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COLONY: Novo terror zumbi do diretor de “Train to Busan” chega aos cinemas em agosto

Yeon Sang-ho, diretor de “Train to Busan”, retorna com “Colony”, outro terror zumbi que acumula bilheteria de US$32,4 milhões na Coreia do Sul após estreia em Cannes

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Colony

Yeon Sang-ho, diretor de Train to Busan, retorna com mais uma investida no terror zumbi em Colony, que chega aos cinemas em 28 de agosto nos EUA. Um trailer sanguinário foi divulgado recentemente.

Com Gianna Jun (My Sassy Girl) em seu primeiro papel no cinema em mais de uma década, Colony acompanha a professora Se-jeong, que é lançada em um cenário de pesadelo quando um vírus mutante é liberado durante uma conferência de biotecnologia.

As autoridades selam a instalação na tentativa de conter o surto. Presa no local, Se-jeong e um grupo de sobreviventes precisam lutar para permanecer vivos enquanto os infectados passam por transformações horríveis e ameaçam disseminar o vírus.

Também no elenco estão Koo Ko-hwan (Peninsula), Ji Chang-wook (Revolver) e Kim Shin-rok (Hellbound).

Após sua estreia em Cannes no início do ano, Colony arrecadou US$32,4 milhões nas bilheterias da Coreia do Sul, com críticos elogiando a abordagem do filme sobre vírus zumbis em evolução.

Informação originalmente publicada por www.fangoria.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.

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“Resident Evil”, de Zach Cregger, bate recorde de estreia da franquia

O longa solo de 2026 dirigido por Zach Cregger alcançou a maior estreia da história da franquia Resident Evil, arrecadando US$ 108,3 milhões no fim de semana de abertura.

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Após dois grandes sucessos no gênero, esperava-se que Zach Cregger trouxesse um novo impulso à debilitada franquia Resident Evil — e foi exatamente isso que aconteceu. O criador de The Weapons repetiu a dose: seu filme solo de Resident Evil, lançado em 2026, registrou a maior arrecadação de abertura da série até hoje.

Nos Estados Unidos, a previsão otimista apontava para uma estreia entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões. A demanda por ingressos superou as expectativas e o filme fechou o fim de semana doméstico com US$ 60,1 milhões.

No mercado internacional, a produção arrecadou mais US$ 48,3 milhões, totalizando US$ 108,3 milhões na abertura mundial — marca inédita para a franquia.

O sucesso se estendeu à crítica: Resident Evil alcançou 96% no Rotten Tomatoes, outro recorde da série, superando todas as adaptações anteriores, sejam de videogame ou de filmes.

O longa recebeu elogios especiais pela atuação do protagonista Austin Abrams, além de destaque pelo ritmo enxuto e pela duração bem dosada.

Com orçamento de US$ 75 milhões, Resident Evil ainda não entrou no lucro, mas a projeção é de que se mantenha bem nas próximas semanas.

Ainda não há confirmação sobre conversas formais para uma sequência, mas o desempenho recorde aumenta a probabilidade de continuidade da franquia.

Informação publicada originalmente por www.screamhorrormag.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.screamhorrormag.com.

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Crítica: GHOST IN THE CELL é o melhor filme de Joko Anwar até hoje

Uma mistura feroz de horror, comédia e crítica social, Ghost in the Cell confirma Joko Anwar como cineasta no auge.

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De vez em quando, você tem a sorte de assistir a um filme que te faz sentir capaz de atravessar uma parede de tijolos. Fico feliz em dizer que Ghost in the Cell, de Joko Anwar, é um desses filmes.

Tudo começa quando Dimas (Endy Arfian), um jornalista recém‑retornado de Bornéu, é acusado de assassinar seu editor após uma discussão sobre uma matéria. Dimas é transferido para a prisão de Labuhan Angsana, onde encontra Anggoro (Abimana Aryasatya), pai de dois filhos cuja pena segue sendo prorrogada por envolvimento em brigas — brigas que ele protagoniza em defesa de outros detentos.

As jornadas de Dimas e Anggoro são centrais no conto de horror e, surpreendentemente, de humor de Anwar (sim, há momentos engraçados), mas eles não são os únicos personagens envolvidos nessa inquietante guerra de classes indonésia. Wildan (Mike Luccock) é um muçulmano devoto cujo conhecimento sobre o significado das auras se torna crucial para a sobrevivência do grupo; Pendi (Lukman Sardi) é um ex‑professor que finge ser passivo até o momento certo de superar os adversários; e Six (Yoga Pratama), que sofre de enxaquecas intensas que o fazem enxergar auras, acaba sendo peça-chave para a proteção dos amigos.

Muitos filmes têm muitos personagens, mas poucos conseguem funcionar como um verdadeiro conjunto. Embora Dimas e Anggoro sejam o foco, o roteiro de Anwar e a escalação de Juandini Liesmita reuniram um elenco brilhante que dá vida às palavras do papel. Do fervor de Aryasatya como Anggoro à atuação cruel e contida de Bront Palarae como o carcereiro Jefri, cada intérprete contribui para transformar Ghost in the Cell em uma comédia de horror sociopolítica memorável.

Ah, e vale destacar: há um fantasma furioso que devasta suas vítimas da forma mais grotesca possível.

Dimas é condenado e preso rapidamente por duas razões. Primeiro, as imagens de CCTV desapareceram misteriosamente — um recurso que costuma acontecer sempre que convém aos poderes corruptos. Segundo, o chefe dele foi encontrado pendurado de cabeça para baixo no ventilador de teto, com as entranhas espalhadas pela sala. Dimas sabe que não foi o autor, mas nenhum sistema de justiça, sobretudo um corrupto, dará crédito à defesa “foi um fantasma malévolo”.

Assim que Dimas chega, o fantasma começa a semear o caos no Bloco C. O que se segue é uma mistura hilariante de Random Acts of Violence e Kung Fu Hustle, demonstrando que Anwar não só sabe ser implacavelmente cru em seus filmes, como também extremamente engraçado.

A crueldade artística do fantasma, combinada com o timing cômico do elenco, já seria suficiente para tornar Ghost in the Cell um bom filme. A justaposição entre horror e humor não é novidade, mas raramente é exibida em graus tão extremos. O conjunto frequentemente transforma pânico absoluto em escaramuças de slapstick, e supera o desafio com naturalidade.

Informação originalmente publicada por www.fangoria.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.

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Mike Flanagan confirma início dos trabalhos em adaptação de “The Mist”

Mike Flanagan está escrevendo uma adaptação cinematográfica de “The Mist” mas afirmou com convicção que sua visão não é um remake: “Eu amo o filme de Darabont, e não faz sentido refazê-lo. Por isso estou seguindo em uma direção diferente”.

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Mike Flanagan não está apenas finalizando o próximo capítulo da franquia O Exorcista, como sua série baseada em Carrie, de Stephen King, também estreia em breve. Multitarefa e sem pausas, o cineasta já alinhou sua próxima produção, que também é baseada em obra de Stephen King.

Flanagan foi confirmado para dirigir uma nova adaptação cinematográfica da famosa obra “O Nevoeiro” (The Mist). Enquanto se prepara para promover Carrie para a Amazon, ele tem sido questionado sobre trabalhos futuros. O diretor falou sobre sua versão de “The Mist”: “Estou escrevendo agora. Trabalhei nisso no avião até aqui. Vou entregar meu primeiro rascunho por volta do Halloween.”

Notícia animadora. Dada a reputação de Flanagan por produzir adaptações de King de alta qualidade e relativamente fiéis, ele parece o cineasta ideal para o trabalho.

A novela de 1980 de King já foi adaptada duas vezes anteriormente: primeiro no filme de 2007 dirigido por Frank Darabont, muito bem recebido por fãs de King e pelo público em geral; e, uma década depois, em uma série de televisão exibida pelo canal Spike.

Sobre adaptações anteriores, Flanagan afirmou com convicção que sua visão não é um remake: “Eu amo o filme de Darabont, e não faz sentido refazê-lo. Por isso estou seguindo em uma direção diferente. Isto não é um remendo. As diferenças começam na página 1.”

Portanto, tempos empolgantes à frente para fãs de Flanagan e de King. Informaremos assim que surgirem mais detalhes sobre The Mist de Flanagan, inclusive previsão de estreia. A informação foi publicada originalmente por www.screamhorrormag.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.screamhorrormag.com.

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