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EVENTO: macaBRo – Horror Brasileiro Contemporâneo (2020)

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macaBRo CCBB

O Centro Cultural Banco do Brasil promove de 28 de outubro a 23 de novembro a mostra macaBRo – Horror Brasileiro Contemporâneo, um passeio sinistro pela produção audiovisual de terror 100% brasileira. Serão exibidas 44 produções entre longas e curtas-metragens da nova geração de diretores e diretoras, assim como de nomes consagrados como José Mojica Marins, o Zé do Caixão. As exibições serão gratuitas e online na plataforma darkflix.com.br/macabro, serviço de streaming do gênero Cinema Fantástico.  

Os filmes ficarão disponíveis 24 horas e com limite de visualizações no caso dos longas, e durante uma semana, para os curtas. Como forma de diminuir os riscos apresentados pela covid-19, toda a programação será online e contará também com debates e palestras, com inscrições via Sympla, além de cursos e lives no Youtube e Instagram da @blgentretenimento, sem necessidade de inscrição prévia. Todas estas informações também podem ser vistas aqui: https://linktr.ee/blgentretenimento.

O projeto é patrocinado pelo Banco do Brasil e tem produção da BLG Entretenimento. Conta com curadoria de Breno Lira Gomes – curador do festival Maranhão na Tela desde 2007 e de diversas mostras, como a recente “Stephen King – O medo é seu melhor companheiro” – e Carlos Primati, idealizador da mostra “Horror no cinema brasileiro”. A dupla selecionou curtas e longas-metragens produzidos nos últimos cinco anos, entre 2015 e 2019, com data de lançamento até 2020, que continham forte experimentação visual, histórias horripilantes e marcantes. 

Morto Não Fala

Entre os longas-metragens, destacam-se produções que lançaram nomes de relevância no cenário do cinema nacional atual, como o premiado “Morto Não Fala”, de Dennison Ramalho, exibido em mais de 40 festivais no mundo e protagonizado por Daniel de Oliveira, Fabíula Nascimento e Bianca Comparato, “O Animal Cordial”, de Gabriela Amaral Almeida, com Luciana Paes, Murilo Benício e Irandhir Santos, “Sem Seu Sangue”, de Alice Furtado, que estreou no Festival de Cannes, e o aguardado “O Cemitério das Almas Perdidas”, de Rodrigo Aragão. Também estão na lista “Quando Eu Era Vivo”, de Marco Dutra, “Terminal Praia Grande”, de Mavi Simão, “O Clube dos Canibais”, de Guto Parente, “A Casa de Cecília”, de Clarissa Appelt, “Condado Macabro”, de André de Campos Mello e Marcos DeBrito, “Mal Nosso”, de Samuel Galli, entre outros.

Já os curtas-metragens vão integrar sessões homenagens com quatro mini retrospectivas de nomes que se destacaram nos últimos anos no gênero. O público poderá conferir os filmes “O hóspede”, “Não tão longe”, “O desejo do morto”, “Cova aberta”, “Mais denso que o sangue” e “Os mortos”, da produtora paraibana especializada em filmes de gênero Vermelho Profundo; “Uma primavera”, “A mão que afaga” e “Estátua”, da cineasta Gabriela Amaral Almeida; “Nocturnu”, “Amor só de mãe” e “Ninjas”, do diretor Dennison Ramalho; além de quatro curtas, sendo um dirigido e um codirigido pelo também homenageado Zé do Caixão: “O saci”, “Coffin Joe’s Heart Of Darkness”, de Marcelo Colaiacovo, Nilson Primitivo e José Mojica Marins, com trechos inéditos, “Tirarei as medidas do seu caixão”, de Diego Camelo, e “A lasanha assassina”, animação com voz de Mojica e direção de Ale McHado. 

“A mostra macaBRo – Horror Brasileiro Contemporâneo vem para celebrar esse cinema cheio de coragem e vontade de encontrar o seu público. E principalmente, de narrar uma boa história de terror essencialmente brasileira, com temáticas ligadas à nossa cultura. O cinema brasileiro não é feito apenas de um tipo de filme e essa é uma boa oportunidade de valorizarmos ainda mais a recente produção do gênero no país. A mostra é fruto de uma produção atual e pulsante, que reúne uma nova geração de diretores e diretoras, que estão vendo a chance de experimentar dentro da linguagem cinematográfica, lado a lado com nomes já consagrados como o grande mestre José Mojica Marins, o eterno Zé do Caixão”, explica o curador Breno Lira Gomes. 

 MOSTRA MACABRO – HORROR BRASILEIRO CONTEMPORÂNEO  
PROGRAMAÇÃO

28 de outubro, quarta-feira
18h – O Hóspede (curta-metragem), de Anacã Agra e Ramon Porto Mota
19h – Live com a crítica de cinema Beatriz Saldanha e os diretores Ramon Porto Mota e Ian Abé, da produtora homenageada Vermelho Profundo
20h – A Noite Amarela (Acessível: Legenda descritiva e interpretação em Libras), de Ramon Porto Mota

29 de outubro, quinta-feira
16h – Cova Aberta (curta-metragem), de Ian Abé
18h – O Nó do Diabo – Episódio 1, de Ramon Porto Mota
20h – Canto dos Ossos, de Jorge Polo e Petrus de Bairros

30 de outubro, sexta-feira
18h – O Nó do Diabo – Episódio 2, de Gabriel Martins
19h – Live com a pesquisadora Yasmine Evaristo e a produtora Mariah Benaglia e o diretor Jhésus Tribuzi, da produtora homenageada Vermelho Profundo
20h – Os Mortos (curta-metragem), de Jhésus Tribuzi

31 de outubro, sábado
15h – O Nó do Diabo – Episódio 3, de Ian Abé
16h – Curso “Trajetória do horror no cinema brasileiro” com o curador Carlos Primati – Módulo 1: Os primórdios do horror brasileiro (melodramas góticos, comédias de fantasmas e filmes de selva)
18h – O Desejo do Morto (curta-metragem), de Ramon Porto Mota
19h – Debate “O terror e o cinema brasileiro” com a cineasta Gabriela Amaral Almeida, o cineasta Rodrigo Aragão, a crítica de cinema Flávia Guerra. Mediação do curador Carlos Primati.
20h – A Mata Negra, de Rodrigo Aragão

01 de novembro, domingo
16h – O Nó do Diabo – Episódio 4, de Jhésus Tribuzi
18h – Mais Denso que o Sangue (curta-metragem), de Ian Abé
20h – Não tão Longe (curta-metragem), de Ian Abé

02 de novembro, segunda-feira
16h – O Nó do Diabo – Episódio 5, de Ramon Porto Mota
18h – Sem seu Sangue (Acessível: Legenda descritiva e interpretação em Libras), de Alice Furtado
19h – Live com o curador Carlos Primati e a diretora de “Sem seu sangue” Alice Furtado
20h – As Núpcias de Drácula, de Matheus Marchetti

03 de novembro, terça-feira
18h – A Noite Amarela (Acessível: Legenda descritiva e interpretação em Libras), de Ramon Porto Mota
20h – Os Jovens Baumann (Acessível: Legenda descritiva e interpretação em Libras), de Bruna Carvalho Almeida

04 de novembro, quarta-feira
18h – Christabel, de Alex Levy-Heller
19h – Live com a pesquisadora Laura Loguercio Cánepa e a diretora homenageada Gabriela Amaral Almeida
20h – O Animal Cordial, de Gabriela Amaral Almeida

05 de novembro, quinta-feira
18h – Uma Primavera (curta-metragem), de Gabriela Amaral Almeida
20h – #ninfabebê, de Aldo Pedrosa

06 de novembro, sexta-feira
18h – Estátua! (curta-metragem), de Gabriela Amaral Almeida
19h – Live com o curador Breno Lira Gomes e o ator de “Quando eu era vivo” Antonio Fagundes
20h – Quando eu era Vivo, de Marco Dutra

07 de novembro, sábado
14h – O Segredo dos Diamantes, de Helvécio Ratton
15h – A Mão que Afaga (curta-metragem), de Gabriela Amaral Almeida
16h – Curso “Trajetória do horror no cinema brasileiro” com o curador Carlos Primati – Módulo 2: José Mojica Marins e seu legado
18h – O Caseiro, de Julio Santi
19h – Palestra com a cineasta Gabriela Amaral Almeida com o tema “Escrevendo histórias de terror para o cinema”
20h – A Sombra do Pai, de Gabriela Amaral Almeida

08 de novembro, domingo
16h – O Animal Cordial, de Gabriela Amaral Almeida
18h – O Clube dos Canibais, de Guto Parente
20h – Condado Macabro, de Marcos deBrito

09 de novembro, segunda-feira
18h – Quando eu era vivo, de Marco Dutra
19h – Live com o curador Carlos Primati e o diretor de “Quando eu era vivo” e montador dos curtas da homenageada, Marco Dutra
20h – Terminal Praia Grande, de Mavi Simão

10 de novembro, terça-feira
18h – A Sombra do Pai, de Gabriela Amaral Almeida
20h – Terra e Luz, de Renné França

11 de novembro, quarta-feira
18h – A Capital dos Mortos 2: Mundo Morto, de Tiago Bellotti
20h – Nocturnu (curta-metragem), de Dennison Ramalho
21h30 – Live com o crítico Marcelo Miranda e o cineasta homenageado Dennison Ramalho

12 de novembro, quinta-feira
16h – Canto dos Ossos, de Jorge Polo e Petrus de Bairros
18h – Amor só de mãe (curta-metragem), de Dennison Ramalho
20h – Quando o Galo Cantar pela Terceira vez Renegarás tua Mãe, de Aaron Salles Torres

13 de novembro, sexta-feira
18h – O Diabo Mora Aqui, de Rodrigo Gasparini e Dante Vescio
19h – Live com o curador Breno Lira Gomes e a atriz de “Morto não fala” Bianca Comparato
20h – Morto não Fala, de Dennison Ramalho

14 de novembro, sábado
16h – Curso “Trajetória do horror no cinema brasileiro” com o curador Carlos Primati – Módulo 3: Horror anos 80
18h – As Núpcias de Drácula, de Matheus Marchetti
19h – Debate “A atuação no cinema de terror” com a atriz Luciana Paes, a crítica de cinema Cecília Barroso. Mediação do curador Breno Lira Gomes
20h – Christabel, de Alex Levy-Heller

15 de novembro, domingo
16h – Ninjas (curta-metragem), de Dennison Ramalho
18h – Condado Macabro, de Marcos deBrito
20h – Mal Nosso, de Samuel Galli

16 de novembro, segunda-feira
16h – A Casa de Cecília, de Clarissa Appelt
18h – O Caseiro, de Julio Santi
19h – Live com o curador Breno Lira Gomes e a atriz e produtora de “Através da sombra” Virginia Cavendish
20h – Através da Sombra, de Walter Lima Jr.

17 de novembro, terça-feira
16h – Morto não Fala, de Dennison Ramalho
18h – Terra e Luz, de Renné França
20h – A Capital dos Mortos 2: Mundo Morto, de Tiago Belotti

18 de novembro, quarta-feira
18h – O Clube dos Canibais, de Guto Parente
20h – O Saci (curta-metragem), de José Mojica Marins

19 de novembro, quinta-feira
16h – A Lasanha Assassina (curta-metragem), de Ale McHaddo
18h -#ninfabebê, de Aldo Pedrosa
20h – Mal Nosso, de Samuel Galli

20 de novembro, sexta-feira
18h – O Segredo de Davi (Acessível: Legenda descritiva), de Diego Freitas
19h – Live com o curador Breno Lira Gomes e o ator de “O segredo de Davi” Nicolas Prattes
20h – Tirarei as Medidas do seu Caixão (curta-metragem), de Diego Camelo

21 de novembro, sábado
14h – O segredo dos Diamantes, de Helvécio Ratton
16h – Curso “Trajetória do horror no cinema brasileiro” com o curador Carlos Primati – Módulo 4: O horror no cinema brasileiro contemporâneo
18h – Os Jovens Baumann, de Bruna Carvalho Almeida
19h – Palestra com a pesquisadora e crítica de cinema Beatriz Saldanha com o tema “Diretoras e o terror”
20h – A Casa de Cecília, de Clarissa Appelt

22 de novembro, domingo
16h – Através da Sombra, de Walter Lima Júnior
18h – Coração das trevas (Coffin Joe’s Heart of Darkness – curta-metragem)
20h – Quando o Galo Cantar pela Terceira Vez Renegarás tua Mãe, de Aaron Salles Torres

23 de novembro, segunda-feira
18h – O Cemitério das Almas Perdidas, de Rodrigo Aragão
19h – Live com o curador Carlos Primati e o diretor de “O cemitério das almas perdidas” e “A Mata Negra”, Rodrigo Aragão
20h – A Mata Negra, de Rodrigo Aragão

Mostra macaBRo – Horror Brasileiro Contemporâneo 
Realização
: Centro Cultural Banco do Brasil 
Curadoria: Breno Lira Gomes e Carlos Primati 
Data: De 28 de outubro a 23 de novembro 
Exibições gratuitas e online: www.darkflix.com.br/macabro  

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EVENTO: Lançamento do livro “O hóspede” (2022)

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O Hóspede

O cineasta e pesquisador Leo Falcão estreia na literatura com o livro de contos “O hóspede”. Com edição pela Vacatussa e ilustrações feitas pelo próprio autor, o livro já está à venda no site da editora (www.vacatussa.com.br) e será lançado em evento presencial no Cinema do Museu – Fundaj, sábado, dia 28 de maio, às 16 horas. No evento, com entrada gratuita, será exibida uma mostra dos curtas de Leo Falcão, seguida de conversa do autor sobre sua produção ficcional. A entrada é gratuita.

O hóspede reúne oito contos de ficção com histórias povoadas por seres misteriosos, fatos estranhos e acontecimentos inexplicáveis. Embora os contos possam ser lidos de forma independente, uma leitura do conjunto revela alguns pontos de contato entre as narrativas, permitindo ao leitor adentrar no universo ficcional do livro e vivenciar, ele próprio, a experiência dos personagens.

Em meio a histórias de pesquisas em documentos históricos, expedições arqueológicas, turbulências aéreas, disputas empresariais, reflexões sobre a arte e a religião; o leitor vai coletando pistas e estabelecendo conexões, num processo em que a leitura vira uma espécie de investigação, na tentativa de desvendar os estranhos acontecimentos que entrelaçam os contos.

Uma variedade que se traduz em escolhas narrativas. Por diferentes perspectivas, com cada conto em seu próprio ritmo e estilo, o escritor nos apresenta um mundo semelhante ao nosso, mas envolto numa aura sobrenatural. Apesar dos diversos caminhos abertos pelo autor, eles convergem para um único personagem, em torno do qual orbitam as histórias. Um eixo que às vezes se impõe com protagonismo, ora é apenas um tema abstrato, ora assume o papel de narrador e às vezes aparece como um mero coadjuvante.

“O hóspede” é o primeiro livro de uma série de obras que Leo Falcão vem desenvolvendo para expandir esse universo ficcional, inclusive com alguns pontos de contatos com sua produção audiovisual. Os contos reunidos na obra foram escritos e sendo revisitados pelo autor por quase 20 anos. Durante esse período, apenas o conto Tempestade foi publicado numa versão em inglês (The storm) na Greenbeard Magazine Winter Issue, em 2010, com tradução de Mariana Sabino. Todos os outros permaneceram inéditos até agora.

Sobre o autor – Leo Falcão tem uma trajetória dentro das narrativas contemporâneas consolidada ao longo de 25 anos como cineasta, acadêmico e designer de conteúdo. Hoje, além de cinema, TV e streaming, seu trabalho abrange várias áreas, como literatura, teatro, jogos e artes integradas, unindo a prática criativa (que vai de roteiros audiovisuais a projetos transmídia) com a reflexão científica. É também músico, doutor em Design e professor. O filme Sujeito Oculto, seu primeiro longa-metragem de ficção, venceu o Prêmio de Melhor Filme no festival Fantaspoa, em Porto Alegre.

Lançamento do livro “O hóspede”
Onde: Cinema do Museu (Av. 17 de Agosto, 2187 – Casa Forte, Recife-PE).
Quando: Dia 28 de maio, às 16h.
Entrada gratuita
Mais infos: www.vacatussa.com.br

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CCBB RJ: Mulheres Mágicas – Reinvenções da Bruxa no Cinema (13/04 a 09/05)

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CCBB

A mostra Mulheres mágicas: reinvenções da bruxa no cinema investiga como a figura da bruxa, entendida em um sentido amplo, foi construída ao longo da história do cinema. Essa personagem tão popular é vista em sua complexidade: nem positiva ou negativa, mas como uma potente via de investigação sobre as representações dos corpos e saberes femininos em imagem. O projeto é patrocinado pelo Banco do Brasil.

Mulheres mágicas: reinvenções da bruxa no cinema teve início no CCBB Brasília (9 a 20 de março), foi apresentada no CCBB São Paulo (11 a 28 março) e chega ao Rio de Janeiro em 13 de abril. O catálogo virtual pode ser baixado no site da mostra e do CCBB.

Os filmes que integram a mostra apresentam a bruxa como aquela que dialoga com outros tempos e mundos, que desafia as normas de sua época, que leva adiante os conhecimentos tradicionais de cura de gerações passadas. Serão exibidas, no cinema do CCBB, 25 produções, de longa e curta-metragem, de vários países e gêneros, com destaque para obras de realizadoras mulheres, desde O reino das fadas (1903), do pioneiro George Méliès, passando por Praise House (1991), curta da aclamada diretora Julie Dashaté obras mais recentes como Eu não sou uma bruxa (2017), primeiro longa da diretora galesa nascida no Zâmbia Rungano Nyoni, que terá uma sessão comentada por Nathalia Cipriano, no dia 22/04.

Dois filmes ficarão disponíveis gratuitamente no site www.mulheresmagicas.com: Feiticeiras, minhas irmãs (Camille Ducellier, 2010), de 13 a 19 de abril; e A árvore de zimbro (Nietzchka Keene, 1990), de 21 a 27 de abril.

No canal do YouTube o público pode assistir, a partir de 15/04, às 10h, o debate gravado A bruxa do amor: uma conversa com Anna Biller(EUA), diretora do filme, com mediação de Analu Bambirra e legendas em português; e no dia 19/04, às 19h, a mesa de debate Esses corpos insubmissos, com Noá Bonoba, Lorenna Rocha e Ramayana Lira e tradução para LIBRAS.

A programação conta ainda com duas sessões infantis do clássico O mágico de Oz (Victor Fleming, 1939) dublado. Será realizada também uma sessão inclusiva com legendagem descritiva, no dia 1º de maio, com quatro curta metragens – O reino das fadas (16′, George Méliès, 1903), Transformations (9′, Barbara Hirschfeld,1976), Amarração (7′, Hariel Revignet, 2020) e Praise House (28′, Julie Dash, 1991).

Será realizada uma masterclass internacional com a pensadora Silvia Federici, professora emérita da Universidade de Hofstra, em Nova York, autora do livro Calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva, que serviu de base para a curadoria. A masterclass, com data a ser confirmada, será transmitida pela plataforma Zoom, terá mediação da curadora Carla Italiano e tradução simultânea para português e LIBRAS. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no formulário: https://forms.gle/uSXFUdMp9VUw64nRA

“Indo além de uma visão ocidental, trazemos a bruxa também da perspectiva das mulheres artistas e cineastas, em diferentes países e contextos, apresentando uma visão ‘decolonial’ que pensa o caráter consubstancial de questões de gênero, raciais e geopolíticas que incidem sobre essas representações.”, comenta Carla Italiano.

PROGRAMAÇÃO CCBB RJ 

Quarta, 13.04 

18h [Abertura] A árvore de zimbro (78’, Nietzchka Keene, 1990) | 12 anos.

Sessão comentada pela prof. Roberta Veiga

Quinta, 14.04

18h30 Dias de Ira (98', Carl Th. Dreyer, 1943) | 12 anos.

Sexta, 15.04

18h A bruxa do amor (120’, Anna Biller, 2016) | 14 anos.


Sábado, 16.04

15h30 [Sessão infantil] O Mágico de Oz (101', Victor Fleming, 1939) [dublado] | Livre

18h Suspiria (98', Dario Argento, 1977) [v. inglês] | 16 anos.

Domingo, 17.04

15h30 Häxan - a feitiçaria através dos tempos (105', Benjamin Christensen, 1922) | 12 anos.

18h The Witch's Cradle (12', Maya Deren, 1943); Olá, Rain (30', C.J. Obasi, 2014);

Feiticeiras, minhas irmãs (31', Camille Ducellier, 2010) | 16 anos.

Segunda, 18.04

18h30 A máscara de Satã (87', Mario Bava, 1960) | 14 anos.

Quarta, 20.04

19h Kaapora - o chamado das matas (20', Olinda Muniz Wanderley Yawar, 2020)

A dupla jornada (53’, Helena Solberg, 1975) | 12 anos


Quinta, 21.04

16h O reino das fadas (16', George Méliès, 1903); 
Transformations (9', Barbara Hirschfeld,1976); 
Amarração (7', Hariel Revignet, 2020); 
Praise House (28', Julie Dash, 1991) | 14 anos.

18h Sortilégio do amor (106', Richard Quine, 1958) | 12 anos.

Sexta, 22.04

18h Eu não sou uma bruxa (93', Rungano Nyoni, 2017) | 12 anos

*Sessão comentada por Nathalia Cipriano


Sábado 23.04

15h20 Amores divididos (110', Kasi Lemmons, 1997) | 14 anos.

18h O martelo das bruxas (102', Otakar Vávra, 1969) | 14 anos.

Domingo, 24.04

15h O mágico de Oz (101', Victor Fleming, 1939) [legendado] | Livre

17h30 Quem tem medo de ideologia? Parte 2 (38', Marwa Arsanios, 2020); 
Borderhole (14', Nadia Granados e Amber Bemak, 2017); 
La cabeza mató a todos (8', Beatriz Santiago Muñoz, 2014); 
Boca de loba (19', Bárbara Cabeças, 2018). 16 anos


Quarta, 27.04 

18h30 Temporada das bruxas (104', George A. Romero, 1972) | 14 anos.


Quinta, 28.04 

18h40 The Witch's Cradle (12', Maya Deren, 1943); 
Olá, Rain (30', C.J. Obasi, 2014); 
Feiticeiras, minhas irmãs (31', Camille Ducellier, 2010). 16 anos.


Sexta, 29.04

18h30 Häxan - a feitiçaria através dos tempos (105', Benjamin Christensen, 1922) | 12 anos.


Sábado, 30.04

15h30 A máscara de Satã (87', Mario Bava, 1960) | 14 anos.

17h30 A bruxa do amor (120’, Anna Biller, 2016) | 14 anos.

Domingo. 1.05

15h30 O reino das fadas (16', George Méliès, 1903); 
Transformations (9', Barbara Hirschfeld,1976); 
Amarração (7', Hariel Revignet, 2020); 
Praise House (28', Julie Dash, 1991). 14 anos 
[Acessibilidade: legendas descritivas]

17h30 Sortilégio do amor (106', Richard Quine, 1958) | 12 anos.

 
Segunda 2.05

18h30 Suspiria (98', Dario Argento, 1977) [v. italiano] | 16 anos.


Quarta, 4.05

18h40 Quem tem medo de ideologia? Parte 2 (38', Marwa Arsanios, 2020); 
Borderhole (14', Nadia Granados e Amber Bemak, 2017); 
La cabeza mató a todos (8', Beatriz Santiago Muñoz, 2014); 
Boca de loba(19', Bárbara Cabeças, 2018).  16 anos.

Quinta 5.05

18h30 O martelo das bruxas (102', Otakar Vávra, 1969) | 14 anos.

Sexta 6.05

18h10 Amores divididos (110', Kasi Lemmons, 1997) | 14 anos.

 
Sábado 7.05 

15h Dias de Ira (98', Carl Th. Dreyer, 1943) | 12 anos

17h50 A árvore de zimbro (78’, Nietzchka Keene, 1990) | 12 anos

 
Domingo 8.05

14h30 [Sessão infantil] O Mágico de Oz (101', Victor Fleming, 1939) [dublado] | Livre

17h Kaapora - o chamado das matas (20', Olinda Muniz Wanderley Yawar, 2020) | 12 anos 
A dupla jornada (53’, Helena Solberg, 1975)  | 12 anos

 
Segunda 9.05

18h30 Temporada das bruxas (104', George A. Romero, 1972) | 14 anos.


EXIBIÇÕES ONLINE GRATUITAS

Site: www.mulheresmagicas.com

- 13 a 19 de abril - Feiticeiras, minhas irmãs (31', Camille Ducellier, 2010) | 16 anos

- 21 a 27 de abril - A árvore de zimbro (78’, Nietzchka Keene, 1990) | 12 anos

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EVENTO: Mulheres Mágicas – Reinvenções da Bruxa no Cinema (2022)

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Reinvenções da Bruxa no Cinema

No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo apresenta a mostra “Mulheres Mágicas: Reinvenções da Bruxa no Cinema“. O evento acontece de 11 a 28 de março de forma híbrida, com sessões presenciais e debates e encontros online.

Com uma seleção de 25 filmes, entre clássicos e contemporâneos, longas e curtas, de ficção, documentário, experimental e performances de países como Islândia, Nigéria, Dinamarca, República Tcheca, Síria, Zâmbia, França, Itália, EUA e América Latina, a mostra traz um olhar de como a figura da “bruxa” foi construída ao longo da história do cinema.

A programação foi dividida em dois eixos temáticos. De um lado, os principais estereótipos que formam o arquétipo da bruxa no cinema ocidental como os contos de fadas, as releituras históricas da caça às bruxas medieval, as mulheres monstruosas do cinema de horror e a hiper-sensualidade, contendo obras clássicas de mestres do cinema como “Dias de Ira”  de Carl Theodor Dreyer, “O Reino das Fadas” de Georges Méliès, “Suspiria”, de Dario Argento, “Temporada das Bruxas” de George A. Romero, “O Mágico de Oz”, de Victor Fleming, e o lendário filme mudo sueco “Häxan – A feitiçaria através dos tempos“.

Já no segundo eixo, a mostra apresenta contrapontos de reinvenção dessa figura, com destaque para filmes de cineastas mulheres e para uma perspectiva “decolonial”, como releituras dos contos de fada tradicionais; de mulheres que se autodeclaram feiticeiras contemporâneas; e obras marcadas por sensibilidades negras afro-diaspóricas ou que trazem saberes de povos tradicionais e indígenas, com obras de importantes diretoras do cinema mundial como “Covil das Bruxas”, da ucraniana Maya Deren, “Amores Divididos”, da americana Kasi Lemmons, o islandês “A Árvore de Zimbro“, que tem como protagonista a cantora Bjork, “A Bruxa do Amor“, da americana Anna Biller, “A Dupla Jornada”, da brasileira Helena Solberg, “Eu não sou uma bruxa”, da diretora do Zâmbia Rungano Nyoni, entre outras.

Destaque para a masterclass virtual, no dia 09 de abril, com a pensadora e escritora italiana Silvia Federici, autora dos livros “Calibã e a Bruxa“, “O Ponto Zero da Revolução” e “Mulheres e Caça às Bruxas“. Radicada nos EUA desde 1967, onde foi cofundadora do International Feminist Collective, a escritora participou da Campanha por um salário para o trabalho doméstico.

A programação conta ainda com um ciclo de debates com convidados nacionais e internacionais. No dia 11/03, às 17h, o evento abre com debate presencial sobre o filme “Dias de Ira” (1943, de Carl Theodor Dreyer, 97′), com comentários dos(as) pesquisadores(as) Aaron Cutler e Mariana Shellard (Mutual Films). No dia 19/03 (sábado), às 16h30, será exibido “Amores Divididos” (1997, de Kasi Lemmons, 110′), com comentários da prof. Tatiana Carvalho Costa (Una/BH), também no formato presencial.

Já os debates online acontecem no canal do Youtube da mostra. A Conferência de Abertura – Reinvenções da Bruxa no Cinema [LIBRAS], acontece no dia 12/03 (sábado), às 16h, com a prof. Roberta Veiga e as coordenadoras da mostra Carla Italiano e Tatiana Mitre. No dia 15/03 (terça), às 19h30, acontece a Mesa – Caça às bruxas medieval: releituras históricas, com os(as) pesquisadores(as) Gabriela Müller Larocca (PR) e Leonardo Amaral (MG) e mediação de Glênis Cardoso (Verberenas). No dia 20/03 (domingo), às 16h, a Mesa – Reencantar o mundo: bruxa e perspectivas decoloniais, com a pesquisadora Letícia Bispo (Verberenas), a prof. Milene Migliano (UFRB) e a cineasta indígena Olinda Muniz Wanderley; no  dia 22/03 (terça), às 19h30, a Mesa – Mulheres monstruosas e cinema de horror [LIBRAS], com a prof. Laura Cánepa (Anhembi Morumbi) e a pesquisadora Yasmine Evaristo (MG) com mediação de Camila Macedo (PR) e no dia 26/03 (sábado), às 15h30, acontece a Conferência internacional [LIBRAS], uma conversa com Teresa Castro (prof. Paris 3 – Université Sorbonne Nouvelle)

 

Programação completa: bb.com.br/cultura

 

MULHERES MÁGICAS: REINVENÇÕES DA BRUXA NO CINEMA

LISTA DE FILMES 

1. O Reino das fadas (Le royaume des fées), George Méliès (1903, França, 16′) | Livre

2. Häxan – A feitiçaria através dos tempos, Benjamin Christensen (1922, Suécia, 105′) | 12 anos

3. O Mágico de Oz (The Wizard of Oz), Victor Fleming (1939, EUA, 101′) | Livre

4. Dias de Ira (Day of Wrath), Carl Th. Dreyer (1943, Dinamarca, 98′) | 12 anos

5. O Covil das Bruxas, Maya Deren (1943, EUA, 12′) | Livre

6. Sortilégio do Amor (Bell, Book and Candle), Richard Quine (1958, EUA, 106′) | 12 anos

7. A Máscara de Satã (Black Sunday), Mario Bava (1960, Itália, 87′) | 14 anos

8. O Martelo das Bruxas (Witches’ Hammer), Otakar Vávra (1969, República Tcheca, 102′) | 14 anos

9. Temporada das bruxas (Season of the Witch/Hungry Wives), George A. Romero (1972, EUA, 104′) | 14 anos

10. A dupla jornada, Helena Solberg (1975, Argentina/Bolivia/México/Venezuela, 53′) | Livre

11. Transformations, Barbara Hirschfeld (1976, EUA, 9′) | Livre

12. Suspiria, Dario Argento (1977, Itália, 98′) | 16 anos

13. A Árvore de Zimbro (The Juniper Tree), Nietzchka Keene (1990, Islândia/EUA, 78’) | 12 anos

14. Praise House, Julie Dash (1991, EUA, 28′) | Livre

15. Amores Divididos (Eve’s Bayou), Kasi Lemmons (1997, EUA, 110’) | 14 anos

16. Feiticeiras, minhas irmãs (Sorcières, mes soeurs), Camille Ducellier (2010, França, 31′) | 14 anos

17. Olá, Rain (Hello, Rain), C.J. Obasi (2014, Nigéria, 30′) | 12 anos

18. La Cabeza Mató a Todos, Beatriz Santiago Muñoz (2014, Porto Rico, 8′)  | Livre

19. A Bruxa do Amor (The love witch), Anna Biller (2016, EUA, 120’) | 14 anos

20. Borderhole, Nadia Granados e Amber Bemak (2017, EUA/Colômbia, 14′)  | 16 anos

21. Eu não sou uma bruxa (I am not a witch), Rungano Nyoni (2017, Zâmbia/Reino Unido, 93′)  | 12 anos

22. Boca de Loba, Bárbara Cabeças (2018, Brasil, 19′) | 14 anos

23. Quem tem medo de ideologia? – Parte 2 (Who is afraid of ideology?), Marwa Arsanios (2020, Líbano/Síria, 38′) | 12 anos

24. Amarração, Hariel Revignet (2020, Brasil, 7′)  | 14 anos

25. Kaapora – o chamado das matas, Olinda Muniz Wanderley (2020, Brasil, 21′)  | 12 anos

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

 

DEBATES PRESENCIAIS

CCBB SÃO PAULO

 

11 de março (sexta) – 17h

Abertura: Dias de Ira (1943, Carl Theodor Dreyer, 97′)

Com comentários dos(as) pesquisadores(as) Aaron Cutler e Mariana Shellard (Mutual Films)

 

19 de março (sábado) – 16h30

Exibição de Amores Divididos (1997, Kasi Lemmons, 110′)

Com comentários da prof. Tatiana Carvalho Costa (MG)

 

DEBATES ONLINE 

12 de março (sábado) – 16h

Conferência de abertura – Reinvenções da bruxa no cinema [LIBRAS]

Com a prof. Roberta Veiga e as coordenadoras da mostra Carla Italiano e Tatiana Mitre

 

15 de março (terça) – 19h30

Mesa – Caça às bruxas medieval: releituras históricas

Com os(as) pesquisadores(as) Gabriela Müller Larocca (PR) e Leonardo Amaral (MG)

Mediação: Glênis Cardoso (Verberenas)

 

19 de abril (terça) – 19h

Mesa – Esses corpos insubmissos

Com a realizadora Noá Bonoba (CE), a crítica Lorenna Rocha (PE) e a prof. Ramayana Lira (UNISUL)

 

20 de março (domingo) – 16h

Mesa – Reencantar o mundo: bruxa e perspectivas decoloniais

Com a pesquisadora Letícia Bispo (Verberenas), a cineasta Olinda Muniz Wanderley e a prof. Milene Migliano (UFRB)

 

22 de março (terça) – 19h30

Mesa – Mulheres monstruosas e cinema de horror [LIBRAS]

Com a prof. Laura Cánepa (Anhembi Morumbi) e a pesquisadora Yasmine Evaristo (MG). Mediação: Camila Macedo (UNESPAR)

 

26 de março (sábado) – 15h

Conferência internacional [LIBRAS]

Uma conversa com Teresa Castro (prof. Paris 3 – Université Sorbonne Nouvelle)

 

MASTERCLASS

9 de abril (sábado) – tarde

Masterclass internacional

Com a pensadora e escritora Silvia Federici (EUA – autora de Calibã e a bruxa)

Mediação: Carla Italiano [tradução simultânea / LIBRAS]

 

19 de abril (terça) – 19h

Mesa – Esses corpos insubmissos [LIBRAS]

Com a realizadora Noá Bonoba (CE), a crítica Lorenna Rocha (PE) e a prof. Ramayana Lira (UNISUL)

 

 

Mostra “Mulheres mágicas: reinvenções da bruxa no cinema” 

Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

Período: 11 a 28 de março

Ingressos: Pelo site bb.com.br/cultura e na bilheteria a preços populares (R$ 10 inteira / R$ 5 meia)

Classificação indicativa: De Livre a 16 anos, consultar programação.

Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico, Triângulo SP, São Paulo–SP

Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô

Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 19h, exceto às terças

Informações: (11) 4297-0600

Estacionamento conveniado: Rua da Consolação, 228.

Valor: R$ 14 pelo período de até 6 horas. É necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB.

Traslado gratuito até o CCBB. No trajeto de volta, a van tem parada na estação República do Metrô.

 

Mais informações: http://bb.com.br/cultura | twitter.com/ccbb_sp | facebook.com/ccbbsp | instagram.com/ccbbsp

ccbbsp@bb.com.br

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