Dicas
VOD: Lançamentos Frighten Entertainment

Saibam quais são os dois próximos lançamentos da Frighten Entertainment, uma nova distribuidora especializada em filmes de terror no home video e plataformas digitais.
Há alguns títulos lançados em DVD (à venda nas melhores lojas) mas o forte dela é o VOD com diversas opções de produções independentes do gênero geralmente vindas dos EUA e Inglaterra para aluguel e compra digital.

Estreia dia 29/11/2018 no Now, Vivo Play/GVT, Looke, Microsoft e Google Play.
Título original: Cannibal Farm
País de origem: Inglaterra
Ano de lançamento: 2017
Direção: Charlie Steeds
Elenco: Kate Davies-Speak, Rowena Bentley, Barrington De La Roche, David Lenik
Duração: 102 minutos
A família Harver parte a uma viagem para o interior para esquecer suas tensões e aproveitar a tranquilidade. Porém, quando o local em que estão é invadido por um misterioso intruso durante a noite, eles vão pedir ajuda no Rancho Hansen, onde o maligno proprietário e seu filho desfigurado realizam horrores inimagináveis. Engaiolados e indefesos enquanto esperam pelas piores torturas em que poderiam pensar, os membros da família precisarão superar suas diferenças a fim de sobreviver. Uma obra-prima brutal, “O Massacre” deixará você em choque. É um banho de sangue e de horrores como há muito não se vê.


Título original: The Legend of Halloween Jack
País de origem: Inglaterra
Ano de lançamento: 2018
Direção: Andrew Jones
Elenco: Colin Holt, Doug Cooper, Jason Gregg, Sarah John, Jamie Knox
Duração: 84 minutos
A pacífica cidade de Dunwich está prestes a entender o verdadeiro significado de vingança. Enquanto os residentes se preparam para as comemorações anuais do Halloween, mal eles sabem que quatro pessoas escondem um segredo sombrio. Há um ano, quatro homens fizeram justiça com as próprias mãos quando o famoso criminoso Jack Cain escapou da condenação. Depois de torturarem e matarem Jack, eles enterraram seu corpo em um milharal e prometeram nunca mais falarem sobre o assunto. Agora, no dia em que o limite entre os vivos e os mortos está mais tênue, uma aparição misteriosa começa a perseguir os residentes da cidade e a eliminar, um a um, os quatro homens que, aparentemente, cometeram um grande erro. Começa, então, a lenda de Halloween Jack.

https://www.youtube.com/watch?v=Y9yQKYOXmtg
Não deixem de seguir os canais oficiais da Frighten nas redes sociais (Facebook, Instagram e YouTube) para ficar sempre sabendo das novidades da distribuidora.
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[Por Geraldo de Fraga]
Larry Cohen é um diretor e roteirista mais conhecido entre os fãs da bagaceira pela trilogia It’s Alive (Nasce um Monstro, A Volta do Monstro e A Ilha dos Monstros). Mas em 1985, ele escreveu e dirigiu um filme que, pelo menos aqui no Brasil, se tornou um dos maiores clássicos de horror daquela década: A Coisa (The Stuff).
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Mesmo sendo uma produção de baixíssimo orçamento e com um formato bem pouco comercial (o de falso documentário), As Fitas de Poughkeepsie (The Poughkeepsie Tapes, 2007) ganhou uma certa repercussão na internet, graças às famosas listas de “filmes mais perturbadores e blá blá blá”. No entanto, o longa dirigido por John Erick Dowdle pode ser pesado para alguns, na mesma proporção em que não causa nenhum abalo em outras pessoas. Isso fica por conta da sua sensibilidade.

Para mim, o filme é bem cabuloso e eficiente na forma escolhida para contar a história. Como dito acima, acompanhamos um ‘mockumentary‘ sobre um serial killer chamado ‘o Carniceiro do Rio’, que ataca na região de Poughkeepsie, no estado de Nova York. Após uma caçada sem muito sucesso, a polícia acaba encontrando uma casa onde o assassino guarda milhares de fitas de vídeo com imagens dos crimes cometidos por ele.
O filme então segue a linha da clássica reportagem policial, alternando depoimentos de investigadores, legistas, parentes das vítimas, etc; com as gravações encontradas nas tais fitas em estilo found-footage. O roteiro é todo costurado com a intenção de criar suspense com a parte ‘documental’, para depois chocar com as imagens do assassino atacando e torturando suas vítimas.

Algumas coisas são meio forçadas, como a tentativa de apresentar o serial killer como alguém brilhante, que engana todas as autoridades que o perseguem redefinindo o modus operandi do psicopata clássico. Isso tem o objetivo de justificar porque ele passou tanto tempo sem ser preso, mas fica exagerado.
Por outro lado, o elenco (100% desconhecido do grande público) faz com que o formato jornalístico fique bem crível. Além disso, a trama dá destaque para uma vítima específica, Cheryl Dempsey (Stacy Chbosky), que é uma das partes mais perturbadoras da história. Enfim, As Fitas de Poughkeepsie é um dos melhores filmes dentro do seu subgênero e merece uma assistida. Se vai lhe dar pesadelos, aí é outra coisa. Confira na Darkflix+.
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Obra bem subestimada dos anos 1990, ouso dizer que O Predador 2 – A Caçada Continua é um daqueles exemplos em que a continuação supera o original. Não vou dizer que ele funcionaria sem o primeiro filme, pois esse aqui tem a vantagem de já ter toda mitologia pré-estabelecida. Mas, na minha opinião, a inclusão do monstrengo no cenário urbano e caótico casou perfeitamente.

No ano de 1997, futuro do ponto de vista do roteiro, Los Angeles é uma bagunça desgraçada, cheia de gangues que brigam pelo controle do crime organizado e, para piorar, uma onda de calor toma conta da cidade. Em meio a essa confusão, temos um rastro de corpos mutilados que não parece ser obra de um criminoso comum.
A investigação fica a cargo do tenente Mike Harrigan (Danny Glover), o típico policial linha dura, mas de bom coração, de filmes de ação da época. O roteiro tem todos os clichês: a rixa entre o protagonista e seus superiores, personagem para alívio cômico (com o saudoso Bill Paxton) e um órgão do governo que acoberta a atividade alienígena. Mike então precisa se adaptar para combater um inimigo muito mais perigoso do que os maloqueiros que enfrenta.

Mas o astro mesmo é o Predador (outra vez interpretado por Kevin Peter Hall, que viria a falecer um ano depois do lançamento do filme), mais sanguinolento do que nunca. Repito: colocar o monstrengo num ambiente urbano foi um acerto formidável, algo que viria a se repetir no longa de 2018, mas de forma desastrosa. O Predador 2 – A Caçada Continua está no catálogo do Disney+. Vai na bola.
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