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Críticas

LISTA: Filmes de Zumbis Nazistas

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Mesmo sessenta e oito anos após o fim da II Guerra Mundial, o perigo do Nazismo ainda ronda o mundo. E desde que George Romero nos apresentou o perigo que é viver num mundo com zumbis, o medo dos mortos-vivos também passou a ser maior.
Daí quando alguém junta num mesmo filme zumbis e nazistas, o resultado seria apavorante, certo?! Nem tanto… Osvaldo Neto criou esta lista com vários filmes de nazizumbis, em que, entre “mortos e feridos”, apenas alguns se salvam. E se pensam que esta é uma tendência recente, vejam aqui que o nazixploitation vem desde a década de 70.


“Comando de Mortos-Vivos” (Shock Waves)
Dir: Ken Wiederhorn
EUA, 1977
ShockWaves
Pouco antes da II Guerra, o Alto Comando Alemão teria focado suas pesquisas científicas para criar um soldado invencível. O resultado: um pelotão de guerreiros que não usavam armas e matavam com as próprias mãos, um comando de militares mortos-vivos. Com status de cult pela premissa curiosa e estilo trash, “Shock Waves” conta com a presença dos astros Peter Cushing e John Carradine.


“Zombie Lake” (Le lac des morts vivants)
Dir: Jean Rollin
França, 1981
Zombie-Lake
Uma pequena vila francesa foi palco de alguns eventos misteriosos durante a Segunda Guerra Mundial, guardando segredos sobrenaturais. Um deles diz respeito a soldados nazistas mortos pela Resistência Francesa e jogados em um lago. Quando alguns jovens que nadavam neste lago são atacados por zumbis e mais mortes começam a acontecer, um repórter aparece no local para investigar.


“Oasis dos Zumbis” (La tumba de los muertos vivientes)
Dir: Jesús Franco
França, 1982
OasisZombies
Um grupo de soldados alemães, durante a Segunda Guerra Mundial, está num comboio pelo Saara carregando um tesouro em ouro avaliado em seis milhões de dólares. Porém, num conflito com soldados aliados, supostamente todos morreram. Anos depois, uma nova expedição fica sabendo da lenda e vai ao deserto procurar vestígios. Mas o que não esperavam é que teriam que lutar por suas vidas contra o ataque de zumbis protetores do tesouro nazista.


“Missão de Risco” (Outpost)
Inglaterra, 2007
Dir: Steve Barker
Outpost
Em uma cidade destruída pela guerra, um misterioso homem de negócios contrata um grupo de ex-soldados para uma jornada a um antigo abrigo militar. Durante a missão, descobrem uma série de experimentos chocantes realizados pelos nazistas em seus próprios soldados durante a II Guerra. Em meio à carnificina, eles descobrem algo ainda mais perturbador.

http://www.youtube.com/watch?v=afESXwn3RlQ


“Zumbis na Neve” (Dead Snow)
Dir: Tommy Wirkola
Noruega, 2009
DeadSnow
Um grupo de amigos vai passar as férias em uma isolada estação de esqui na Noruega. Enquanto bebem e fazem festa, são advertidos por um velho maluco sobre uma estranha história sobre nazistas. Sem ligar para a história, os jovens acabam encontrando um baú cheio de ouro, só que com isso eles erguem inadvertidamente um exército de zumbis nazistas que havia desaparecido nas montanhas de neve.


“Nazistas no Centro da Terra” (Nazis at the Center of the Earth)
Dir: Joseph J. Lawson
EUA, 2012
NazisCenterEarth
Uma superprodução digna da Asylum com o melhor e o pior que ela tem a oferecer. Na Antártida, um grupo de jovens exploradores é raptado por soldados que estão a serviço do Dr. Mengele, que fugiu da Argentina até o Pólo Sul, onde criou um bunker embaixo da crosta terrestre para continuar com suas bizarras experiências, incluindo fórmulas para regenerar os corpos humanos. Com direito a uma batalha aérea e um robô com cabeça de Hitler, é uma das produções mais infames do gênero.

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0 Comments

  1. Blob

    11 de outubro de 2013 at 00:09

    Faltou na lista o Outpost: Black Sun (2012) e, não sei se enquadra aqui, o Frankenstein’s Army (2013).

  2. Blog Toca o Terror

    12 de outubro de 2013 at 10:13

    É que preferimos nos concentrar nos originais e não falar das continuações ainda. E o Frankenstein’s Army já comentamos devidamente no podcast anterior. 🙂

  3. Joshua

    1 de fevereiro de 2018 at 22:54

    Olá, ultimamente ando procurando um filme de terror nazista. Em que um grupo de soldados enfrentam experimentos de fusões de maquinas com homens criadas por nazistas. O filme é bem trash e lembro que assisti em uma maratona que tambem passou Zumbis no Gelo e Nazis no Centro da Terra.

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CRÍTICA: Passageiro do Mal (2026)

O trailer de “Passageiro do Mal” já avisava que vinha clichê por aí, mas a minha mente insistiu no clássico “vai que é bom”. Não era.

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Passageiro do Mal

Passageiro do Mal” (Passenger) surgiu do nada (pelo menos para mim) nos últimos meses e, mesmo achando o trailer extremamente genérico e clichê, fiquei tentado a dar uma conferida. No fundo da minha mente ecoava: “vai que é bom e você está só sendo chato”. Então, com a estreia, decidi me arriscar no cinema e tirar minhas conclusões, que veremos a seguir.

A história segue um jovem casal que decide trocar a vida em um grande centro urbano pela aventura de viver pelo campo. Só que eles encontram o terror quando viram alvos de uma entidade demoníaca que caça vidas pelas rodovias. A questão é se eles vão seguir o caminho certo ou acabar dirigindo para a morte certa.

Olha, eu até gosto de filmes ruins quando eles se assumem dessa maneira. Acho, no geral, os filmes da The Asylum divertidíssimos, mas em “Passageiro do Mal” os realizadores foram para a direção mais clichê e imbecil possível, além de se levarem a sério demais. Eu me senti de volta ao início dos anos 2000, época em que filmes de assombração como este apareciam a rodo nos cinemas.

Os protagonistas são sem sal, com pouco carisma e desenvolvimento, enquanto os coadjuvantes são folhas em branco de tão rasos. A ameaça tem um visual bem questionável e pertence àquela categoria de vilões sobrenaturais que, assim que aparecem na tela, soltam um grito “assustador”.

A direção e o roteiro estão de mãos dadas na tentativa de assustar de uma forma que virou piada há décadas. Todas as tentativas de susto são extremamente telegrafadas, e as cenas de gore com CGI ruim enterraram de vez o longa. O diretor que tinha mostrado seu talento nos longas “A Autópsia” e “A Última Viagem do Deméter“, pareceu que aqui só estava interessado no contracheque mesmo.

Um filme claramente descartável que deveria ser uma sobra de streaming, mas que jogaram no cinema para pegar besta e masoquista. Neste caso, fui os dois. Aconselho você a respeitar o seu dinheiro e fazer outra coisa com o valor do ingresso.

Escala de tocância de terror:

Título original: Passenger
Direção: André Øvredal
Roteiro: Zachary Donohue e T.W. Burgess
Elenco: Melissa Leo, Lou Llobell, Jacob Scipio e outros
Duração: 94 min

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CRÍTICA: Faces da Morte (2026)

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Faces da Morte

Uma rápida pesquisa na internet te explica o que é o Faces da Morte de 1978. Sucesso nas locadoras de vídeo nos anos 80 e 90, a fita era um documentário que prometia cenas de morte reais, algo dificílimo de acessar naquela época. No entanto, muito do que aparece na tela são encenações.

Foi apostando na ‘força’ dessa joça e na ‘memória afetiva’ dos fãs (!), que Daniel Goldhaber e Isa Mazzei escreveram o seu metalinguístico Faces da Morte (Faces of Death, 2026). O curioso é que o filme até consegue criar um bom clima de suspense e levantar questões interessantes. Mas isso só dura até a página 2.

Margot (Barbie Ferreira) trabalha como moderadora de conteúdo em uma plataforma de vídeos. Sofrendo mais do que uma prisioneira da escala 6×1, nossa heroína passa o dia assistindo a todo tipo de porcaria postada pelos usuários. Ela veta ou autoriza o que pode ir para a web.

Um belo dia, aparece em seu monitor a filmagem de uma suposta execução, que a deixa com uma pulga atrás da orelha. Margot, na dúvida, autoriza o conteúdo, achando que é um assassinato fake. Dias depois, outro vídeo nos mesmos moldes a deixa mais desconfiada ainda. É então que ela resolve investigar.

Sem cerimônias, já somos apresentados ao vilão. Arthur Spevak (Dacre Montgomery) é um serial killer/hacker/videomaker, com fixação por fama e muito fã do filme de 1978. É ele quem está postando as imagens que chegam até Margot. Seus assassinatos são reconstituições das cenas vistas no Faces da Morte original.

No começo, o roteiro traça um paralelo interessante sobre o que era tabu no passado e como a violência ficou banalizada em tempos de redes sociais. A própria Margot carrega um passado traumático, depois que uma brincadeira feita para a internet terminou em tragédia pessoal.

A investigação pelos fóruns online criam uma tensão legal também. A deep web podia ser uma parte interessante da trama, mas Daniel Goldhaber (que além de roteirista é o diretor) resolveu que sua obra deveria ser apenas um slasher.

Aí virou filme de assassino mascarado, que sequestra suas vítimas e as tortura psicologicamente, antes de sacramentar o crime. E a criatividade foi de arrasta pra cima.

O psicopata vivido por Dacre Montgomery deveria entregar um comportamento passivo-agressivo, mas o texto é ruim demais para lhe dar credibilidade. Cada frase de efeito é um deslize. Fazer o personagem dizer que está referenciando Faces da Morte porque “todo mundo ama um remake” talvez tenha sido o ápice dessa lambança.

A carismática Margot também fica com sua cota de clichês. Pela milésima vez na história do terror, temos uma protagonista na qual ninguém acredita, por causa do seu ‘passado complicado’. Para piorar, ela ainda começa a fazer burradas em prol das conveniências de roteiro.

Acabou que, assim como seu “avô” de 1978, esse novo Faces da Morte nos enganou. O antigo, porém, entrou para a história pela picaretagem. Esse aqui vai cair no esquecimento rapidinho.

Escala de tocância de terror:

Direção: Daniel Goldhaber
Roteiro: Daniel Goldhaber e Isa Mazzei
Elenco: Barbie Ferreira, Dacre Montgomery e Josie Totah
Origem: EUA

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CRÍTICA: Obsessão (2026)

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Obsessão

Obsessão” poderia ser uma comédia romântica da Geração-Z. Temos um boy desinteressante, vacilão e inseguro que vive na friendzone. Ele passa a se interessar pela colega de trabalho e pede ajuda a um de seus amigos e colegas para dominar a arte da paquera. Mas nada sai conforme o combinado.

E como falei, “Obsessão” (Obsession) poderia ser tudo isso acima, mas não é. É denso, melancólico, tenso e catastrófico como um bom filme de terror pode ser. O mais curioso é que é uma produção da Blumhouse e por isso mesmo é surpreendente. De longe parece ser a produção mais ousada que Jason Blum já apostou.

Aqui a gente revisita a maldição da ‘pata do macaco’ em formato de item colecionável de loja esotérica. O tal “One Wish Willow” concede um único desejo às pessoas em vida e por isso mesmo deveria ser usado com cautela. Mas não espere isso de Bear (Michael Johnston), que pede para que sua crush Nikki (Inde Navarrette) se apaixone perdidamente por ele.

Quem já viu a saga “Mestre dos Desejos” sabe que qualquer pedido mal formulado pode se tornar uma maldição e um pesadelo. E neste caso, o amor trazido pelo amuleto não traz paz nem felicidade ao casal. Conduzindo as cenas com uma boa dose de estranheza e esquisitice, o diretor Curry Barker mostra sem pressa a radical mudança de estilo de vida de Nikki na companhia e na ausência de Bear.

É tudo tão imprevisível nas atitudes da garota que os jumpscares acabam funcionando. Impossível até não lembrar da icônica Pearl em algumas cenas em que a pobre Nikki tenta impressionar seu namorado. Inclusive, a dose de estranheza vai aumentando conforme a duração do filme vai passando, com direito a gore e cenas ainda mais violentas, sem alívio cômico.

No fundo, “Obsessão” é mais que um filme de terror. É também um grito de alerta para relacionamentos tóxicos em que a namorada sempre é vista como “louca”. Assim como em “Acompanhante Perfeita“, temos uma boa metáfora sobre o desejo e o interesse masculino sem medir consequências a respeito do que as mulheres sentem.

Confie no hype da vez e se surpreenda. Ah, e um adendo… em seu primeiro teste como ‘scream queen’, posso afirmar sem erro que Inde Navarrette foi aprovada com todos os méritos.

Escala de tocância de terror:

Título original: Obsession
Diretor: Curry Barker
Roteiro: Curry Barker
Elenco: Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson e outros
Ano de lançamento: 2026

* Filme visto em Cabine de Imprensa promovida pela Espaço Z no Cinemark Rio Mar Recife

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