Críticas
CRÍTICA: Invocação do Mal 2 (2016)

[Por Jarmeson de Lima]
Existe muita coisa errada neste Invocação do Mal 2 (The Conjuring 2). Mas o pior de tudo é tratar o espectador como uma criança de cinco anos que precisa ver tudo bem mastigado com explicações, flashbacks e letreiros no final. É em suma um filme que não cumpre o que promete, ainda mais por vir cercado de um grande marketing e muitas expectativas, além das inevitáveis pegadinhas do SBT.
Na boa, galera, já passou da hora de um pessoal parar de endeusar James Wan como sendo o grande nome do horror atual. Ele é, no máximo, o Coldplay do Terror. Começou bem, pareceu que ia deslanchar, mas caiu em clichês e autorepetições com obras que dá ao público menos exigente aquilo que ele deseja.

E é bem esse o mal que este filme carrega. Se você já viu Sobrenatural (Insidious) 1, 2 ou 3, A Entidade (Sinister) 1 ou 2 ou mesmo o primeiro Invocação do Mal, vai perceber que há muitos lugares-comuns nesta continuação.
Exemplos não faltam… Sabe aquela cena em que um objeto se move e sai do lugar quando ninguém está olhando? Tem nele. Sabe aquele brinquedo ou objeto barulhento que se liga sozinho no meio da noite? Tá lá. Sabe aquela musiquinha infantil que toca numa cena com um tom sinistro? Advinha só se tem… Isso sem falar dos habituais jumpscares e dos vilões sobrenaturais que são retratados como idosos rejeitados ou sujeitos sem família que aparecem para acabar com o sossego de pais e filhos.

Das duas uma… ou as ideias geniais de James Wan acabaram e ele está claramente se repetindo, ou a gente superestimou a capacidade dele. Aliás, neste filme uma coisa fica mais clara. A capacidade de criar visualmente alguns seres estranhos é louvável. A imagem da “freira do mal” e do “homem torto” neste filme são realmente memoráveis. Ponto para a equipe de design e efeitos visuais dele. Mas só isso não conta, né…
Tudo bem que Invocação do Mal 2, assim como o primeiro filme, se baseia em um caso real vivenciado pelo casal Warren. Mas ainda assim não se justifica uma série de excessos, edições equivocadas e uma trilha sonora que, PELOAMORDEDEUS, ou é óbvia (O filme se passa em Londres nos anos 70… e qual a primeira música que toca pra contextualizar a gente? “London Calling” do The Clash) ou encaixa músicas boas em momentos inapropriados. Impossível não ficar constrangido ou rir na hora em que começa a tocar uma balada do Bee Gees em um momento crucial para a trama.

Em se tratando de uma história que envolve Casas Mal Assombradas e possessão, o filme deixa a desejar em muitos aspectos. Seria covardia comparar com outros filmes do gênero porque Invocação 2 perderia feio, mas para não dizer que é uma total perda de tempo, vale destacar o elenco principal e a atuação da jovem Madison Wolfe como Janet Hodgson, uma das vítimas do caso Enfield.
Mas sabe a real… você não perde muita coisa em ver este filme. A menos que seja fã de Coldplay/James Wan e queira completar a coleção, tudo o que ele apresenta já está nas obras citadas anteriormente. Arrisque sabendo que o medo passa longe e que a conclusão dele é frustrante.

Diretor: James Wan
Roteiro: Chad Hayes, Carey Hayes, James Wan e David Leslie Johnson
Elenco: Vera Farmiga, Patrick Wilson, Frances O’Connor e Madison Wolfe
País: EUA
Ano: 2016
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Muita gente vai dizer que “Cara-de-Barro” (Clayface) é a versão masculina de “A Substância“. Mas, mesmo guardando semelhanças por conta do background que envolve o cenário hollywoodiano, este filme da DC Studios tem muito mais similaridades com o obscuro “Darkman – Vingança Sem Rosto” de Sam Raimi.
Calma que chego lá… Primeiro, falemos sobre este lançamento. O atraente e promissor ator Matt Hagen (Tom Rhys Harries) estava no topo do mundo, com indicação ao Oscar e presença garantida em programas de TV e capas de revistas. Até que um dia se envolveu com a namorada de um chefão da máfia. Como era de se esperar, o criminoso não levou a traição numa boa e o acerto de contas veio em forma de retalhar aquele rostinho bonito com um canivete, da maneira mais brutal possível.
Levado ao hospital, Hagen é desenganado após procedimentos que deixaram seu rosto como uma mistura de Chucky com Fofão. Se você tiver fobia de agulhas e lâminas, precisará desviar o olhar várias vezes ao longo da exibição diante de cenas agoniantes, o que foi o meu caso, diga-se de passagem.

Após ter alta, o ex-ator passa a viver nas sombras por conta não só de sua aparência desfigurada, mas também por conta da campanha de difamação promovida pelo chefão da máfia para se safar de acusações, mesmo diante da Justiça corrupta de Gotham City. Sem ter a quem recorrer, Hagen vai atrás de um tratamento experimental com nanocélulas conduzido pela Dra. Caitlin Bates (Naomi Ackie) tentando ver se ao menos salva a própria pele.
O tratamento dá meio certo. Mesmo com efeitos colaterais bizarros, incluindo derretimento facial sem botox estragado, um Hagen movido pelo ódio inicia uma vingança contra quem acabou com sua vida pregressa. E assim como Darkman, que para quem não lembra ou não viu, também era um personagem desfigurado fisicamente por conta da intriga de figurões do submundo do crime, o ator caça um a um os responsáveis, disfarçando sua identidade.
Como seus métodos ultrapassam qualquer limite aceitável de violência e morte, fica difícil manter a empatia. Até porque esse é um dos maiores desafios de filmes solo focados na origem de vilões: apresentar motivações com um passado triste para que o público ignore condutas reprováveis e passe a torcer pelo protagonista.

Em “Cara-de-Barro“, contudo, a dinâmica muda de figura. Originalmente, o personagem integra a galeria de vilões do Batman nos quadrinhos desde a década de 1940. Na primeira versão impressa, o humano por trás da criatura era Basil Karlo, também ator. Já neste longa, a história mistura elementos de sua origem ao pegar emprestado o nome de Matt Hagen, a segunda encarnação do monstro nas HQs, em que era retratado como um caçador de tesouros. E bem, na série animada do Batman, ele também não era lá uma figura muito simpática.
Com isso, sem precisar apelar pro fandom da DC e sem querer forçar que o espectador comum entenda o que e quem é, “Cara-de-Barro” ao menos é bem sucedido em apresentar uma história coesa. E apesar de ter uma certa ânsia em criticar a superficialidade das aparências humanas e do sistema que sustenta o entretenimento em Hollywood, o longa de James Watkins aposta alto também nos efeitos visuais e na maquiagem, como era de se esperar, levando uma historinha de boneco para o campo do body-horror.

O ponto fraco mesmo fica no didatismo da crítica social foda em que o espectador é relembrado, a cada duas cenas, de como a indústria cinematográfica também é fútil e descarta seus atores e atrizes quando estes são cancelados. Ainda assim, este filme funciona melhor do que os longas derivados dos vilões do Homem-Aranha que colocaram até criaturas monstruosas como Venom em situações e falas engraçadinhas. Mas não se engane, não há cena bonitinha e alívio cômico em “Cara-de-Barro“. Trata-se de uma história sombria e sem redenção.

Imagem meramente ilustrativa do personagem nos quadrinhos
Título original: Clayface
Diretor: James Watkins
Roteiro: Mike Flanagan e Hossein Amini
Elenco: Tom Rhys Harries, Naomi Ackie, Max Minghella, Joana Ribeiro e outros
Ano de lançamento: 2026
* Filme visto em Cabine de Imprensa promovida pela Espaço Z no Cinemark Rio Mar no Recife
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Há dez anos, “Invasão Zumbi” (Train to Busan) chegava como um verdadeiro fenômeno no círculo de fãs de horror. O filme em si não apresentava nenhuma grande inovação no gênero, mas se destacava ao fazer boas cenas de ação (sim, de ação) com os zumbis/infectados num trem que cortava a península coreana.
Agora em “Zona Zero” (Colony), parte da construção da tensão e da ação em meio a uma infestação, ou seria infecção zumbi, se mantém em uma estrutura linear. Desde o início descobrimos quem é o vilão, suas intenções e como irá promover o caos, que na visão dele, na real é parte do renascimento da sociedade humana.

Baseado em conhecimentos e teorias da cyber-biologia, ou biotecnologia, que passam longe da ética, um pesquisador invejoso cria um vírus de laboratório para espalhar em uma importante convenção científica.
E em menos de meia hora de filme já temos uma grande leva de vítimas e de infectados que agem como zumbis maratonistas e triatletas. Depois que rola o primeiro ataque, aí é correria para todo lado. Quem foge ou tenta escapar da horda de criaturas tem q apelar pra se esconder em lojas e corredores do enorme empresarial que abriga centro de convenções e de compras.
Até se veem semelhanças com o “Despertar dos Mortos” (Dawn of The Dead) de George Romero nessa ambientação, mas só ali mesmo porque os monstros agora correm e atacam com verocidade.

Na comparação com o trem pra Busan onde cada vagão continha uma ameaça diferente, neste longa aqui, os sobreviventes precisam se esconder em diferentes andares e escritórios evitando confronto com os infectados. Até porque diferente de mortos-vivos convencionais, estes aqui possuem o diferencial de se comunicar em conjunto por uma consciência coletiva como ocorre com formigas.
Esse aí é inclusive o maior problema do título brasileiro do longa que não faz o menor sentido dar nome de “Zona Zero” quando seu nome original é traduzido como “Colônia” que tem total sintonia com a premissa já mencionada.

Mas mesmo sendo um pouco previsível assim nesta narrativa mais convencional de confinamento e fuga, “Zona Zero” reserva algumas surpresas, já que diante da ameaça e do vilão, não temos como imaginar como isso pode acabar e quem será o último a contar história.
E um dos maiores méritos do longa é usar poucos efeitos digitais e trabalhar bem com atores, figurantes e efeitos práticos bem grotescos. Em época de proliferação de uso de Inteligência Artificial como muleta pra qualquer tipo de cena no cinema, digamos que é um avanço dos coreanos mesmo que isso não seja uma inovação.
Título original: Colony
Direção: Yeon Sang-ho
Roteiristas: Choi Kyu-seok e Yeon Sang-ho
Elenco: Jun Ji-hyun, Koo Kyo-hwan, Ji Chang-wook
País de origem: Coreia do Sul
* “Zona Zero” estreia nos cinemas brasileiros em 15 de outubro e foi visto pelo Toca o Terror em Cabine de Imprensa promovida pela Espaço Z
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Críticas
CRÍTICA: Meus Mortos Tristes (2026)
Dirigido pelo chileno Pablo Larraín, a minissérie “Meus Mortos Tristes” não foca em assombrações malignas e jumpscares. O papo aqui é drama familiar e crítica social foda com uma médica que consegue ver e ouvir fantasmas.

Vamos iniciar com uma sinopse sem muitos detalhes, para não estragar a surpresa que acontece já no primeiro episódio de Meus Mortos Tristes (2026), nova minissérie argentina da Netflix. Baseada nos contos da escritora Mariana Enriquez, que também é um dos roteiristas, a obra chegou ao serviço de streaming no dia 24 de setembro.
Ema (Mercedes Morán) é uma médica que consegue ver e ouvir fantasmas. Após a morte da mãe, ela se muda para a antiga casa, que fica perto de um conjunto habitacional barra pesada, no subúrbio de Buenos Aires.

Com a visita de parentes que moram nos Estados Unidos, Ema descobre que sua sobrinha Julie (Carolina Álvarez) tem a mesma habilidade sobrenatural. O problema é que um evento inesperado faz com que a relação entre vivos e mortos tome grandes proporções na localidade.
Dirigido pelo chileno Pablo Larraín (O Conde, 2023), Meus Mortos Tristes tem quatro episódios e não precisava tanto. Mas isso fica para depois. É importante começar dando o alerta que a minissérie não vai focar em assombrações malignas e jumpscares, o papo aqui é drama familiar e crítica social foda.
Mercedes Morán é o grande destaque. Sua personagem não é nenhuma Lorraine Warren e não vê glamour, nem missão divina, em sua habilidade de se comunicar com espíritos.

Apesar de possuir sensibilidade suficiente para tomar decisões certas, o desdém pelo dom que carrega é sua maior faceta. A relação com a família, incluindo o fantasma da mãe, rende os melhores momentos. Carolina Álvarez, num papel mórbido e cativante, também merece ser lembrada.
Em algumas entrevistas o elenco teceu loas a Larraín, afirmando que o diretor foi o responsável por tirar deles algumas de suas melhores atuações. Como não há sustos e coisas pulando na tela, é a interação entre os personagens que faz a trama andar. E funciona bem.
Outro trunfo de Meus Mortos Tristes é sua ambientação na periferia. A violência do lugar e o clima de abandono da população de baixa renda faz um paralelo com a situação dos desencarnados que aparecem. A fotografia fria e azulada completa o quadro.
Mas, como dito acima, nem tudo são flores nesse túmulo e, talvez, um filme cairia melhor para essa história. O formato em quatro episódios (de 50 minutos cada) estica demais a trama, o que causa alguns problemas de continuidade e a sensação que o programa está enchendo linguiça.

Outra prova disso é que algumas subtramas ficam subvalorizadas, como o arco de Carol (Dolores Fonzi), filha de Ema, que sofre com a relação mal resolvida com a mãe e com uma perda pessoal. Os pais de Julie também são meio esquecidos durante boa parte do roteiro. O mesmo acontece com Lautaro (Germán De Silva), personagem que carrega um passado de amor não correspondido por Ema.
Ainda assim, Meus Mortos Tristes é uma bela fábula sombria, que fala sobre luto, depressão e memória. Sem contar que a minissérie faz um competente comentário sobre a violência desenfreada nas grandes metrópoles da América Latina. Vale o play nas apariciones.
Título original: Mis muertos tristes
Direção: Pablo Larraín
Roteiro: Anastasia Ayazi, Guillermo Calderón, Mariana Enriquez e Pablo Larraín
Elenco: Mercedes Morán, Dolores Fonzi e Carolina Álvarez
Origem: Argentina
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Lucas
9 de junho de 2016 às 21:13
vi uma pontinha pequenina de alguém que viu o filme, não entendeu e ficou criticando… somente uma pontinha, não é nd pessoal, só é falta de atenção pra postar uma resenha…
Blog Toca o Terror
9 de junho de 2016 às 22:00
O filme é fácil de entender. Não tem plot-twist nem narrativa não-linear.
Lucas
9 de junho de 2016 às 22:05
Não é o que parece aí em cima
Blog Toca o Terror
9 de junho de 2016 às 22:24
Pode reler. Não tem mistério algum.
João Paulo
11 de junho de 2016 às 22:14
Penso o mesmo Lucas, assisti hoje o filme e muitas coisas que colocaram aí no post não procedem. A parte em que dizem por exemplo que usam a figura de um idoso como vilão, o idoso nada mais é que uma forma que o demônio real usou para ganhar tempo e tirar o foco de si. Tem um parte que diz “o brinquedo que liga sozinho”, primeiramente ele ligou porque o garoto chutou ele e depois que jogou para dentro da cabana aí sim o espírito começou a atazanar. Conheço muitas pessoas que assistiram e inclusive vendo as reações de quem saiu do cinema, todos gostaram, muito bem feito. Também me parece o post de quem não entendeu, ficou perdido com medo e agora está criticando…
somaisumaleatorio
9 de junho de 2016 às 22:59
Também achei que o filme teve referencias em alguns momentos da trilogia Supernatural (exemplo).
Mas ao mesmo tempo discordo que o filme deixou a desejar como a sua resenha diz, na minha opinião ele se ponderou em cenas que foram exploradas no momento adequado e na hora certa. Comparando Invocação do mal com outros filmes desse gênero nesse ano, sem duvidas Invocação do Mal se saiu muito bem.
Mas essa é apenas minha opinião.
Hugo Moreira
17 de junho de 2016 às 10:53
Eu estou pensando hoje, apos ver o filme invocação do mal 2, a franquia supernatural tem ligação forte com invocação. Acredito que a médium Lorraine de invocação do mal pode ser a mãe do Josh de supernatural.
Wellington
10 de junho de 2016 às 13:54
Gosto muito de filmes e devido ao pouco tempo para assistí-los tenho que escolher a dedo qual assistir.
Nesse sentido levo muito em consideração as avaliações realizadas por sites especializados, como este.
Mas fiquei desapontado com a avaliação realizada por vocês do filme Invocação do Mal 2, visto que em outras 7 avaliações de pessoas ou sites também especializados, o resultado foi totalmente positivo.
Acredito que antes de publicar suas críticas, devessem consultar mais de um integrante do site, para que não se torne uma crítica muito pessoal e não faça justiça com o filme!!! Abs
Christian
10 de junho de 2016 às 22:51
Que critica mais injusta, quero que você fale um filme de terror bom nesse momento que concorra com Invocação do mal 1 e 2 ? Eu amei o filme enredo muito bom, fora a atuação do Patrick e da Vera filme excelente.
Obs: já assisti tudo que é filme de terror.
Blog Toca o Terror
11 de junho de 2016 às 00:28
E que tal “A Bruxa”?
Junior
11 de junho de 2016 às 08:28
A Bruxa é uma porcaria desculpa falar!!!
Jhony
11 de junho de 2016 às 23:16
melhor resposta rs… ”A Bruxa”, acaba com qualquer argumento, vamos apenas desconsiderar a ”relevante” opinião do amigo: ”A Bruxa é uma porcaria desculpa falar!!!”
Fredson
11 de junho de 2016 às 10:18
Gostaria de saber desse pessoal do blog qual o filme de terror 5 “caveiras” pra vcs?
Pq eu acho que quem comenta esses filmes ou não entendem nada do gênero e falam babaquisses ou realmente não gostam de filmes de terror! Todo terror/supense sobrenatural tem alguns elementos comuns que não podem deixar de existir e se fala aqui como clichês ou falhas….paciência, mas é isso, gostaria de fazer minha crítica em relação ao filme que vcs acham Otimos de terror, vou fazer isso, digam aí que vou parar tudo pra ver este filme e dar meu parecer!
Agora espero que seja “A grande obra de terror” e não me venha com O Exorcista nem Psicose, clichê demais e vcs não gostam de clichês né?
Carlos Costa
11 de junho de 2016 às 12:03
Claramente essa pessoa não entende nada sobre o gênero. Já está bem claro que o James Wan sabe criar uma ótima atmosfera e é um dos poucos, se não o único, que sabe usar os clichês e os jumpscare (que por sinal foram apenas uns 6 durante o filme).
João Paulo
11 de junho de 2016 às 22:23
http://cinepop.com.br/critica-2-invocacao-do-mal-2-120822
Uma das melhores críticas que li sobre o filme, elucida bem todos os pontos e principalmente, tem cara de que a pessoa que a fez não apenas assistiu, mas entendeu perfeitamente o filme. Vale a leitura.
Com relação a essa critica, não sei se foi o estagiário medroso que fez ou a pessoa simplesmente não viu direito, levou vários sustos e ficou de cara. Por favor ne pessoal, vamos ser mais justos com as obras antes de falar asneiras.
Laura
12 de junho de 2016 às 02:28
“A Bruxa” é o clássico filme ruim que a galerinha metida a cult diz que é bom para pagar de “entendidão”. Credo, tem que ter o cérebro muito oco para achar que foi filmão.
Em tempo, “Invocação do Mal 2” foi fraco pra burro. Esperava bem mais.
Henrique Husken
1 de julho de 2016 às 11:22
Sua definição sobre o filme “A Bruxa” é a mesma que eu tenho. É uma historia cheia de buracos e coisas mal contadas, e isso é bem diferente de deixar coisas sub-entendidas
Fernando
12 de junho de 2016 às 09:49
Não concordo com sua resenha, assisti ao film ontem e eu fiquei de boca aberta, eu não esperava que esse fosse tão bom, fica quase igual com o primeiro, os atores em uma atuação perfeita, destaque pra atriz que interpreta a Janet, a Vera e o Patrick deram um show novamente, a trilha do filme, o figurino , a produçao de arte , tudo no filme está perfeito. Sim , o filme nao trouxe nada de novo, porém, o Wan sabe fazer com que o clichês de terror nos deem medo, ele sabe preparar o terreno pra plantar o susto. Amei os novos personagens do medo, aquela freira toca o terror, o filme tb fez referências a clássicos do terror, eu gostei mt, valeu a pena o dinheiro pago pelo ingresso.
Paula
13 de junho de 2016 às 13:42
Essa resenha não traduz a minha opinião de ‘super espectadora’ de filmes de terror. Assisto filmes de terror há anos e confesso que invocação do mal (leia-se: tanto o 1 quanto o 2) está na minha lista de favoritos. Mesmo depois de tanto sucesso de Invocação do mal 1, o 2 não deixou a desejar. Confesso, apenas, que a figura do homem torto me pareceu um tanto quanto infantil (tipo medo que criança tem de palhaço por exemplo), então achei desnecessário. Quanto a todo o resto, nota 1000.
Henrique Husken
1 de julho de 2016 às 11:25
Essa cena do homem torto eu achei desnecessária e desconexa com o resto do filme
renato henrique silva santos
13 de junho de 2016 às 14:39
cara vê se cresce se tu tais com inveja do cara ent pq tu n faz um filme melhor .
Thallys
13 de junho de 2016 às 16:46
Tb curti muito o filme. Fiquei com medo no cinema. Achei que a escala poderia ser pelo menos 3 estrelas
Radane
14 de junho de 2016 às 11:23
Filme maravilhoso! Não tenho o que dizer, sou fã de filmes de terror desde pequeno e esse arrisco dizer que foi o melhor que já assisti, obviamente algumas coisas clichês em torno do filme acontecem, porém muitas surpresas que aconteciam em cenas de tensão me agradaram muito. Em questão da sua crítica, tente averiguar o que nos proporciona emoção, que é o que buscamos em todos os filmes que assistimos sem importar o gênero.
powerliftercurioso
18 de junho de 2016 às 10:06
Nunca vi uma crítica tão arrogante e babaca…
Dyêgo
19 de junho de 2016 às 12:44
Olá, vocês sabem o nome da atriz que fez a freira Balak?
Vitor Souza
20 de junho de 2016 às 20:56
ela se chama Bonnie Aarons
Nosreda Uerba
21 de junho de 2016 às 03:41
Isso nao poderia ser pulblicado pois se todos os q ja assistiram esse filme fizesse uma resenha sobre esse filme teria varias opinioes de todos os q ja assistiram
djdilon
22 de junho de 2016 às 02:19
A grande utilidade de ver esses “críticos” de filme de terror é muita…simples…se eles falam bem o filme é uma merda…se eles falam mal pode ir que não vai dormir no cinema…aposto que esse cara adorou o filme “a bruxa” e “a vila” Gostou do invocação do mal 1? então vai assistir no cinema…não liga para esses caras que se fingem de entendidos
labas
24 de junho de 2016 às 17:58
Uma critica de um cara, que diz que o filme ” A bruxa ” é melhor que invocação do mal 2, realmente, não deve ser levada a sério. É totalmente ignorável. Invocação do mal 1 ou 2, é sem dúvida o melhor filme de terror dos ultimos anos. supernatural, exorcista, exorcismo de emily rose, qualquer filme do gênero de entidades sobrenaturais, nenhum é melhor que invocação do mal. pode fazer uma enquete no seu site, se você for homem.
Blog Toca o Terror
27 de junho de 2016 às 19:54
Olha, quer ver um filme em que James Wan se inspirou e copiou tudo o que podia no estilo?
The Changeling (1980) – https://www.youtube.com/watch?v=FYw-uSGGIFM
Thici Diniz
11 de julho de 2016 às 14:11
Primeira vez que entro nesse site e só de ler essa crítica pobre, com extrema falta de nexo e sem entendimento no gênero, vejo que é a primeira e última vez que entro aqui. Criticar um dos maiores nomes do gênero de horror e terror atual que é o James Wan sem o menor embasamento (só porque pegou uma antipatia fresca do cara), é o cúmulo. E sim, Invocação do Mal 2 é um dos melhores dos últimos anos e conseguiu se igualar à grandiosidade do 1º filme. Sinceramente, vão aprender mais sobre o gênero antes de ficarem fazendo essas “resenhas” artificiais e pobres…ridículo!
Blog Toca o Terror
11 de julho de 2016 às 17:23
Desculpe e volte sempre
Henrique Husken
1 de julho de 2016 às 11:29
Aí eu discordo, amigo. Invocação do Mal é um dos melhores dos últimos anos, sim! Junto com The Babadook e A Corrente do Mal. Porém repense ao compará-lo com um dos pioneiros(e um dos melhores) do gênero. Invocação do Mal entrará para a história, sim, mas não será tão bem lembrado quanto O Exorcista é.
High
18 de setembro de 2016 às 11:07
galera calma aí…. cada um tem seu ponto de vista,se n gostaram do modo como ele relatou a obra do fantastico autor,fação as suas resenhas e publiquem ao invés de ficarem crucificando ele por ter feito sua parte como critico em si…isso n é nem um pouco relevante da parte de vcs, indiquem filmes e séries e deem seus pontos de vista,mais de uma forma amigável,
gostei bastante do filme,assisti duas vezes,ja vi melhores, mais isso vai de cada pessoa…
e caso vcs n gostaram do meu post aqui…desde ja digo a vcs…suas opiniões exacerbadas e agressivas fiquem pra vcs…. tal agressividade n ajudara em nada.
Bruno Duarte
24 de outubro de 2016 às 08:53
Também achei a crítica exagerada.
É certo que cada um tem sua opinião, mas realmente, antes de qualquer post vir à tona, deveria passar por uma “banca examinadora”, pois se corre o risco de termos uma ideia totalmente particular, como a que foi proposta.
O filme é bom, não tanto como o primeiro, mas já é de se esperar. Acho que a citação ao “homem torto” trouxe certa infantilidade, talvez esse o maior pecado.
Do demais, um bom filme, bons sustos, bons atores e fotografia interessante.
carmoj
17 de novembro de 2016 às 15:56
Criticas como esta apenas fazem o site perder a moral, sinceramente.
Thomas Roodson
29 de dezembro de 2016 às 13:54
Assistir o Filme ontem eu achei muito bom, vários sustos kkkkk mais gostei bastante!!
David Mitler
27 de junho de 2017 às 16:40
Discordo em parte da crítica, pois achei muito bom o filme, apesar de alguns clichês que de fato há na “película”. Bem, quem não viu e gosta de terror, VEJA, vai gostar!