Notícias
FRIGHT NIGHT: novelização volta ao mercado com pequenas diferenças
A novelização de Fright Night foi reeditada e traz sutis variações em relação ao filme. A informação foi publicada originalmente por www.fangoria.com.
Se havia alguma dúvida de que os produtores do Blu-ray de Fright Night queriam esgotar todas as possibilidades, vale notar que ele inclui até um extra sobre a novelização. Lendas do splatterpunk Craig Spector e John Skipp (entrevistados, junto com o roteirista/diretor Tom Holland e Mark Alan Miller, cujo selo Encyclopocalypse reedita o livro) receberam a tarefa quando Holland já estava em pós-produção e correndo para cumprir a data de lançamento de verão.
A dupla teve apenas algumas semanas para trabalhar, a fim de garantir que o livro fosse impresso e estivesse disponível junto com o filme. Como era de se esperar dadas as circunstâncias, a obra não se afasta muito da versão final do longa; se você o viu poucas vezes, pode pensar que não muda praticamente nada. Mas fãs mais dedicados notarão pequenas diferenças interessantes que tornam a edição vale a pena ser procurada.
Naturalmente, a descrição da trama é idêntica. Dado o sucesso do filme, provavelmente não é necessário recontá-la, mas, por via das dúvidas: um adolescente do ensino médio chamado Charley Brewster (William Ragsdale) tenta finalmente transar com a namorada Amy (Amanda Bearse) quando percebe novos vizinhos se mudando para a casa ao lado no meio da noite.
Após alguns encontros estranhos, Charley se convence de que os homens, Jerry Dandridge (Chris Sarandon) e Billy Cole (Jonathan Stark), são vampiros. Mas como Amy, seu melhor amigo Ed (Stephen Geoffreys) e a polícia não acreditam nele, ele busca ajuda do astro do horror Peter Vincent (Roddy McDowall), que interpretava um tipo Van Helsing em filmes muito no estilo Hammer das décadas de 1950 e 1960 e agora trabalha como apresentador local de programa de horror na TV.
O cético Peter aceita ajudar depois que Amy e Ed o pagam para provar que Jerry não é um vampiro (acreditando que isso fará Charley parar de parecer louco), só para o plano desabar quando Peter inadvertidamente comprova que Charley estava certo, e Jerry se apaixona por Amy e passa a tentar torná-la sua noiva. Agora os dois homens precisam se unir para derrubar Jerry e salvar a vida de Amy.
O filme é uma homenagem divertida aos antigos filmes no estilo Hammer/Vincent Price, com um elenco certeiro e uma estreia de peso para Tom Holland, que já havia escrito alguns filmes bem recebidos (incluindo Psycho II) e lutou para dirigir este depois de ver um roteiro anterior ser arruinado por seu diretor.
De novo, não há muitas mudanças significativas, mas existem algumas que até um fã casual pode perceber. Uma delas acontece cedo, quando Charley vai atrás de Evil Ed em busca de conselhos sobre vampiros. No filme, Ed faz algumas piadas às custas do amigo, mas acaba dando dicas sobre alho e água benta e informa a regra de que vampiros não podem entrar numa casa sem serem convidados.
Na novelização, Ed se recusa a ajudar e os dois brigam o tempo todo, com Ed lamentando que, desde que Charley começou a namorar Amy, eles quase não conversam mais.
Informação originalmente publicada por www.fangoria.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.
👻 A gente sabe que fantasma não paga aluguel...
...mas a gente paga! ☠️
Então ajude o Toca o Terror a continuar publicando notícias, críticas e conteúdo feito especialmente para você.
Notícias
SELO MUBI: “Teenage Sex and Death at Camp Miasma” ganha trailer
“Teenage Sex and Death at Camp Miasma”, de Jane Schoenbrun, abriu a seção Un Certain Regard em Cannes 2026 e já coleciona críticas intensas por uma abordagem curiosa sobre slashers e remakes em um contexto queer

O trailer oficial de Teenage Sex and Death at Camp Miasma, de Jane Schoenbrun, foi divulgado. O filme abriu a seção Un Certain Regard em Cannes 2026 e voltou com críticas que soam ligeiramente desvairadas — no melhor sentido.
Aqui no Brasil, o filme ganhou o título de “Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte” e será lançado em agosto.
Hannah Einbinder interpreta Kris, uma jovem diretora encarregada de ressuscitar uma franquia slasher há muito adormecida chamada Camp Miasma, que sobreviveu a anos de continuações às pressas e a uma base de fãs mantida principalmente pela lealdade e teimosia. O plano de Kris para o revival envolve recastear a final girl original. A final girl original é Billy, vivida por Gillian Anderson, que não é vista publicamente há muito tempo e atualmente vive no acampamento onde o filme original foi filmado.
Kris a encontra e o que se segue é uma descida à mania psicosexual, que sob a direção de Schoenbrun significa algo consideravelmente mais estranho e específico do que a expressão normalmente promete. Pense menos em “thriller sombrio com olhares de desejo” e mais em “e se a franquia slasher nunca teve realmente como centro o assassino.”

O filme de estreia de Schoenbrun, We’re All Going to the World’s Fair, estreou na seção Next do Sundance 2021. A história acompanha uma adolescente que participa de um jogo de interpretação de horror pela internet, filmado com uma câmera que transmitia a sensação de ser operada por alguém que entendia de verdade o que é a solidão adolescente online — não a partir de leituras, mas por vivê-la. Schoenbrun escreveu o filme antes de iniciar sua transição física, trabalhando suas primeiras experiências na internet e o que significava habitar um corpo que ainda não havia compreendido.
Antes de dirigir, Schoenbrun programou a série “Photographing the Ether: The Internet on Film” para a Brooklyn Academy of Music. Ela é uma cineasta de curador, no sentido de que pensa no que um filme faz ao corpo antes de pensar no que ele significa. A maioria dos diretores constrói a trama e deixa a sensação chegar sozinha. Schoenbrun constrói a sensação e deixa a trama alcançá‑la. Com Camp Miasma, parece que ela acelerou esse processo.
Já I Saw the TV Glow foi lançado pela A24 em maio de 2024 e fez algo incomum para um filme de horror: se espalhou sem ser impulsionado por publicidade. Não por anúncios, nem por destaque em plataformas. Ele circulou entre comunidades queer e trans da mesma forma que algo circula quando nomeia uma coisa que as pessoas já sabiam, mas para a qual não tinham palavra. Dois adolescentes suburbanos se conectam por meio de uma série de TV sobrenatural fictícia chamada The Pink Opaque, e algo na textura dessa conexão — na qualidade específica de seu apego a um mundo que não é o deles — acertou com precisão que a crítica demorou a acompanhar. Justice Smith e Brigette Lundy‑Paine sustentam o filme com performances afinadas exatamente na frequência em que Schoenbrun opera.
A frase “There is still time” passou a ser tatuada no corpo de pessoas já em agosto. Isso não é metáfora: pessoas realmente fizeram a tatuagem até agosto. Esse é o sinal de um filme que funcionou em um nível que marketing não consegue fabricar.
Informação publicada originalmente por ihorror.com.
Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de ihorror.com.
👻 A gente sabe que fantasma não paga aluguel...
...mas a gente paga! ☠️
Então ajude o Toca o Terror a continuar publicando notícias, críticas e conteúdo feito especialmente para você.
Notícias
HOME VIDEO: A melhor forma de assistir Stranger Things não é mais pela Netflix
Arrow Video lançou uma edição física de luxo em 4K e Blu-ray que entrega qualidade de imagem e som superiores ao streaming, reunindo a série completa em uma caixa recheada de extras.

Quando se fala das grandes séries dos últimos dez anos, poucas alcançaram o impacto de Stranger Things. Estreada na Netflix em 2016, rapidamente se tornou um fenômeno que ultrapassou o público hardcore de ficção científica e horror. Após cinco temporadas, a série encerrou sua trajetória com uma temporada final épica em 2025.
Os fãs, claro, podem rever a série sempre que estiverem assinando a Netflix. No entanto, essa já não é a melhor maneira de assistir Stranger Things. A Netflix permitiu que a Arrow Video lançasse a série em 4K e Blu-ray, reunindo a obra completa em uma caixa de coleção disponível para compra desde 28 de julho.
É raro que um original Netflix ganhe um lançamento físico desta magnitude. Tive acesso à Deluxe Edition em 4K e posso afirmar com segurança: este é o lançamento que uma das maiores séries dos anos 2010/2020 merecia.
Para ser franco, eu não era um fã ferrenho da série. AssistI à primeira temporada e gostei, mas acabei deixando de acompanhar com regularidade. Mesmo assim, vi boa parte ao longo do tempo com minha esposa e, especialmente nas temporadas finais, a Netflix investiu quantias enormes para concretizar a visão dos irmãos Duffer. Em muitos momentos, trata-se de produção de qualidade cinematográfica.
O problema do streaming é que, mesmo com um plano 4K, a imagem continua comprimida e depende da conexão de internet. Os pretos nunca ficam tão profundos quanto poderiam; o áudio, nem sempre tão impressionante. Discos 4K Ultra HD permitem apresentar a série como o streaming não permite, entregando uma experiência superior aos fãs. Mesmo os Blu-rays oferecem melhora considerável em relação ao que está disponível na Netflix hoje.
Possuo diversas caixas de colecionador de alto valor. Stranger Things: The Complete Series Deluxe Edition fica facilmente no mesmo patamar em termos de qualidade e recursos. A edição tem ótima apresentação, inclui pôsteres, um jogo completo, capa de arte impressionante e um extenso livreto com making-of. Mesmo para quem não acompanhou a série desde o início, o conjunto impressiona.

Quanto ao preço, não é a forma mais barata de assistir à série. A Deluxe Edition em 4K custa atualmente US$215 no site da Arrow, com preço de varejo de US$270. A versão em Blu-ray sai por US$200. A edição 4K padrão tem preço de US$175, e o Blu-ray padrão, US$160. Trata-se de um produto voltado para colecionadores mais dedicados: são 25 discos com muitos extras (há uma lista completa de recursos) em embalagem caprichada. Considerando que um filme 4K padrão costuma custar entre US$20 e US$40, o valor da caixa com 42 episódios e todo o conteúdo extra se torna mais justificável.
Para ficar claro: não estou dizendo que esta é a forma mais fácil ou mais conveniente de assistir Stranger Things — poucos argumentos vencem a simplicidade do streaming. O que afirmo é que, em termos de qualidade de imagem e som, as versões em 4K ou Blu-ray lançadas pela Arrow oferecem, sem dúvida, a melhor experiência de visualização. Para fãs hardcore da série, essa é a melhor maneira de assistir.
Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.
Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.
👻 A gente sabe que fantasma não paga aluguel...
...mas a gente paga! ☠️
Então ajude o Toca o Terror a continuar publicando notícias, críticas e conteúdo feito especialmente para você.
Notícias
CARRIE: Mike Flanagan revela primeiro teaser e data de lançamento da série
Prime Video divulgou o primeiro teaser da série CARRIE, de Mike Flanagan, e anunciou estreia em outubro. A adaptação reimaginada de Stephen King terá oito episódios e chega ao catálogo em 7 de outubro.

Com a San Diego Comic-Con a todo vapor, o Prime Video divulgou talvez a notícia mais importante do fim de semana para os fãs de Stephen King: o primeiro teaser da série CARRIE, dirigida por Mike Flanagan, e a data de estreia em outubro. A nova versão da clássica história de Stephen King estreia em 7 de outubro, com todos os oito episódios liberados de uma vez.
Protagonizada por Summer Howell como Carrie White, a série reimaginada também conta com Samantha Sloyan, Siena Agudong, Alison Thornton, Joel Oulette, Josie Tota, Arthur Conti, Thalia Dudek, Amber Midthunder e Matthew Lillard.
A sinopse oficial descreve Carrie White como uma adolescente deslocada que passou a vida isolada com a mãe excessivamente protetora, Margaret. Após a morte repentina do pai, Carrie é forçada a encarar o ambiente implacável do ensino médio público, lidando com um escândalo de bullying viral que atinge a comunidade, as pressões e crueldades do universo das redes sociais e o despertar de misteriosos poderes telecinéticos que surgem junto com sua adolescência.
Contada em oito episódios dinâmicos, a série expande o marco cultural de King — aprofundando personagens e tensões e acompanhando as pequenas decisões cotidianas que tornam possível uma única e devastadora noite — em uma narrativa humana sobre bondade versus crueldade e sobre se estamos testemunhando a formação de uma heroína, um monstro ou algo muito mais complexo.
O anúncio de que todos os episódios serão lançados simultaneamente é notável, especialmente após sucessos que adotaram o formato semanal. Com Flanagan atualizando o romance seminal para a geração Z, mudanças no formato e no tom eram esperadas.
A estreia também coincide com o quinquagésimo aniversário da adaptação cinematográfica de Brian De Palma, estrelada por Sissy Spacek, o que inevitavelmente provoca comparações — sobretudo em relação à performance marcante de Spacek. Com Flanagan dirigindo quatro dos episódios, é praticamente certo que veremos uma versão de Carrie como nunca antes.
Informação originalmente publicada por www.fangoria.com.
Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.
👻 A gente sabe que fantasma não paga aluguel...
...mas a gente paga! ☠️
Então ajude o Toca o Terror a continuar publicando notícias, críticas e conteúdo feito especialmente para você.
-

Críticashá 6 anosCRÍTICA: Tumba Aberta (2013)
-

Críticashá 6 anosCRÍTICA: February (2015)
-

Críticashá 7 anosCRÍTICA: Banana Splits – O Filme (2019)
-

Críticashá 13 anosCRÍTICA: Begotten (1991)
-

Críticashá 5 anosCRÍTICA: O Homem nas Trevas (2016)
-

Dicashá 6 anosCURIOSIDADES: 13 Fatos que Você não Sabia sobre Jason e a Franquia Sexta-Feira 13
-

Críticashá 5 anosCRÍTICA: O Estranho Thomas (2013)
-

Críticashá 10 anosCRÍTICA: A Bruxa (2016)
















