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YOGA: Apropriação cultural de práticas indianas ganha tons de horror em “Namaslay”
VEM Aí! “Namaslay” transforma estúdio de yoga de luxo em palco de horror e comédia como uma sátira que evidencia a apropriação da prática no Ocidente

Depois de anos praticando yoga, sabemos muito bem como esse universo costuma ser retratado de forma embranquecida e cheia de estereótipos. No novo terrir Namaslay, essa percepção é levada ao pé da letra. O trailer recém-divulgado combina risadas e sustos na medida certa, deixando claro que a jornada do filme passa longe da iluminação espiritual e descamba para um verdadeiro pesadelo.
Com direção da dupla Rish e Kanish, o longa traz no uma trama em que se passa não em Mumbai, mas em Los Angeles. Após sua mudança para os EUA, Gayatri aceita o convite da amiga Judy para conhecer um luxuoso estúdio de yoga. A proprietária do local, Reyna, oferece a Gayatri uma vaga no disputado programa de formação de instrutores. Mesmo percebendo o comportamento estranho do grupo, ela decide aceitar a oportunidade para se reconectar com as raízes da prática que aprendeu com sua avó. No entanto, ao ser convidada para um retiro exclusivo, Gayatri descobre as verdadeiras e macabras intenções por trás daquela recepção calorosa.
Namaslay marca a estreia nos cinemas da Junghal Studios, produtora fundada por Rish e Kanish com o objetivo de criar “blockbusters independentes”, unindo o apelo dos grandes sucessos de bilheteria à liberdade artística do cinema autoral. O catálogo da empresa promete homenagear diferentes tradições culturais do mundo, a começar pelo clássico estilo masala do cinema indiano, que mistura diversos gêneros cinematográficos assim como se combinam especiarias na culinária local.
O filme chega às salas de cinema de Nova York e Los Angeles no dia 6 de agosto, com lançamento expandido para outras regiões a partir do dia 13 do mesmo mês.
Informação originalmente publicada por www.fangoria.com.
Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.
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Filme animado de THE TEXAS CHAIN SAW MASSACRE está em produção
Uma versão rotoscópica e feita à mão de The Texas Chain Saw Massacre está em produção, com previsão de lançamento para 2027. O projeto é liderado pelo diretor de animação e diretor de arte Paul Beck, e a produção será livre de inteligência artificial. Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.
Cinco décadas depois de transformar para sempre o mundo do horror, The Texas Chain Saw Massacre não só ganhou um novo filme e uma nova série de televisão em desenvolvimento, como também terá uma adaptação animada por meio de uma das disciplinas artísticas mais raras da animação.
Dark Sky Films e Exurbia Films anunciaram que uma versão rotoscópica e animada à mão de The Texas Chain Saw Massacre está atualmente em produção, com lançamento previsto para 2027.
O projeto é liderado pelo diretor de animação e diretor de arte Paul Beck, artista multimídia radicado em Austin, cujas colaborações com o cineasta Richard Linklater ajudaram a redefinir o rotoscópio moderno. Beck foi animador principal em Waking Life, A Scanner Darkly e Apollo 10½: A Space Age Childhood, e expôs pinturas, esculturas, filmes e instalações de vídeo internacionalmente em Nova York, Berlim, Brasil, Croácia e Romênia.
Para quem não conhece, rotoscopia é uma técnica pioneira de animação usada em clássicos da Disney como Snow White e Cinderella, além de longas animados como The Lord of the Rings, Heavy Metal e Fire and Ice. Animadores traçam imagens de filmes quadro a quadro. Um comunicado oficial explica que os cineastas estão adotando o trabalho manual meticuloso que define a rotoscopia há mais de um século: artistas fazem traçados manuais de frames-chave antes de isolar e compor elementos visuais individuais, obtendo controle criativo total sobre cada movimento, expressão, textura e sombra, preservando o realismo das performances originais.
Segundo o comunicado, e em contraste com métodos automatizados, a animação de The Texas Chain Saw Massacre será criada sem o uso de qualquer inteligência artificial.
“O Texas Chain Saw Massacre original é uma obra-prima que mudou o cinema para sempre […] Nosso objetivo é honrar seu legado reimaginando-o por meio da arte atemporal da rotoscopia desenhada à mão, oferecendo ao público uma maneira totalmente nova de experimentar um filme que eles achavam que já conheciam.”
Se você for a qualquer uma das celebrações do Texas Chain Saw Massacre Day promovidas por Fathom e Dark Sky Films em 18 de agosto, poderá ver um featurette dos bastidores que inclui uma prévia de imagens animadas à mão do filme enquanto a produção ainda está em andamento. Fique atento a mais informações à medida que forem divulgadas.
Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.


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FULL MOON RISING: A Vida Selvagem de Charles Band, uma Lenda dos Filmes-B
Documentário sobre Charles Band, produtor por trás da Full Moon Features e de mais de 400 obras, terá estreia mundial no London FrightFest em agosto. Filme conta com depoimentos de figuras como Barbara Crampton e John Carpenter.

No universo do cinema independente — não apenas do horror — são raros os que podem afirmar ter realizado tanto quanto Charles Band. À frente da Full Moon Features, ele produziu literalmente centenas de filmes ao longo de quase quatro décadas. Agora, a trajetória do homem por trás de tudo isso vira documentário: Full Moon Rising: The Charles Band Story.
Full Moon Rising foi confirmada na programação do London FrightFest deste ano, com estreia mundial marcada para agosto. Para quem estiver em Londres ou nas proximidades, é hora de anotar na agenda. O documentário foi dirigido por Sarah Appleton (The Found Footage Phenomenon) e produzido por Chris Alexander, e traz diversas entrevistas com nomes como Barbara Crampton (Castle Freak), John Carpenter (Halloween) e outros.
A sinopse do filme diz: “Um documentário que traça a ascensão do excêntrico e lendário produtor/diretor de B-movies Charles Band e sua companhia Full Moon Features. Estruturado como um estudo de personagem — através de sua obra e de depoimentos de pessoas ao seu redor — o filme considera como um empreendedor individual pode sobreviver com sucesso por mais de 50 anos fazendo filmes em Hollywood, nos seus próprios termos.”

O documentário começa com a formação de Charlie, criado pelo pai diretor de cinema Albert Band, e como crescer em sets de filmagem moldou o magnata do cinema que ele se tornaria. A obra aborda seu envolvimento com o surgimento do vídeo no início dos anos 1980 e acompanha como ele acompanhou tendências em tecnologia cinematográfica para manter a Full Moon Features ativa até hoje.
Band soma mais de 400 créditos como produtor e mais de 100 como diretor, desde clássicos como “Armadilha para Turistas” (Tourist Trap) até produções previstas para 2026, como Models vs. Werewolves. Ele criou diversas franquias, incluindo Subspecies e Puppet Master, entre outras. Os participantes do doc não poupam elogios, usando termos como “gênio” e “excêntrico” para descrevê-lo — uma figura que claramente merece um mergulho aprofundado em sua vida.
Sarah Appleton é diretora/produtora, conhecida pelo documentário original da Shudder The Found Footage Phenomenon (2022) e por J-Horror Virus (2023). Appleton realizou vários documentários de longa-metragem centrados no cinema e nas artes, e passou mais de uma década à frente da produtora Caprisar Productions Ltd, com base em Londres.
Full Moon Rising: The Charles Band Story estreia no London FrightFest em agosto.
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ELE VAI VOLTAR: Paramount quer Freddy Krueger de novo nos cinemas. Mas com que ator?
A Paramount garantiu os direitos para fazer um novo filme da franquia “A Hora do Pesadelo” com o espólio de Wes Craven. Com Robert Englund aposentado, fica a dúvida pra saber quem vai ser o novo intérprete de Freddy Krueger

Demorou 16 anos, mas o momento finalmente chegou. A Paramount assegurou os direitos para fazer um novo filme da franquia “A Hora do Pesadelo” junto ao espólio de Wes Craven. O retorno de Freddy Krueger às telonas é real — embora muitos detalhes ainda sejam obscuros, sabemos com certeza que o invasor de sonhos fará seu aguardado retorno e que será necessário um novo ator para vestir o suéter listrado e as lâminas.
Desde o clássico de 1984, Robert Englund interpretou Freddy até 2003, em Freddy vs. Jason. Jackie Earle Haley assumiu o personagem na refilmagem de 2010. Englund, já na casa dos 70 anos, deixou claro que a época dele como Freddy passou — portanto, um novo ator terá de assumir o manto.
Sejamos francos sobre Freddy Krueger: em algum ponto — mais cedo do que talvez admitamos — começamos a torcer pelo assassino de luva com lâminas. É louvável que cineastas queiram levá‑lo às suas raízes e torná‑lo novamente uma ameaça séria e assustadora, mas a “marca” de Freddy é que os fãs de horror gostavam dele.
Isso moldou sua evolução, consolidando‑o como um assassino espirituoso, eufórico e camp — divertidíssimo de assistir. Um reboot precisa entender ISSO, não se esforçar para reinventar a roda.
Os devotos de Elm Street querem um Freddy de que gostem, e isso começa pela escolha certa do elenco. De acordo com a turma do Fangoria: o favorito dos fãs é Kyle Gallner. Segundo os editores do site/revista, o ator tem o que é preciso para ser encantador, ameaçador e hilário; vê‑lo cortar seu caminho pelos sonhos de Springwood depois de ser falsamente acusado e queimado vivo (sim, é hora de retomar isso — é a única forma de fazer a origem de Krueger funcionar nos dias de hoje) fará os fãs de horror vibrarem como se fosse 1987 (Phil Nobile Jr.).
Com 35 anos, Jack O’Connell pode parecer jovem demais para interpretar um gentleman tão refinado quanto Freddy, mas não esqueçamos que, segundo o cânone, Mr. Krueger ainda estava na casa dos 20 quando se tornou o demônio dos sonhos que conhecemos — portanto há margem de manobra. Em vários papéis de horror, especialmente recentemente em Pecadores e Extermínio: O Templo dos Ossos, O’Connell mostrou habilidade para encarnar um tipo de vilão distorcido, que carrega um charme inegável em sua loucura.
Se o novo Nightmare on Elm Street optar por acentuar o aspecto camp, O’Connell também tem veia cômica (veja sua interpretação como o carismático Cook em Skins), enquanto sua atuação como um psicopata adolescente aterrorizante em Eden Lake comprova que ele pode entregar um sadismo sombrio, caso o remake siga esse tom.
Por hora, esperemos que o casting e o roteiro respeitem o legado de Freddy Krueger, nem que seja em sonho.
Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.
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