Críticas
CRÍTICA: Invocação do Mal 2 (2016)

[Por Jarmeson de Lima]
Existe muita coisa errada neste Invocação do Mal 2 (The Conjuring 2). Mas o pior de tudo é tratar o espectador como uma criança de cinco anos que precisa ver tudo bem mastigado com explicações, flashbacks e letreiros no final. É em suma um filme que não cumpre o que promete, ainda mais por vir cercado de um grande marketing e muitas expectativas, além das inevitáveis pegadinhas do SBT.
Na boa, galera, já passou da hora de um pessoal parar de endeusar James Wan como sendo o grande nome do horror atual. Ele é, no máximo, o Coldplay do Terror. Começou bem, pareceu que ia deslanchar, mas caiu em clichês e autorepetições com obras que dá ao público menos exigente aquilo que ele deseja.

E é bem esse o mal que este filme carrega. Se você já viu Sobrenatural (Insidious) 1, 2 ou 3, A Entidade (Sinister) 1 ou 2 ou mesmo o primeiro Invocação do Mal, vai perceber que há muitos lugares-comuns nesta continuação.
Exemplos não faltam… Sabe aquela cena em que um objeto se move e sai do lugar quando ninguém está olhando? Tem nele. Sabe aquele brinquedo ou objeto barulhento que se liga sozinho no meio da noite? Tá lá. Sabe aquela musiquinha infantil que toca numa cena com um tom sinistro? Advinha só se tem… Isso sem falar dos habituais jumpscares e dos vilões sobrenaturais que são retratados como idosos rejeitados ou sujeitos sem família que aparecem para acabar com o sossego de pais e filhos.

Das duas uma… ou as ideias geniais de James Wan acabaram e ele está claramente se repetindo, ou a gente superestimou a capacidade dele. Aliás, neste filme uma coisa fica mais clara. A capacidade de criar visualmente alguns seres estranhos é louvável. A imagem da “freira do mal” e do “homem torto” neste filme são realmente memoráveis. Ponto para a equipe de design e efeitos visuais dele. Mas só isso não conta, né…
Tudo bem que Invocação do Mal 2, assim como o primeiro filme, se baseia em um caso real vivenciado pelo casal Warren. Mas ainda assim não se justifica uma série de excessos, edições equivocadas e uma trilha sonora que, PELOAMORDEDEUS, ou é óbvia (O filme se passa em Londres nos anos 70… e qual a primeira música que toca pra contextualizar a gente? “London Calling” do The Clash) ou encaixa músicas boas em momentos inapropriados. Impossível não ficar constrangido ou rir na hora em que começa a tocar uma balada do Bee Gees em um momento crucial para a trama.

Em se tratando de uma história que envolve Casas Mal Assombradas e possessão, o filme deixa a desejar em muitos aspectos. Seria covardia comparar com outros filmes do gênero porque Invocação 2 perderia feio, mas para não dizer que é uma total perda de tempo, vale destacar o elenco principal e a atuação da jovem Madison Wolfe como Janet Hodgson, uma das vítimas do caso Enfield.
Mas sabe a real… você não perde muita coisa em ver este filme. A menos que seja fã de Coldplay/James Wan e queira completar a coleção, tudo o que ele apresenta já está nas obras citadas anteriormente. Arrisque sabendo que o medo passa longe e que a conclusão dele é frustrante.

Diretor: James Wan
Roteiro: Chad Hayes, Carey Hayes, James Wan e David Leslie Johnson
Elenco: Vera Farmiga, Patrick Wilson, Frances O’Connor e Madison Wolfe
País: EUA
Ano: 2016
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Críticas
CRÍTICA: Águas Mortais (2026)
“Águas Mortais” é mais um filme de catástrofe com tubarões, trazendo a conhecida fórmula de passageiros ilhados no oceano e predadores famintos à espreita

Filmes de tubarão parecem nunca sair de moda e estreou nesta semana (23/07/26) mais um exemplar de filme de catástrofe com os bichinhos, que tem o “maravilhoso” título de “Águas Mortais” (Deep Water).
A trama acompanha passageiros e tripulantes de um voo com destino a Xangai que se envolvem em um grave acidente quando uma carga explode e causa a queda do avião no meio do Oceano Pacífico. Os sobreviventes terão que descobrir um meio de sair de uma situação que se agrava à medida que vários tubarões famintos querem fazer deles a próxima refeição.

Vou começar deixando claro que o filme é um amontoado de clichês do cinema de catástrofe e que não foi o primeiro a usar essa premissa para inserir tubarões no meio. “Desespero Profundo” (2024) está aí para provar, mesmo sendo bastante inferior ao filme de que estamos falando. Quem já assistiu a filmes do gênero vai se sentir em casa ao esbarrar em estereótipos clássicos, como o herói com traumas, o personagem escroto e, claro, crianças em perigo.
O grande chamariz para mim foi a presença de Ben Kingsley, ator renomado e premiado que faz aqui uma participação especial nos moldes de atores famosos de filmes de catástrofe dos anos 70. O personagem não agrega muito e tem momentos bem piegas no curto tempo em tela. Outro ator famoso é Aaron Eckhart, mais conhecido pelo vilão Duas-Caras na trilogia do Batman de Christopher Nolan.

O diretor “faz-tudo” de Hollywood, Renny Harlin, realiza um trabalho competente aqui, principalmente na cena do acidente e, depois, ao apresentar a ameaça bem aos moldes de “Do Fundo do Mar” (1999) que, por sinal, ele também dirigiu e que guarda semelhanças, como os tubarões de visual PlayStation e velocidade 2.0.
Uma coisa que eu tenho que comentar é a famigerada tela verde, que aqui se faz notar a todo momento em lugares abertos. Fica nítida a artificialidade do mar aberto. Parece que os atores foram “colados” na cena de qualquer jeito, e para cair no vale da estranheza é um pulo.

“Águas Mortais” é um filme extremamente clichê, mas conseguiu me divertir em boa parte do tempo, mesmo pecando por não ser tão corajoso. Em um dia chuvoso e nessa estação invernal, é uma ótima pedida. Já para quem é rato de filme de tubarão, existe uma cena que é praticamente copia e cola de “O Último Tubarão” (L’ultimo squalo, 1981).
Título original: Deep Water
Direção: Renny Harlim
Roteiro:Pete Bridges, Shane Armstrong e S.P Kause
Elenco: Aaron Eckhart, Ben Kingsley e outros
Ano de lançamento: 2026
* Este texto foi escrito por um humano sem o uso de IA
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Eu tenho um carinho especial por Until Dawn. Foi o game que me fez querer de fato um PlayStation 4. Tanto é que ganhei da minha irmã pouco antes de ter o console. E como sabem, slashers são minha paixão antiga. Com isso, a chance de moldar os eventos do game foi muito tentadora. O jogo é uma clássica história desse subgênero e no fim me diverti muito. E quando o filme foi anunciado, fiquei cabreiro. Quando saiu o trailer, o receio parecia real. Hoje, tendo assistido ao longa “Until Dawn – Noite de Terror“, fiquem com as minhas impressões abaixo…

Antes, vamos ao enredo. Uma garota viaja acompanhada com seus amigos a procura de pistas de sua irmã desaparecida um ano atrás. A busca os leva para uma casa no meio do nada que esconde um segredo mortal: todas as noites algo tenebroso ronda o local e o objetivo é sobreviver até o amanhecer, sendo que a morte não significa o fim. Uma vez tendo falhado, você volta pouco antes do anoitecer para uma nova rodada de terror com novas ameaças, repetindo o ciclo até conseguir derrotar as criaturas terríveis ou se tornar parte da escuridão.
Olha, eu nunca imaginei uma adaptação direta do game porque por mais que tenha gostado no fim é uma história básica… Um slasher com todos os clichês possíveis com o diferencial da possibilidade de moldar a história. A adaptação me pareceu ser um roteiro que já estava pronto e os roteiristas e diretor só incluíram alguns detalhes visuais do jogo pra justificar o título como um desses filmes com loop de tempo.

Nunca reclamei de elenco de slashers… Geralmente são atores fracos mesmo e em início de carreira, mas aqui eles meteram o louco e escalaram atores tão ruins, mas tão ruins que não conseguem nem o básico. Sério, fiquei impressionado com a mediocridade desses personagens mesmo sendo rascunho de pessoas e sendo estereótipos ambulantes.
A trama segue fraca servindo uma colcha de retalhos de vários estilos, mas nenhum deles realmente dignos de nota. “Until Dawn” tem, obviamente, jumpscares tão cretinos que até eu que levo susto com minha sombra não fui afetado. O real chamariz é o gore e o filme de fato justifica sua classificação 18 anos. O sangue, vísceras e partes de corpos explodem com gosto pra cima da tela.

Esse filme faz parte de uma iniciativa da PlayStation em expandir suas franquias para outras mídias. Na Tv e no streaming, por exemplo, a série “The Last Of Us” está sendo um sucesso total, mas no cinema, a empresa de games ainda não encontrou algo pra chamar de hit. Basta ainda lembrar do fraco “Uncharted: Fora do Mapa” (2023).
Mas bem, sinceramente esperem “Until Dawn – Noite de Terror” em algum serviço de streaming porque no cinema não dá pra recomendar.
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Alexandre Aja, diretor deste “Não Solte!” (Never Let Go), tem uma trajetória, no mínimo irregular. Após ter se destacado com “Alta Tensão“, exemplar do New French Extremity, ele foi pra Hollywood e assumiu coisas como o remake de “Viagem Maldita” e “Piranha“, mas fez obras originais como “Predadores Assassinos“. Entretanto, no caso do novo filme que está chegando aos cinemas, a assinatura de Aja está apenas nos créditos, porque aparentemente não tem nada nele que remeta ao que ele é capaz de fazer com gore e ultra violência.

Se ignorar esse aspecto e quem o dirige, ainda assim, poderemos perceber que “Não Solte!” tem uma história confusa e, bem, pouco amarrada (com o perdão do trocadilho). Sem muitas explicações além de divagações narradas por duas crianças, o filme apresenta uma família em uma velha casa de madeira no meio do mato. A mãe de dois garotos é Halle Berry que os protege do Mal que está a espreita na floresta e em qualquer lugar fora de seu lar.
Diante de alucinações, flashbacks e cenas de susto gratuito, ficamos sabendo que a única forma segura de sair da casa para caçar, pegar alimentos e passear com o cachorro é andar amarrado a uma corda que está presa às fundações da casa. Isso tudo porque eles vivem em um mundo pós-apocalíptico onde o Mal pode lhes alcançar se não estiverem junto da corda e não rezarem e pagarem penitência após voltar.

E para garantir que o medo que a Momma tem é real, desde o começo compartilhamos das visões que ela tem a respeito das criaturas mortas que a perseguem assim que ela pisa o pé fora do seu lar. É por isso que ela superprotege os garotos e zela por eles desde a hora que acorda até quando vão dormir.
Desta forma podemos presumir que em termos metafóricos, a corda com centenas de metros de comprimento é como se fosse um longo cordão umbilical que faz com que as crianças não se afastem da mãe e do conforto da família. Sendo que quando um dos meninos começa a questionar a privação de liberdade, os perigos começam a ficar mais evidentes.

O problema todo é que tem mandinga e reza demais para pouca história. A maior parte das cenas se resume a ver a família dentro da casa ou saindo para andar na floresta caçar esquilos, coelhos ou grilos. Nessas idas e vindas até rola um paralelo com o contexto inicial de “Maria e João” mostrando que também estão numa terra escassa e sem alimentos. E para manter a nossa atenção, Aja insere um vulto, um susto aqui e ali e uns pesadelos que mostram o que ocorre com meninos teimosos quando se soltam da corda de alguma forma.
Por fim, digo-lhes que é preciso ser muito crédulo (ops!) para achar que apenas isso aí seria suficiente para assombrar as plateias. Ok, no final do segundo ato, acontece algo chocante e inesperado, mas a partir daí acredito que muita gente já tenha largado a mão de “Não Solte!”.
Título Original: Never Let Go
Direção: Alexandre Aja
Elenco: Halle Berry, Percy Daggs IV e Anthony B. Jenkins
Roteiro: KC Coughlin e Ryan Grassby
Ano de lançamento: 2024
* Filme visto em Cabine de Imprensa promovida pela Espaço Z no Cinemark RioMar
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Lucas
9 de junho de 2016 às 21:13
vi uma pontinha pequenina de alguém que viu o filme, não entendeu e ficou criticando… somente uma pontinha, não é nd pessoal, só é falta de atenção pra postar uma resenha…
Blog Toca o Terror
9 de junho de 2016 às 22:00
O filme é fácil de entender. Não tem plot-twist nem narrativa não-linear.
Lucas
9 de junho de 2016 às 22:05
Não é o que parece aí em cima
Blog Toca o Terror
9 de junho de 2016 às 22:24
Pode reler. Não tem mistério algum.
João Paulo
11 de junho de 2016 às 22:14
Penso o mesmo Lucas, assisti hoje o filme e muitas coisas que colocaram aí no post não procedem. A parte em que dizem por exemplo que usam a figura de um idoso como vilão, o idoso nada mais é que uma forma que o demônio real usou para ganhar tempo e tirar o foco de si. Tem um parte que diz “o brinquedo que liga sozinho”, primeiramente ele ligou porque o garoto chutou ele e depois que jogou para dentro da cabana aí sim o espírito começou a atazanar. Conheço muitas pessoas que assistiram e inclusive vendo as reações de quem saiu do cinema, todos gostaram, muito bem feito. Também me parece o post de quem não entendeu, ficou perdido com medo e agora está criticando…
somaisumaleatorio
9 de junho de 2016 às 22:59
Também achei que o filme teve referencias em alguns momentos da trilogia Supernatural (exemplo).
Mas ao mesmo tempo discordo que o filme deixou a desejar como a sua resenha diz, na minha opinião ele se ponderou em cenas que foram exploradas no momento adequado e na hora certa. Comparando Invocação do mal com outros filmes desse gênero nesse ano, sem duvidas Invocação do Mal se saiu muito bem.
Mas essa é apenas minha opinião.
Hugo Moreira
17 de junho de 2016 às 10:53
Eu estou pensando hoje, apos ver o filme invocação do mal 2, a franquia supernatural tem ligação forte com invocação. Acredito que a médium Lorraine de invocação do mal pode ser a mãe do Josh de supernatural.
Wellington
10 de junho de 2016 às 13:54
Gosto muito de filmes e devido ao pouco tempo para assistí-los tenho que escolher a dedo qual assistir.
Nesse sentido levo muito em consideração as avaliações realizadas por sites especializados, como este.
Mas fiquei desapontado com a avaliação realizada por vocês do filme Invocação do Mal 2, visto que em outras 7 avaliações de pessoas ou sites também especializados, o resultado foi totalmente positivo.
Acredito que antes de publicar suas críticas, devessem consultar mais de um integrante do site, para que não se torne uma crítica muito pessoal e não faça justiça com o filme!!! Abs
Christian
10 de junho de 2016 às 22:51
Que critica mais injusta, quero que você fale um filme de terror bom nesse momento que concorra com Invocação do mal 1 e 2 ? Eu amei o filme enredo muito bom, fora a atuação do Patrick e da Vera filme excelente.
Obs: já assisti tudo que é filme de terror.
Blog Toca o Terror
11 de junho de 2016 às 00:28
E que tal “A Bruxa”?
Junior
11 de junho de 2016 às 08:28
A Bruxa é uma porcaria desculpa falar!!!
Jhony
11 de junho de 2016 às 23:16
melhor resposta rs… ”A Bruxa”, acaba com qualquer argumento, vamos apenas desconsiderar a ”relevante” opinião do amigo: ”A Bruxa é uma porcaria desculpa falar!!!”
Fredson
11 de junho de 2016 às 10:18
Gostaria de saber desse pessoal do blog qual o filme de terror 5 “caveiras” pra vcs?
Pq eu acho que quem comenta esses filmes ou não entendem nada do gênero e falam babaquisses ou realmente não gostam de filmes de terror! Todo terror/supense sobrenatural tem alguns elementos comuns que não podem deixar de existir e se fala aqui como clichês ou falhas….paciência, mas é isso, gostaria de fazer minha crítica em relação ao filme que vcs acham Otimos de terror, vou fazer isso, digam aí que vou parar tudo pra ver este filme e dar meu parecer!
Agora espero que seja “A grande obra de terror” e não me venha com O Exorcista nem Psicose, clichê demais e vcs não gostam de clichês né?
Carlos Costa
11 de junho de 2016 às 12:03
Claramente essa pessoa não entende nada sobre o gênero. Já está bem claro que o James Wan sabe criar uma ótima atmosfera e é um dos poucos, se não o único, que sabe usar os clichês e os jumpscare (que por sinal foram apenas uns 6 durante o filme).
João Paulo
11 de junho de 2016 às 22:23
http://cinepop.com.br/critica-2-invocacao-do-mal-2-120822
Uma das melhores críticas que li sobre o filme, elucida bem todos os pontos e principalmente, tem cara de que a pessoa que a fez não apenas assistiu, mas entendeu perfeitamente o filme. Vale a leitura.
Com relação a essa critica, não sei se foi o estagiário medroso que fez ou a pessoa simplesmente não viu direito, levou vários sustos e ficou de cara. Por favor ne pessoal, vamos ser mais justos com as obras antes de falar asneiras.
Laura
12 de junho de 2016 às 02:28
“A Bruxa” é o clássico filme ruim que a galerinha metida a cult diz que é bom para pagar de “entendidão”. Credo, tem que ter o cérebro muito oco para achar que foi filmão.
Em tempo, “Invocação do Mal 2” foi fraco pra burro. Esperava bem mais.
Henrique Husken
1 de julho de 2016 às 11:22
Sua definição sobre o filme “A Bruxa” é a mesma que eu tenho. É uma historia cheia de buracos e coisas mal contadas, e isso é bem diferente de deixar coisas sub-entendidas
Fernando
12 de junho de 2016 às 09:49
Não concordo com sua resenha, assisti ao film ontem e eu fiquei de boca aberta, eu não esperava que esse fosse tão bom, fica quase igual com o primeiro, os atores em uma atuação perfeita, destaque pra atriz que interpreta a Janet, a Vera e o Patrick deram um show novamente, a trilha do filme, o figurino , a produçao de arte , tudo no filme está perfeito. Sim , o filme nao trouxe nada de novo, porém, o Wan sabe fazer com que o clichês de terror nos deem medo, ele sabe preparar o terreno pra plantar o susto. Amei os novos personagens do medo, aquela freira toca o terror, o filme tb fez referências a clássicos do terror, eu gostei mt, valeu a pena o dinheiro pago pelo ingresso.
Paula
13 de junho de 2016 às 13:42
Essa resenha não traduz a minha opinião de ‘super espectadora’ de filmes de terror. Assisto filmes de terror há anos e confesso que invocação do mal (leia-se: tanto o 1 quanto o 2) está na minha lista de favoritos. Mesmo depois de tanto sucesso de Invocação do mal 1, o 2 não deixou a desejar. Confesso, apenas, que a figura do homem torto me pareceu um tanto quanto infantil (tipo medo que criança tem de palhaço por exemplo), então achei desnecessário. Quanto a todo o resto, nota 1000.
Henrique Husken
1 de julho de 2016 às 11:25
Essa cena do homem torto eu achei desnecessária e desconexa com o resto do filme
renato henrique silva santos
13 de junho de 2016 às 14:39
cara vê se cresce se tu tais com inveja do cara ent pq tu n faz um filme melhor .
Thallys
13 de junho de 2016 às 16:46
Tb curti muito o filme. Fiquei com medo no cinema. Achei que a escala poderia ser pelo menos 3 estrelas
Radane
14 de junho de 2016 às 11:23
Filme maravilhoso! Não tenho o que dizer, sou fã de filmes de terror desde pequeno e esse arrisco dizer que foi o melhor que já assisti, obviamente algumas coisas clichês em torno do filme acontecem, porém muitas surpresas que aconteciam em cenas de tensão me agradaram muito. Em questão da sua crítica, tente averiguar o que nos proporciona emoção, que é o que buscamos em todos os filmes que assistimos sem importar o gênero.
powerliftercurioso
18 de junho de 2016 às 10:06
Nunca vi uma crítica tão arrogante e babaca…
Dyêgo
19 de junho de 2016 às 12:44
Olá, vocês sabem o nome da atriz que fez a freira Balak?
Vitor Souza
20 de junho de 2016 às 20:56
ela se chama Bonnie Aarons
Nosreda Uerba
21 de junho de 2016 às 03:41
Isso nao poderia ser pulblicado pois se todos os q ja assistiram esse filme fizesse uma resenha sobre esse filme teria varias opinioes de todos os q ja assistiram
djdilon
22 de junho de 2016 às 02:19
A grande utilidade de ver esses “críticos” de filme de terror é muita…simples…se eles falam bem o filme é uma merda…se eles falam mal pode ir que não vai dormir no cinema…aposto que esse cara adorou o filme “a bruxa” e “a vila” Gostou do invocação do mal 1? então vai assistir no cinema…não liga para esses caras que se fingem de entendidos
labas
24 de junho de 2016 às 17:58
Uma critica de um cara, que diz que o filme ” A bruxa ” é melhor que invocação do mal 2, realmente, não deve ser levada a sério. É totalmente ignorável. Invocação do mal 1 ou 2, é sem dúvida o melhor filme de terror dos ultimos anos. supernatural, exorcista, exorcismo de emily rose, qualquer filme do gênero de entidades sobrenaturais, nenhum é melhor que invocação do mal. pode fazer uma enquete no seu site, se você for homem.
Blog Toca o Terror
27 de junho de 2016 às 19:54
Olha, quer ver um filme em que James Wan se inspirou e copiou tudo o que podia no estilo?
The Changeling (1980) – https://www.youtube.com/watch?v=FYw-uSGGIFM
Thici Diniz
11 de julho de 2016 às 14:11
Primeira vez que entro nesse site e só de ler essa crítica pobre, com extrema falta de nexo e sem entendimento no gênero, vejo que é a primeira e última vez que entro aqui. Criticar um dos maiores nomes do gênero de horror e terror atual que é o James Wan sem o menor embasamento (só porque pegou uma antipatia fresca do cara), é o cúmulo. E sim, Invocação do Mal 2 é um dos melhores dos últimos anos e conseguiu se igualar à grandiosidade do 1º filme. Sinceramente, vão aprender mais sobre o gênero antes de ficarem fazendo essas “resenhas” artificiais e pobres…ridículo!
Blog Toca o Terror
11 de julho de 2016 às 17:23
Desculpe e volte sempre
Henrique Husken
1 de julho de 2016 às 11:29
Aí eu discordo, amigo. Invocação do Mal é um dos melhores dos últimos anos, sim! Junto com The Babadook e A Corrente do Mal. Porém repense ao compará-lo com um dos pioneiros(e um dos melhores) do gênero. Invocação do Mal entrará para a história, sim, mas não será tão bem lembrado quanto O Exorcista é.
High
18 de setembro de 2016 às 11:07
galera calma aí…. cada um tem seu ponto de vista,se n gostaram do modo como ele relatou a obra do fantastico autor,fação as suas resenhas e publiquem ao invés de ficarem crucificando ele por ter feito sua parte como critico em si…isso n é nem um pouco relevante da parte de vcs, indiquem filmes e séries e deem seus pontos de vista,mais de uma forma amigável,
gostei bastante do filme,assisti duas vezes,ja vi melhores, mais isso vai de cada pessoa…
e caso vcs n gostaram do meu post aqui…desde ja digo a vcs…suas opiniões exacerbadas e agressivas fiquem pra vcs…. tal agressividade n ajudara em nada.
Bruno Duarte
24 de outubro de 2016 às 08:53
Também achei a crítica exagerada.
É certo que cada um tem sua opinião, mas realmente, antes de qualquer post vir à tona, deveria passar por uma “banca examinadora”, pois se corre o risco de termos uma ideia totalmente particular, como a que foi proposta.
O filme é bom, não tanto como o primeiro, mas já é de se esperar. Acho que a citação ao “homem torto” trouxe certa infantilidade, talvez esse o maior pecado.
Do demais, um bom filme, bons sustos, bons atores e fotografia interessante.
carmoj
17 de novembro de 2016 às 15:56
Criticas como esta apenas fazem o site perder a moral, sinceramente.
Thomas Roodson
29 de dezembro de 2016 às 13:54
Assistir o Filme ontem eu achei muito bom, vários sustos kkkkk mais gostei bastante!!
David Mitler
27 de junho de 2017 às 16:40
Discordo em parte da crítica, pois achei muito bom o filme, apesar de alguns clichês que de fato há na “película”. Bem, quem não viu e gosta de terror, VEJA, vai gostar!