psicológico. Sua carreira na escrita começou com poesia e textos criativos antes de se expandir para a ficção publicada, onde sua fascinação pelo lado mais sombrio da narrativa encontrou seu verdadeiro lugar.

Seu trabalho conquistou reconhecimento entre leitores e organizações de premiação, incluindo o Raven Award por Best Horror, recebido por The Storyteller of Pain.

Os romances de Loren Molloy mostram sua disposição em explorar formas diversas de horror, mantendo um objetivo constante: manter o leitor virando páginas.

The Very Devil, Herself! Em The Very Devil, Herself!, Molloy apresenta Alexandra, uma mulher sobrenatural e imortal que sobrevive há séculos alimentando-se de carne e sangue humanos. Sua existência muda inesperadamente quando o rei da Inglaterra utiliza suas habilidades incomuns para caçar assassinos em série reais. Mesclando atmosfera histórica, horror sobrenatural, violência e uma protagonista fascinante, The Very Devil, Herself! oferece uma nova leitura do arquétipo da criatura imortal.

The Storyteller of Pain O premiado The Storyteller of Pain leva os leitores a um ambiente muito mais claustrofóbico — e verdadeiramente aterrorizante. A Dra. SinClair se vê presa dentro de um asilo de loucos com 13 demônios e um cirurgião mortal, onde a sobrevivência vira uma corrida contra forças determinadas a transformar seu sofrimento em mais uma história para o misterioso Storyteller of Pain. O romance recebeu o Raven Award por Favorite Horror/Thriller/Dark Fantasy, consolidando-se entre as obras mais reconhecidas de Molloy.

Informação publicada originalmente por www.screamhorrormag.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.screamhorrormag.com.

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Sequência de “Heart Eyes” terá lançamento antecipado

A sequência de Heart Eyes, dirigida por Joel Ruben, teve sua estreia adiantada em uma semana; Paramount Pictures assumiu a distribuição mundial.

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Uma reestruturação no calendário de lançamentos fará com que a sequência de Heart Eyes, de Joel Ruben, chegue aos cinemas antes do previsto. Inicialmente marcada para 11 de fevereiro de 2028, fontes oficiais confirmaram que a Paramount Pictures adiantou o projeto em uma semana.

Joel Ruben retorna como roteirista e diretor da sequência, assim como Christopher Landon, que volta como responsável pela história e como produtor executivo. Mason Gooding e Olivia Holt foram confirmados para reprisarem seus papéis, e novos nomes no elenco devem ser anunciados em breve.

Detalhes da trama ainda não foram divulgados, mas há rumores de que a história envolverá alguém novo assumindo o manto do “assassino Heart Eyes”, visando vingança contra os sobreviventes.

Foi confirmado que a Paramount Pictures cuidará da distribuição mundial do filme; a empresa já havia lançado o original na Europa. Não foi informado um motivo oficial para a saída da Screen Gems da distribuição doméstica, embora haja boatos de que a empresa não teria conseguido oferecer uma campanha publicitária satisfatória para o primeiro filme.

Uma mudança inesperada para Heart Eyes 2, mas pelo menos o público deverá ver o longa um pouco antes do que se imaginava. Informação originalmente publicada por www.screamhorrormag.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.screamhorrormag.com.

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“Resident Evil”, de Zach Cregger, bate recorde de estreia da franquia

O longa solo de 2026 dirigido por Zach Cregger alcançou a maior estreia da história da franquia Resident Evil, arrecadando US$ 108,3 milhões no fim de semana de abertura.

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Após dois grandes sucessos no gênero, esperava-se que Zach Cregger trouxesse um novo impulso à debilitada franquia Resident Evil — e foi exatamente isso que aconteceu. O criador de The Weapons repetiu a dose: seu filme solo de Resident Evil, lançado em 2026, registrou a maior arrecadação de abertura da série até hoje.

Nos Estados Unidos, a previsão otimista apontava para uma estreia entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões. A demanda por ingressos superou as expectativas e o filme fechou o fim de semana doméstico com US$ 60,1 milhões.

No mercado internacional, a produção arrecadou mais US$ 48,3 milhões, totalizando US$ 108,3 milhões na abertura mundial — marca inédita para a franquia.

O sucesso se estendeu à crítica: Resident Evil alcançou 96% no Rotten Tomatoes, outro recorde da série, superando todas as adaptações anteriores, sejam de videogame ou de filmes.

O longa recebeu elogios especiais pela atuação do protagonista Austin Abrams, além de destaque pelo ritmo enxuto e pela duração bem dosada.

Com orçamento de US$ 75 milhões, Resident Evil ainda não entrou no lucro, mas a projeção é de que se mantenha bem nas próximas semanas.

Ainda não há confirmação sobre conversas formais para uma sequência, mas o desempenho recorde aumenta a probabilidade de continuidade da franquia.

Informação publicada originalmente por www.screamhorrormag.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.screamhorrormag.com.

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