Críticas
CRÍTICA: Isolados (2014)

Se boas intenções fizessem filmes prestarem, só haveria uns três ou quatro filmes realmente ruins na história do cinema. Mas como só uma boa intenção ou uma premissa não resolve tudo, vamos encarar “Isolados” como ele realmente é: fraco.
Apesar do resultado pouco animador, pode-se dizer que havia uma certa expectativa em torno do filme, que teve seu lançamento adiado por diversas vezes e ficou no limbo da distribuição nas salas de exibição por uns dois anos. E por tratar-se de uma produção de gênero nacional, o caminho é ainda mais tortuoso.

Mas valendo-se de um elenco que conta com Regiane Alves e Bruno Gagliasso, que também assina como Produtor Associado, o filme escapou do purgatório e está enfim chegando às salas de cinema com distribuição da Downtown Filmes e Paris Filmes, além de uma forcinha extra do Telecine. E fazendo uma participação especial e recebendo uma homenagem nos créditos, “Isolados” também contou com a presença de José Wilker.
Só que esse mesmo elenco também ajuda a afundar o filme. Ao contrário do que acontece com alguns atores que resolvem encarar o cinema como um grande desafio a ser alcançado, é difícil crer que Bruno Gagliasso saia desse filme como um ator melhor ou pior do que já é. Está ali nas cenas a mesma cara que usaria em qualquer novela, com um tom a mais de dramaticidade pra encarnar um personagem que está sendo acuado e perseguido, mas que na prática, só de olhar pra cara dele, você sabe que ele não vai fazer porra nenhuma. E considerando que ele aparece em 90% do filme, a menos que você seja fã do cara, não há muito o que esperar ali.

Enfim, dei uma volta e meia e não cheguei ainda a falar da história. Talvez porque a premissa não seja lá das mais originais. Inclusive desde o começo você já sabe o que vem pela frente. Pra completar a expectativa, em meia hora de filme, um dos personagens fala “Daqui pra frente a coisa só piora”. Não sabendo se era um recado do roteirista pra mim ou pros outros personagens, continuei assistindo inocentemente à trama que mostra um casal (Bruno e Regiane) indo para uma casa de campo em uma região serrana no Sul/Sudeste do país.
A relação entre o casal vai da frieza à compaixão. Afinal, é um romance entre um médico psiquiatra e uma paciente que teve traumas de infância e que se impressiona facilmente com as coisas, tomando uma medicação controlada. Só que tiveram azar em viajar para o interior logo na semana em que dois irmãos assassinos mataram e estupraram uma garota da região. E ao que parece, os irmãos que foram criados na roça conheciam a mata ao redor como ninguém e não queriam fazer só uma vítima. Junte-se a isso uma investigação da Polícia, onde o “Good Cop” e o “Bad Cop” resolvem pedir reforço do BOPE (!!!) para ir atrás dos irmãos.

Preciso ainda contar mais ou vocês já imaginam o que vem depois? Lembrem-se que temos: a) um casal em uma casa de campo e b) uma dupla de assassinos. A combinação de A + B não é nada original, mas geralmente traz bons resultados. Infelizmente em “Isolados“, a soma dá zero, sem sequer haver um clima de tensão que se equivala à soma destes fatores.
Parte do problema é que por ser um filme com Classificação Indicativa de 14 Anos, só vemos o mínimo suficiente de sangue e o que deveria ser sugerido, fica de forma muito superficial, onde o roteiro recorre a algumas passagens de tempo para explicar a motivação destes personagens, chegando a reexplicar cenas importantes com aquela estratégia de flashbacks pra te fazer dizer: “Nossa, como não tinha percebido isso!”.
O resultado de “Isolados” foi tão decepcionante que deve ter sido por isso que nos créditos iniciais a Direção é assinada por “Tomas Portella e Equipe”, de modo a dividir os méritos com todos os envolvidos. Pra não dizer que o filme é de todo ruim, ele guarda uma reviravolta interessante no final. No entanto, até chegar lá, você provavelmente já vai ter morrido de tédio.
Direção: Tomas Portella
Roteiro: Tomas Portella, Mariana Vielmond
Elenco: Juliana Alves, Regiane Alves, Bruno Gagliasso
Origem: Brasil
https://www.youtube.com/watch?v=7gloQPKVNtI
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Há dez anos, “Invasão Zumbi” (Train to Busan) chegava como um verdadeiro fenômeno no círculo de fãs de horror. O filme em si não apresentava nenhuma grande inovação no gênero, mas se destacava ao fazer boas cenas de ação (sim, de ação) com os zumbis/infectados num trem que cortava a península coreana.
Agora em “Zona Zero” (Colony), parte da construção da tensão e da ação em meio a uma infestação, ou seria infecção zumbi, se mantém em uma estrutura linear. Desde o início descobrimos quem é o vilão, suas intenções e como irá promover o caos, que na visão dele, na real é parte do renascimento da sociedade humana.

Baseado em conhecimentos e teorias da cyber-biologia, ou biotecnologia, que passam longe da ética, um pesquisador invejoso cria um vírus de laboratório para espalhar em uma importante convenção científica.
E em menos de meia hora de filme já temos uma grande leva de vítimas e de infectados que agem como zumbis maratonistas e triatletas. Depois que rola o primeiro ataque, aí é correria para todo lado. Quem foge ou tenta escapar da horda de criaturas tem q apelar pra se esconder em lojas e corredores do enorme empresarial que abriga centro de convenções e de compras.
Até se veem semelhanças com o “Despertar dos Mortos” (Dawn of The Dead) de George Romero nessa ambientação, mas só ali mesmo porque os monstros agora correm e atacam com verocidade.

Na comparação com o trem pra Busan onde cada vagão continha uma ameaça diferente, neste longa aqui, os sobreviventes precisam se esconder em diferentes andares e escritórios evitando confronto com os infectados. Até porque diferente de mortos-vivos convencionais, estes aqui possuem o diferencial de se comunicar em conjunto por uma consciência coletiva como ocorre com formigas.
Esse aí é inclusive o maior problema do título brasileiro do longa que não faz o menor sentido dar nome de “Zona Zero” quando seu nome original é traduzido como “Colônia” que tem total sintonia com a premissa já mencionada.

Mas mesmo sendo um pouco previsível assim nesta narrativa mais convencional de confinamento e fuga, “Zona Zero” reserva algumas surpresas, já que diante da ameaça e do vilão, não temos como imaginar como isso pode acabar e quem será o último a contar história.
E um dos maiores méritos do longa é usar poucos efeitos digitais e trabalhar bem com atores, figurantes e efeitos práticos bem grotescos. Em época de proliferação de uso de Inteligência Artificial como muleta pra qualquer tipo de cena no cinema, digamos que é um avanço dos coreanos mesmo que isso não seja uma inovação.
Título original: Colony
Direção: Yeon Sang-ho
Roteiristas: Choi Kyu-seok e Yeon Sang-ho
Elenco: Jun Ji-hyun, Koo Kyo-hwan, Ji Chang-wook
País de origem: Coreia do Sul
* “Zona Zero” estreia nos cinemas brasileiros em 15 de outubro e foi visto pelo Toca o Terror em Cabine de Imprensa promovida pela Espaço Z
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Críticas
CRÍTICA: Meus Mortos Tristes (2026)
Dirigido pelo chileno Pablo Larraín, a minissérie “Meus Mortos Tristes” não foca em assombrações malignas e jumpscares. O papo aqui é drama familiar e crítica social foda com uma médica que consegue ver e ouvir fantasmas.

Vamos iniciar com uma sinopse sem muitos detalhes, para não estragar a surpresa que acontece já no primeiro episódio de Meus Mortos Tristes (2026), nova minissérie argentina da Netflix. Baseada nos contos da escritora Mariana Enriquez, que também é um dos roteiristas, a obra chegou ao serviço de streaming no dia 24 de setembro.
Ema (Mercedes Morán) é uma médica que consegue ver e ouvir fantasmas. Após a morte da mãe, ela se muda para a antiga casa, que fica perto de um conjunto habitacional barra pesada, no subúrbio de Buenos Aires.

Com a visita de parentes que moram nos Estados Unidos, Ema descobre que sua sobrinha Julie (Carolina Álvarez) tem a mesma habilidade sobrenatural. O problema é que um evento inesperado faz com que a relação entre vivos e mortos tome grandes proporções na localidade.
Dirigido pelo chileno Pablo Larraín (O Conde, 2023), Meus Mortos Tristes tem quatro episódios e não precisava tanto. Mas isso fica para depois. É importante começar dando o alerta que a minissérie não vai focar em assombrações malignas e jumpscares, o papo aqui é drama familiar e crítica social foda.
Mercedes Morán é o grande destaque. Sua personagem não é nenhuma Lorraine Warren e não vê glamour, nem missão divina, em sua habilidade de se comunicar com espíritos.

Apesar de possuir sensibilidade suficiente para tomar decisões certas, o desdém pelo dom que carrega é sua maior faceta. A relação com a família, incluindo o fantasma da mãe, rende os melhores momentos. Carolina Álvarez, num papel mórbido e cativante, também merece ser lembrada.
Em algumas entrevistas o elenco teceu loas a Larraín, afirmando que o diretor foi o responsável por tirar deles algumas de suas melhores atuações. Como não há sustos e coisas pulando na tela, é a interação entre os personagens que faz a trama andar. E funciona bem.
Outro trunfo de Meus Mortos Tristes é sua ambientação na periferia. A violência do lugar e o clima de abandono da população de baixa renda faz um paralelo com a situação dos desencarnados que aparecem. A fotografia fria e azulada completa o quadro.
Mas, como dito acima, nem tudo são flores nesse túmulo e, talvez, um filme cairia melhor para essa história. O formato em quatro episódios (de 50 minutos cada) estica demais a trama, o que causa alguns problemas de continuidade e a sensação que o programa está enchendo linguiça.

Outra prova disso é que algumas subtramas ficam subvalorizadas, como o arco de Carol (Dolores Fonzi), filha de Ema, que sofre com a relação mal resolvida com a mãe e com uma perda pessoal. Os pais de Julie também são meio esquecidos durante boa parte do roteiro. O mesmo acontece com Lautaro (Germán De Silva), personagem que carrega um passado de amor não correspondido por Ema.
Ainda assim, Meus Mortos Tristes é uma bela fábula sombria, que fala sobre luto, depressão e memória. Sem contar que a minissérie faz um competente comentário sobre a violência desenfreada nas grandes metrópoles da América Latina. Vale o play nas apariciones.
Título original: Mis muertos tristes
Direção: Pablo Larraín
Roteiro: Anastasia Ayazi, Guillermo Calderón, Mariana Enriquez e Pablo Larraín
Elenco: Mercedes Morán, Dolores Fonzi e Carolina Álvarez
Origem: Argentina
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CRÍTICA: Resident Evil (2026)
Esta é a melhor adaptação dos games, mesmo que, narrativamente, a única semelhança seja a tragédia que acontece na cidade. As semelhanças estão mais na estrutura de como a nova história é contada.

A franquia Resident Evil é referência nos videogames, mas penava quando o assunto era adaptação para outras mídias, como TV e cinema, tendo como maior exemplo os filmes estrelados por Milla Jovovich no decorrer de décadas. A franquia tentou um reboot em 2021, mas o desastre veio. Agora, em setembro de 2026, um novo reboot é lançado sob a grife do diretor de “A Hora do Mal“.
Um rapaz que trabalha entregando órgãos em hospitais recebe uma oferta tentadora para ir à cidade de Raccoon City, e o que supostamente seria um serviço simples se torna uma luta pela sobrevivência, já que várias aberrações tomaram conta da cidade e arredores.

Aqui já adianto que essa é a melhor adaptação dos games, mesmo que, narrativamente, a única semelhança seja a tragédia que acontece na cidade. As semelhanças estão mais na estrutura de como a nova história é contada, em alguns detalhes visuais que remetem ao material original e no gameplay; sim, em alguns momentos me senti jogando. A história de “Resident Evil” é simples e direta, e me lembrou muito comédias de erro onde tudo o que podia dar errado dá; o protagonista não tem um minuto de paz em quase toda a jornada. A escolha de um civil sem nenhuma qualificação para combate foi acertada, já que ele serve como um espelho para a maioria de nós e gera identificação.

A polêmica sobre os momentos cômicos não me incomodou por boa parte do filme, mas, quando entram em cena outros personagens humanos, a coisa mudou de figura. O que estava divertido e com bons jumpscares se torna uma bobagem que me incomodou muito. Eu sei que é uma sátira, mas não ficou boa para mim, culminando em um clímax que me deu vergonha alheia. O terror está bem representado pelas criaturas nojentas que aparecem no decorrer do filme e que são inspiradas nos monstros dos jogos; elas são ameaçadoras. Tem gore, mas acho que poderia ser mais.
O filme não é ruim, tem boas cenas, diverte e tem bons sustos. O problema maior é que, quanto mais se aproxima do fim, vai ficando mais bobo.
Título original: Resident Evil
Direção : Zack Cregger
Roteiro: Zack Cregger e Shay Hatter
Produtores Executivos: Oliver Berben, Richard Wright, Robert Bernacchi
Elenco: Austin Abrams, Zach Cherry,Kali Reis e outros
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opoderosochofer
12 de setembro de 2014 às 06:40
É isso que dá só liberar dinheiro pra rodar filme se tiver alguém da Globo na produção/direção/elenco. Enquanto isso Rodrigo Aragão tá aí…
Blog Toca o Terror
12 de setembro de 2014 às 09:50
Foi no que pensei… “Mar Negro” tá aí pelo mundo rodando em festivais mas sem distribuição no Brasil.
O próximo filme de Rodrigo Aragão tem que ser com Bruno de Lucca e Debora Nascimento. Aí vai bombar!
opoderosochofer
12 de setembro de 2014 às 10:24
QUERO VER CONVENCER OS DOIS A VIRAR ZUMBIS!
Anna
15 de setembro de 2014 às 17:15
Pior do que vc relatou que o filme foi, foi o seu relato de amador que nao sabe analizar os verdadeiros pontos para criticar qualquer filme. Não sabia que os atores mudavam de rosto pra interpretar personagens. Eles podem mudar a expressão, mas trocar de “cara”, faça me o favor. Pastel é você!
Geraldo de Fraga
16 de setembro de 2014 às 15:35
hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha
Edinho
17 de setembro de 2014 às 11:47
Toma o teu Geraldo.. hahahahahahaha
Matheus.C.S
30 de setembro de 2014 às 22:11
Pronto. Olha aí a fã citada na resenha. Aposto que adorou o filme.
Anicely Mariano
16 de setembro de 2014 às 21:49
Olá, vou dar a minha opinião sobre o que você disse. Primeiramente o filme não é de TERROR, é de suspense. Em segundo lugar : Vasco, e em terceiro, só de ser melhor que o zé do caixão já está valendo. Colocar expectativas em qualquer coisa é normal, tão normal quanto se decepcionar com elas. Temos que dar mais espaço ao cinema brasileiro sim. Mesmo que o Bruno não tenha se saído bem nesse gênero, ele é um ator excelente, e que com certeza vai ter papéis de grande destaque, e outros que não aparecerá tanto. Acredito que críticas construtivas estão aí pra melhorar principalmente o artista. Por exemplo, se eu te disser que esse site está uma verdadeira bosta, você vai me ignorar, certo? Mas se eu disser que esse site precisa de um up grade, umas opiniões de quem realmente entende de dramaturgia, de suspense e que realmente seja um crítico, quem sabe talvez você não pense com mais carinho como fazer do seu site um dos mais visitados do país no gênero: Críticos que a internet formou por apenas saberem ganhar um certo ibope falando mal, ou falando o que acha que sabe, pra um monte de internautas que também acham que sabe de alguma coisa?
Acredito que o respeito tem que vir em primeiro lugar, o filme sendo bom ou não, ou o ator sendo bom ou não. Agora sobre o Bruno ter cara de pastel, eu não sei, mas você co certeza tem cara de bolinho de bacalhau.
Bjs, sucesso, e claro, muita inteligência pra ti!
Jota Bosco
17 de setembro de 2014 às 22:23
Concordo. Vou enumerar o que sempre achei dessa galera do Toca o Terror:
Jarmeson – cara de bolinho de bacalhau;
Geraldo – cara de risole;
Queops – cara de croquete;
Julio – cara de espetinho;
Osvaldo – cara de coxinha de frango catupiry;
Eu – não pareço com nada mas sou uma delícia
opoderosochofer
18 de setembro de 2014 às 06:48
“Eu – não pareço com nada mas sou uma delícia”
Por isso que o Recife inteiro come!
Blog Toca o Terror
18 de setembro de 2014 às 11:40
HAHAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHA
Júlio Carvalho (@JxCxBOZO)
28 de setembro de 2014 às 02:03
HAHAHAHAHAHAHAHA como é bom ser bem visto pelos colegas
opoderosochofer
17 de setembro de 2014 às 09:31
4 Diretivas:
1º Escreva apenas o que os leitores querem ler;
2º Vasco;
3º O blog é seu, mas você não pode escrever o que você quiser;
4º JAMAIS FALE MAL DE UM ATOR DA GLOBO.
Blog Toca o Terror
17 de setembro de 2014 às 09:38
¯\_(ツ)_/¯
Júlio Carvalho (@JxCxBOZO)
28 de setembro de 2014 às 02:05
Tomando nota.
André Vale
21 de outubro de 2014 às 23:49
O filme pode não ser um best-seller do suspense, mas possui uma trama bem atraente, não gosto da globo muito menos de Bruno Galharssio (Nem sei como escrever essa m), mas temos que analisar o conjunto , a sonoplastia do filme é muito bem feita, os efeitos 5.1 também, o filme satisfaz pelo suspense, a casa, o local, tudo na minha opinião foram bem escolhidos. Muitos criticam simplesmente por ser tratar de um filme “nacional”. Agora encara que eu quero ver: VHS 2, seed 2, tubarão fantasma, infectado, uma noite pra esquecer, demônios a batalha pelas almas….a maioria desse filmes são de produções Americana de Bollywood, todos esses são simplesmente horríveis!!! Então para um filme de produção nacional, satisfaz muito bem as expectativas!!!!
Blog Toca o Terror
22 de outubro de 2014 às 00:47
Vimos VHS 2 e não gostamos também… 😛
Caíque
30 de julho de 2015 às 13:34
Ator péssimo. Cara de pastel mesmo. Deus, ele are deve ser uma ótima pessoa, mas ator é sacanagem.
Tinha tudo para ser um filme bom. Mas aí a Globo aparece e coloca (ou tira) todo o tempero.
rosildaveiga
14 de agosto de 2018 às 20:44
O filme me lembra a história dos irmãos negróficos em Nova Friburgo !