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Trailer de COLONY: novo terror zumbi do diretor de TRAIN TO BUSAN chega aos cinemas em agosto
Yeon Sang-ho, diretor de Train to Busan, retorna com Colony, terror zumbi que estreia nos EUA em 28 de agosto via Well Go USA. O filme, estrelado por Gianna Jun, acumula US$32,4 milhões na Coreia do Sul após estreia em Cannes.
Yeon Sang-ho, diretor de Train to Busan, retorna com mais uma investida no terror zumbi em Colony, que chega aos cinemas em 28 de agosto nos EUA via Well Go USA. Um trailer sanguinário foi divulgado recentemente.
Com Gianna Jun (My Sassy Girl) em seu primeiro papel no cinema em mais de uma década, Colony acompanha a professora Se-jeong, que é lançada em um cenário de pesadelo quando um vírus mutante é liberado durante uma conferência de biotecnologia. As autoridades selam a instalação na tentativa de conter o surto. Presa no local, Se-jeong e um grupo de sobreviventes precisam lutar para permanecer vivos enquanto os infectados passam por transformações horríveis e ameaçam disseminar o vírus.
Também no elenco estão Koo Ko-hwan (Peninsula), Ji Chang-wook (Revolver) e Kim Shin-rok (Hellbound).
Após sua estreia em Cannes no início do ano, Colony arrecadou US$32,4 milhões nas bilheterias da Coreia do Sul, com críticos elogiando a abordagem do filme sobre vírus zumbis em evolução.
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Informação originalmente publicada por www.fangoria.com.


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LISTA: Filmes subestimados de lobisomem que você precisa assistir
O lobisomem é tão sinônimo de horror quanto o vampiro, mas ainda assim, o lobisomem recebe menos amor e atenção do que seu primo sanguinário

O lobisomem está em alta este ano. Rick Baker foi homenageado no Overlook Film Festival de 2026, e Werwulf, de Robert Eggers, tem lançamento previsto para dezembro (e o primeiro trailer dele acabou de sair). De fato, o lobisomem é tão sinônimo de horror quanto o vampiro, sendo neste caso mais sedutor, mas ambos frequentemente revisitados.
Ainda assim, o lobisomem recebe menos amor e atenção do que seu primo sanguinário. Por isso, um bom filme de lobisomem pode ser difícil de encontrar.
Embora o legado do licantropo não pareça tão prolífico quanto o de outras criaturas, sempre há pérolas escondidas a serem descobertas, redescobertas e apreciadas.
Esta modesta lista de filmes subestimados de lobisomem é dedicada aos fãs de terror sedentos pela lua cheia e por uma boa experiência cinematográfica.
Existem poucos filmes de lobisomem com tanto investimento emocional quanto AS BOAS MANEIRAS. Escrito e dirigido por Juliana Rojas e Marco Dutra, este filme brasileiro acompanha a vida de uma empregada doméstica, sua patroa grávida e a criança amaldiçoada. Quando Clara (Isabel Zuaá) é contratada pela solitária Ana (Marjorie Estiano) como futura babá, as duas se envolvem em um romance improvável, interrompido tragicamente pelo parto sangrento do bebê de Ana.
As Boas Maneiras é belo, emocionalmente devastador e verdadeiramente chocante. Em um momento, as protagonistas compartilham uma troca surpreendentemente sensual à luz fraca da geladeira (lembrando estranhamente certa cena de Jennifer’s Body), e no instante seguinte alguém está ensopado em sangue. Esta montanha-russa emocional hipnotizante fala, acima de tudo, sobre amor — mas o público também se lembrará da sede insaciável por sangue do filme.

O segundo filme do diretor Josh Ruben, UM LOBO ENTRE NÓS (Werewolves Within), estabelece um novo patamar para a comédia de terror com lobisomens. Co-escrito por Mishna Wolff e baseado no videogame homônimo, o filme pega a premissa estilo Mafia do jogo e a transporta para um cenário mais moderno. Finn (Sam Richardson) é o novo guarda florestal na pequena cidade de Beaverfield, em Vermont. Logo após sua chegada, corpos começam a aparecer e — em meio às tensões políticas locais — todos viram suspeitos.
Isolado e cercado pela neve, esse mistério à la E Não Sobrou Nenhum tem o ritmo e o senso de humor rápidos que lembram filmes de Edgar Wright.
E conheça outros filmes de lobisomem aqui..
* WER
* HOWL
* LOBISOMEM
* A COMPANHIA DOS LOBOS
* A NOITE DO LOBO
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ESQUENTOU: “Blowie” é um terror ousado com estrelas de filmes adultos
Slasher reúne um elenco composto por estrelas do cinema adulto e é o primeiro slasher a mesclar o gênero com mensagens pertinentes sobre o atual cenário de criação de conteúdo erótico

Lançado em 2025, Blowie é um slasher que reúne um elenco repleto de estrelas do cinema adulto e sustenta uma trama marcada pelo erotismo. O filme foi coescrito e dirigido por altSHIFT, Ed Aldridge e Sam Lidbetter, e é apontado como o primeiro slasher a mesclar o gênero com mensagens pertinentes sobre o atual cenário da indústria do trabalho sexual.
No longa, aparecem como eles mesmos criadores de conteúdo adulto da vida real: Kali Sudhra, Gabriel Cross, Leander, Bishop Black, Kayden Gray e Clark Lewis. Nesta trama, um grupo aluga uma mansão isolada para produzir conteúdo, tanto individualmente quanto em conjunto, para um perfil no OnlyFans. Durante as filmagens de uma cena em grupo, um acidente trágico mata um dos integrantes.
Com receio de que notificar as autoridades traga o tipo errado de atenção, os amigos descartam o corpo e seguem com o trabalho como se nada tivesse acontecido. Contudo, um assassino mascarado com rosto de boneca, movido por desejo de vingança, não permitirá que o episódio seja esquecido.

Blowie não hesita em assumir o tipo de filme que é; ao contrário, ele aposta nisso. Com sucesso, o longa contribui para o subgênero em expansão conhecido afetivamente pelos fãs como “Queer-Camp”. Outros títulos associados a esse filão incluem Sleepaway Camp, A Hora do Pesadelo 2 e Garota Infernal.
Não é incomum que filmes de terror — tanto do circuito mainstream quanto independentes — carreguem mensagens relevantes ao momento social. Blowie se insere nessa tradição. Contudo, ao contrário de slashers anteriores que trazem uma mensagem, a reflexão verbalizada por Blowie é central para as ocupações dos atores que aparecem na tela. A abordagem não é didática: a mensagem aparece sutilmente ao longo do filme, em um momento, e se repete novamente pouco antes dos créditos finais.
Fonte: originalmente publicado por ihorror.com.
Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de ihorror.com.
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EDIÇÃO DE COLECIONADOR: O found footage da franquia HALLOWEEN que você provavelmente não viu
Há uma versão alternativa de Halloween: Resurrection em estilo found footage, lançada como bônus em DVD, que oferece uma visão diferente e mais sóbria dos eventos do filme — e não está disponível em serviços de streaming.

A franquia Halloween já foi muitas coisas ao longo de quase 40 anos. O clássico original de John Carpenter ajudou a desencadear a onda slasher do final dos anos 1970 e início dos anos 1980. Halloween III: Season of the Witch tentou transformar a série em uma antologia, sem Michael Myers. A saga foi reativada e reiniciada diversas vezes, com continuações fragmentadas em várias direções. E, uma vez, meio que fora do radar, a franquia entrou na onda do found footage.
Dirigido por Rick Rosenthal, Halloween: Resurrection (2002) é conhecido, entre outras coisas, por uma cena absurda em que Busta Rhymes enfrenta Michael Myers com kung fu — e é frequentemente considerado uma das entradas mais fracas do cânone de Halloween. Ainda assim, tinha ideias peculiares. A maior delas foi a inclusão de elementos no estilo found footage, com um reality show online se desenrolando dentro da casa onde Michael Myers passou a infância. Esses elementos foram depois reaproveitados para criar algo inteiramente diferente.

No longa como foi lançado, produtores de reality show da DangerTainment (com Busta Rhymes e Tyra Banks) escolhem um grupo de adolescentes ávidos por emoção para passar a noite na casa do famigerado assassino de Haddonfield. A transmissão ao vivo planejada vira mortal quando — surpresa — Michael aparece na festa. Morte e caos se seguem.
Lançado como um extra em DVD, o Halloween: Resurrection – Web Cam Special pega as imagens do filme e mistura com cenas deletadas, resultando em uma versão alternativa de quase 42 minutos. É, no mínimo, um experimento fascinante.
Não chega a ser um longa-metragem completo, mas elimina grande parte do humor bobo que permeia Resurrection. Também evita que tenhamos que assistir à morte pouco cerimoniosa de Laurie Strode nos minutos iniciais do corte original. É uma janela interessante para o que poderia ter sido.
Vale lembrar que isso foi feito apenas três anos depois de The Blair Witch Project se tornar um dos maiores filmes de horror de sua época, iniciando a febre do found footage — não é difícil imaginar a época em que toda franquia de horror recebeu o pitch “façam em found footage”.
O curioso é que isso não é um filme de fã: os eventos apresentados fazem parte da linha do tempo de H20. Ou seja, teoricamente, pode ser visto como parte do cânone oficial de Halloween — são os acontecimentos de Resurrection contados por outro ponto de vista. Dito isso, essa versão funciona melhor como um bônus de Blu-ray/DVD do que como um filme perdido extraordinário. Provavelmente é o que mais nos aproximou de um filme de found footage centrado em Michael Myers.

O único inconveniente para fãs curiosos é que, até o momento desta publicação, essa versão não está em serviços de streaming oficiais. Interessados terão de recorrer a mídia física para assisti-la. Quem tiver uma cópia de Halloween: Resurrection na estante pode considerar tirar o pó e conferir essa relíquia dos anos 2000.
Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.
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