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Melhores filmes de terror novos para ver em casa

Agosto traz opções inquietantes e empolgantes entre os melhores filmes de terror novos para assistir em casa, com estreias e clássicos em diversos serviços de streaming.

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Agosto traz várias opções empolgantes e perturbadoras entre os melhores filmes de terror novos para assistir em casa. Vamos começar: a Netflix recuperou a sequência de um dos maiores sucessos do gênero nos últimos anos, Five Nights at Freddy’s 2. Para fãs de Chucky, a plataforma oferece seis filmes da franquia, além do grande filme da cobra, Anaconda — sim, a serpente gigante está de volta.

Também na Netflix estreia, em 7 de agosto, The Last House, estrelado por Wagner Moura e Greta Lee. A trama acompanha uma família que fica presa dentro de sua própria casa, sem possibilidade de fuga. A situação se agrava quando começam a faltar mantimentos e eles precisam enfrentar a força que os mantém confinados.

Prime Video traz apenas dois filmes assustadores neste mês, mas são títulos de impacto duradouro. Primate, em que um chimpanzé raivoso passa boa parte do tempo arrancando faces das pessoas, está disponível no serviço, assim como o clássico dos fins de carreira do grande David Lynch, Blue Velvet. A Fangoria já defendeu publicamente, no texto de Amber T., que Blue Velvet pode ser considerado um filme de horror.

Shudder reserva um agosto arrepiante com quatro novos watch parties. Assistir a filmes de terror em companhia de outros fãs pela internet continua sendo uma atração — e as sessões duplas são pensadas para apresentar títulos novos ao público. As watch parties do mês são: 7 de agosto — “Creature Features” (The Yeti & Monster Island); 14 de agosto — “Trapped” (Hellcat & Hush); 21 de agosto — “Modern Japanese Terrors” (New Group e Exit 8); 28 de agosto — “Summer Heat” (Penny Lane Dead e Find Your Friends).

O serviço também terá quatro estreias, incluindo dois Shudder Originals — Penny Lane is Dead e Hellcat — e duas exclusividades Shudder — Buffet Infinity e, para os fãs de criptídeos, The Yeti. Não deixe de conferir os dois filmes de Tales From the Crypt disponíveis no mês. Tales From the Crypt: Demon Night é um longa pouco celebrado dirigido por Ernest Dickerson, responsável por alguns dos melhores episódios de The Walking Dead; Dickerson também dirigiu episódios de The Wire e o subestimado filme de terror Bones. O filme, com Jada Pinkett Smith, William Sadler e Billy Zane, mistura humor e inquietação ao levar a batalha entre o bem e o mal a um restaurante à beira da estrada. Se você já quis ver Peter Jackson fazendo uma comédia sombria sobre fantasmas e serial killers, The Frighteners estará entre os destaques de Shudder neste mês.

HBO Max apresenta uma lista sólida: Barbarian, de Zach Cregger; The Cabin in the Woods, de Drew Goddard, já considerado um clássico do século 21; e Orphan, de Jaume Collet-Serra, sobre uma garotinha extraordinariamente má. Os três oferecem diversão com surpresas chocantes. Falando em surpresas, se você sempre se perguntou o que aconteceria se Kevin Smith fizesse um filme de terror envolvendo morsas, Tusk também está disponível. Ainda na plataforma, estreia Mother Mary, de David Lowery.

Screambox incluí sabiamente um dos filmes mais influentes e sanguinários de Mario Bava, A Bay of Blood, em seu catálogo de agosto. Bava, um dos mestres italianos que começou como diretor de fotografia — o que explica a beleza visual de seus filmes — dirigiu clássicos como Black Sunday e assinou obras como Black Sabbath, Blood and Black Lace e Planet of the Vampires. A influência de Bava no gênero permanece viva; A Bay of Blood traz também um tema ambiental e um dos dez finais mais chocantes do cinema de horror. Screambox ainda oferece um título de nome curioso, Spandex-orcist, que parece combinar filmes de exorcismo com vídeos de exercícios — talvez rotinas físicas para frustrar Satanás? A única maneira de descobrir é assistir.

Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.

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SELO MUBI: “Teenage Sex and Death at Camp Miasma” ganha trailer

“Teenage Sex and Death at Camp Miasma”, de Jane Schoenbrun, abriu a seção Un Certain Regard em Cannes 2026 e já coleciona críticas intensas por uma abordagem curiosa sobre slashers e remakes em um contexto queer

Publicado

em

Camp Miasma

O trailer oficial de Teenage Sex and Death at Camp Miasma, de Jane Schoenbrun, foi divulgado. O filme abriu a seção Un Certain Regard em Cannes 2026 e voltou com críticas que soam ligeiramente desvairadas — no melhor sentido.

Aqui no Brasil, o filme ganhou o título de “Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte” e será lançado em agosto.

Hannah Einbinder interpreta Kris, uma jovem diretora encarregada de ressuscitar uma franquia slasher há muito adormecida chamada Camp Miasma, que sobreviveu a anos de continuações às pressas e a uma base de fãs mantida principalmente pela lealdade e teimosia. O plano de Kris para o revival envolve recastear a final girl original. A final girl original é Billy, vivida por Gillian Anderson, que não é vista publicamente há muito tempo e atualmente vive no acampamento onde o filme original foi filmado.

Kris a encontra e o que se segue é uma descida à mania psicosexual, que sob a direção de Schoenbrun significa algo consideravelmente mais estranho e específico do que a expressão normalmente promete. Pense menos em “thriller sombrio com olhares de desejo” e mais em “e se a franquia slasher nunca teve realmente como centro o assassino.”

O filme de estreia de Schoenbrun, We’re All Going to the World’s Fair, estreou na seção Next do Sundance 2021. A história acompanha uma adolescente que participa de um jogo de interpretação de horror pela internet, filmado com uma câmera que transmitia a sensação de ser operada por alguém que entendia de verdade o que é a solidão adolescente online — não a partir de leituras, mas por vivê-la. Schoenbrun escreveu o filme antes de iniciar sua transição física, trabalhando suas primeiras experiências na internet e o que significava habitar um corpo que ainda não havia compreendido.

Antes de dirigir, Schoenbrun programou a série “Photographing the Ether: The Internet on Film” para a Brooklyn Academy of Music. Ela é uma cineasta de curador, no sentido de que pensa no que um filme faz ao corpo antes de pensar no que ele significa. A maioria dos diretores constrói a trama e deixa a sensação chegar sozinha. Schoenbrun constrói a sensação e deixa a trama alcançá‑la. Com Camp Miasma, parece que ela acelerou esse processo.

I Saw the TV Glow foi lançado pela A24 em maio de 2024 e fez algo incomum para um filme de horror: se espalhou sem ser impulsionado por publicidade. Não por anúncios, nem por destaque em plataformas. Ele circulou entre comunidades queer e trans da mesma forma que algo circula quando nomeia uma coisa que as pessoas já sabiam, mas para a qual não tinham palavra. Dois adolescentes suburbanos se conectam por meio de uma série de TV sobrenatural fictícia chamada The Pink Opaque, e algo na textura dessa conexão — na qualidade específica de seu apego a um mundo que não é o deles — acertou com precisão que a crítica demorou a acompanhar. Justice Smith e Brigette Lundy‑Paine sustentam o filme com performances afinadas exatamente na frequência em que Schoenbrun opera.

A frase “There is still time” passou a ser tatuada no corpo de pessoas já em agosto. Isso não é metáfora: pessoas realmente fizeram a tatuagem até agosto. Esse é o sinal de um filme que funcionou em um nível que marketing não consegue fabricar.

Informação publicada originalmente por ihorror.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de ihorror.com.

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HOME VIDEO: A melhor forma de assistir Stranger Things não é mais pela Netflix

Arrow Video lançou uma edição física de luxo em 4K e Blu-ray que entrega qualidade de imagem e som superiores ao streaming, reunindo a série completa em uma caixa recheada de extras.

Publicado

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Stranger Things

Quando se fala das grandes séries dos últimos dez anos, poucas alcançaram o impacto de Stranger Things. Estreada na Netflix em 2016, rapidamente se tornou um fenômeno que ultrapassou o público hardcore de ficção científica e horror. Após cinco temporadas, a série encerrou sua trajetória com uma temporada final épica em 2025.

Os fãs, claro, podem rever a série sempre que estiverem assinando a Netflix. No entanto, essa já não é a melhor maneira de assistir Stranger Things. A Netflix permitiu que a Arrow Video lançasse a série em 4K e Blu-ray, reunindo a obra completa em uma caixa de coleção disponível para compra desde 28 de julho.

É raro que um original Netflix ganhe um lançamento físico desta magnitude. Tive acesso à Deluxe Edition em 4K e posso afirmar com segurança: este é o lançamento que uma das maiores séries dos anos 2010/2020 merecia.

Para ser franco, eu não era um fã ferrenho da série. AssistI à primeira temporada e gostei, mas acabei deixando de acompanhar com regularidade. Mesmo assim, vi boa parte ao longo do tempo com minha esposa e, especialmente nas temporadas finais, a Netflix investiu quantias enormes para concretizar a visão dos irmãos Duffer. Em muitos momentos, trata-se de produção de qualidade cinematográfica.

O problema do streaming é que, mesmo com um plano 4K, a imagem continua comprimida e depende da conexão de internet. Os pretos nunca ficam tão profundos quanto poderiam; o áudio, nem sempre tão impressionante. Discos 4K Ultra HD permitem apresentar a série como o streaming não permite, entregando uma experiência superior aos fãs. Mesmo os Blu-rays oferecem melhora considerável em relação ao que está disponível na Netflix hoje.

Possuo diversas caixas de colecionador de alto valor. Stranger Things: The Complete Series Deluxe Edition fica facilmente no mesmo patamar em termos de qualidade e recursos. A edição tem ótima apresentação, inclui pôsteres, um jogo completo, capa de arte impressionante e um extenso livreto com making-of. Mesmo para quem não acompanhou a série desde o início, o conjunto impressiona.

Quanto ao preço, não é a forma mais barata de assistir à série. A Deluxe Edition em 4K custa atualmente US$215 no site da Arrow, com preço de varejo de US$270. A versão em Blu-ray sai por US$200. A edição 4K padrão tem preço de US$175, e o Blu-ray padrão, US$160. Trata-se de um produto voltado para colecionadores mais dedicados: são 25 discos com muitos extras (há uma lista completa de recursos) em embalagem caprichada. Considerando que um filme 4K padrão costuma custar entre US$20 e US$40, o valor da caixa com 42 episódios e todo o conteúdo extra se torna mais justificável.

Para ficar claro: não estou dizendo que esta é a forma mais fácil ou mais conveniente de assistir Stranger Things — poucos argumentos vencem a simplicidade do streaming. O que afirmo é que, em termos de qualidade de imagem e som, as versões em 4K ou Blu-ray lançadas pela Arrow oferecem, sem dúvida, a melhor experiência de visualização. Para fãs hardcore da série, essa é a melhor maneira de assistir.

Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.

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CARRIE: Mike Flanagan revela primeiro teaser e data de lançamento da série

Prime Video divulgou o primeiro teaser da série CARRIE, de Mike Flanagan, e anunciou estreia em outubro. A adaptação reimaginada de Stephen King terá oito episódios e chega ao catálogo em 7 de outubro.

Publicado

em

Carrie

Com a San Diego Comic-Con a todo vapor, o Prime Video divulgou talvez a notícia mais importante do fim de semana para os fãs de Stephen King: o primeiro teaser da série CARRIE, dirigida por Mike Flanagan, e a data de estreia em outubro. A nova versão da clássica história de Stephen King estreia em 7 de outubro, com todos os oito episódios liberados de uma vez.

Protagonizada por Summer Howell como Carrie White, a série reimaginada também conta com Samantha Sloyan, Siena Agudong, Alison Thornton, Joel Oulette, Josie Tota, Arthur Conti, Thalia Dudek, Amber Midthunder e Matthew Lillard.

A sinopse oficial descreve Carrie White como uma adolescente deslocada que passou a vida isolada com a mãe excessivamente protetora, Margaret. Após a morte repentina do pai, Carrie é forçada a encarar o ambiente implacável do ensino médio público, lidando com um escândalo de bullying viral que atinge a comunidade, as pressões e crueldades do universo das redes sociais e o despertar de misteriosos poderes telecinéticos que surgem junto com sua adolescência.

Contada em oito episódios dinâmicos, a série expande o marco cultural de King — aprofundando personagens e tensões e acompanhando as pequenas decisões cotidianas que tornam possível uma única e devastadora noite — em uma narrativa humana sobre bondade versus crueldade e sobre se estamos testemunhando a formação de uma heroína, um monstro ou algo muito mais complexo.

O anúncio de que todos os episódios serão lançados simultaneamente é notável, especialmente após sucessos que adotaram o formato semanal. Com Flanagan atualizando o romance seminal para a geração Z, mudanças no formato e no tom eram esperadas.

A estreia também coincide com o quinquagésimo aniversário da adaptação cinematográfica de Brian De Palma, estrelada por Sissy Spacek, o que inevitavelmente provoca comparações — sobretudo em relação à performance marcante de Spacek. Com Flanagan dirigindo quatro dos episódios, é praticamente certo que veremos uma versão de Carrie como nunca antes.

Informação originalmente publicada por www.fangoria.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.

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