Dicas
DVD: Coleção Estúdio Hammer (Obras-Primas do Cinema)

Data prevista para entrega: 15/03/2018
Disco 01:
– A Múmia (The Mummy, 1959, 1.66:1, 88 min.) 
No ano de 1895, a tumba da princesa egípcia Ananka é encontrada por um grupo de arqueólogos. Contudo, o sumo-sacerdote Kharis (Christopher Lee), que amava a princesa, volta à vida, espalhando o terror entre os escavadores.
– A Maldição do Lobisomem (The Curse of the Werewolf, 1961, 2.0:1, 92 min.)

Direção: Terence Fisher. Elenco Principal: Clifford Evans, Oliver Reed, Yvonne Romain.
Na Espanha, Leon nasceu no dia de Natal, fruto de um estupro. Quando jovem, ele trabalha em uma adega e se apaixona pela filha do proprietário, Cristina, porém, em uma noite de lua cheia, sua maldição inicia, assustando toda a cidade.
Disco 02:
– O Beijo do Vampiro (The Kiss of the Vampire, 1963, 1.85:1, 88 min.)

Gerald e Marianne Harcourt estão viajando de carro, quando seu veículo quebra e eles são obrigados a passar alguns dias numa pequena e remota comunidade. Logo, eles são convidados a visitar o castelo do Dr. Ravna, o líder de um culto vampírico e que se sente atraído por Marianne.
– Maniac (Maniac, 1961, 2.35:1, 86 min.)
Direção: Michael Carreras. Elenco Principal: Kerwin Mathews, Nadia Gray, Donald Houston.
Artista plástico norte-americano desembarca em uma ilha francesa, se envolve em um triangulo amoroso e é convencido por sua amante a ajudar o ex-marido a escapar de um hospital psiquiátrico. O que o artista não sabe é que o homem que ele acabara de libertar é altamente perigoso e logo iniciará um massacre na região.
Disco 03:
– A Górgona (The Gorgon, 1964, 1.66:1, 83 min.)

Direção: Terence Fisher. Elenco Principal: Christopher Lee, Peter Cushing, Richard Pasco.
Em 1910, na pequena cidade alemã de Vandorf, uma série de assassinatos foram cometidos nos últimos cinco anos, todas as vítimas transformadas em pedra. As autoridades locais temem que uma antiga lenda tenha se tornado realidade: a última das Górgonas assombra o local e transforma suas vítimas em pedra durante a lua cheia.
– Fanatismo Macabro (Fanatic; Die! Die! My Darling!, 1965, 1.85:1, 94 min.)

Direção: Silvio Narizzano. Elenco Principal: Tallulah Bankhead, Stefanie Powers, Peter Vaughan.
A Sra. Trefoile é uma demente religiosa que ficou obcecada pelo espírito do filho que faleceu há vários anos em um acidente. Sua ex-nora faz a ela uma visita inesperada, porém, a Sra. Trefoile sequestra a bela jovem, confinando-a no sótão como refém para “limpar” sua alma para que ela possa se reunir com seu filho no céu.

EXTRAS: MAIS DE 80 MINUTOS DE EXTRAS, contendo um especial sobre “A Múmia”; Membros da equipe original relembram suas experiências em “Maniac”; Por dentro de: “A Górgona” e “Fanatismo Macabro” e muito mais!
Título: Coleção Estúdio Hammer
País de Produção: Inglaterra
Ano de Produção: 1959-1965
Gênero: Horror.
Direção: Terence Fisher, Don Sharp, Michael Carreras, Silvio Narizzano.
Elenco: Christopher Lee, Oliver Reed, Clifford Evans, Kerwin Mathews, Tallulah Bankhead, Peter Vaughan, Yvonne Furneaux, Clifford Evans, Nadia Gray, Richard Pasco, Stefanie Powers, Peter Cushing, Yvonne Romain, Noel Willman, Donald Houston, Edward de Souza.
Áudio: Dolby Digital 1.0 e 2.0
Idioma: Inglês
Legendas: Português – Inglês.
Duração Aproximada: 524 minutos
Região: Aberto para todas as zonas (Livre)
Formato de Tela: 1.66:1 – 1.78:1 – 1.85:1- 2.0:1 – 2.35:1
Cor: Colorido e Preto e Branco
Código Interno: OP-330
Código de Barras: 7898570943406
Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos. Contém: Violência e Morte.
*com informações da assessoria*
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Para a dica desta semana eu trago um filme aniversariante: O EXORCISTA III (Exorcist III), escrito e dirigido por Willam Peter Blatty, completa 32 aninhos neste mês de agosto.

O EXORCISTA III é adaptação do livro ESPÍRITO DO MAL / LEGIÃO (Legion, 1983) que é uma continuação direta do livro O EXORCISTA (The Exorcist, 1971). Na trama, o tenente Kinderman investiga uma série de assassinatos que trazem a assinatura do já conhecido serial killer: Gêmeos. O problema é que este assassino está morto há 15 anos. Com a ajuda do amigo padre Joseph Dyer, ambos são levados a revelações cabulosas.

Blatty exibe um domínio enorme na condução do longa. E não é de se espantar, já que é o autor de ambos os livros. Aqui, com a direção em suas mãos, ele imprime sua real visão da própria obra, mantendo um clima constante de tensão como se algo de muito pior fosse acontecer a cada cena. A fotografia do Gerry Fisher é essencial para dar o tom sombrio à trama. Até estátuas sacras dão medo aqui! Sem contar que O EXORCISTA III tem um dos sustos e jumpscares mais cabulosos e inesperados da história do cinema de horror.

Para além da competente produção, o longa conta com a carismática dupla George C. Scott e Ed Flanders, (Kinderman e Dyer respectivamente), Brad Dourif que encarna o assassino de Gêmeos nos conferindo uma performance assustadoramente brilhante e Jason Miller vivendo o sinistro “paciente X”.

É de fato um filme incrível que, para este que vos escreve, por muito tempo foi subestimado por ser o terceiro da franquia O EXORCISTA, quando na verdade deveria ter sido o segundo, já que, como dito no início, se trata da continuação direta do livro. E convenhamos que depois do que rolou em O EXORCISTA 2: O HEREGE, carregar um título desse também não ajuda. Este longa de 1990 poderia ter se chamado simplesmente LEGIÃO como no livro, mas enfim…

Em suma, O EXORCISTA III é um típico terror policial cabuloso que merece ser visto. Ficou curioso? Aproveita que este clássico cult encontra-se no catálogo do HBO Max.
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Muito antes do canal SyFy e da Asylum inventar as bizarrices mutantes de tubarões mesclados com jacarés e coisa do gênero, havia uma turma que pegou carona na fórmula de “Tubarão” e espremeu até o bagaço. Então se você estiver a fim de ver um filme deste tipo sem pensar muito, vá até o YouTube e procure por “Humanoids from the Deep“, também conhecido pelo título genérico de “Monster“.
(mais…)
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Tem filme ruim que se revela bom. Tem superprodução que acaba sendo um fiasco. E tem “Ratos – A Noite do Terror” (Rats – Notte di terrore) que é um caso à parte. Se sacar a ficha técnica vai entender o porquê.
Produzido pela duplinha Bruno Mattei e Claudio Fragasso, esta tosqueira da sétima arte diverte e impressiona da forma que não deveria. O nobre leitor que já deve ter esboçado um sorriso ao ler o nome dos dois italianos, vai certamente se esbaldar com essa joia.
A picaretagem já começa pela autoria. Ao invés de Mattei e Fragasso, quem “assume” a direção é Vincent Dawn, um dos vários codinomes do cineasta pras obras em que ele não se orgulha tanto.

Depois da devida introdução, vamos à história… que se passa em 225 A.B. (After the Bomb) num mundo pós-apocalíptico, onde a população passou a viver no subterrâneo e gangues disputam o território da superfície enfrentando ratos. Sim! Porque ao invés das baratas que sobreviveriam à radiação nuclear, neste filme quem se aproveita do que restou do planeta são os roedores.
Considerando este contexto, não tem muito o que dizer, uma vez que assim como acontece na maioria dessas histórias, os sobreviventes vagam de um canto a outro em busca de proteção e comida. Mas o que eles não contavam é que vão encontrar ratos em quase todo canto. E essas ratazanas estão famintas e sedentas de sangue…

No entanto, não espere grandes cenas e ataques elaborados. Os ratos, sejam eles vivos ou de pelúcia, são literalmente jogados em cima dos personagens. A reação de nojo e repulsa do elenco pode até compensar a atuação um tanto medíocre, mas tudo faz parte do pacote.
E em meio às brigas de gangues rivais e roedores que mordem o rosto, a barriga e os membros das pessoas por dentro e por fora, quem sobrevive até o final do filme presencia uma cena que teria tudo para ser chocante. Teria, claro, porque nas mãos de Mattei/Fragasso, a tal cena fica tão, mas tão bizarra, que só nos resta rir e aplaudir tamanha ousadia.

“Ratos – A Noite do Terror“, obviamente não é pro bico da Netflix, mas pode ser visto e revisto tranquilamente no YouTube para seu deleite.
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