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Diretor Kane Parsons fala sobre a experiência “incrivelmente bizarra” das BACKROOMS

Kane Parsons projetou digitalmente todo o cenário de Backrooms em Blender antes de transformá‑lo em um set prático para seu longa da A24. A experiência de ver esse mundo virtual ganhar forma física foi descrita pelo cineasta como surreal e estranhamente familiar.

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O diretor Kane Parsons desenhou e criou digitalmente todo o cenário de Backrooms em Blender antes de ele ser erguido como um imenso set prático para seu longa da A24. O cineasta de 21 anos vinha criando ambientes das Backrooms digitalmente nos últimos quatro anos, mas esta foi a primeira vez que suas criações ganharam forma tangível, permitindo que ele literalmente entrasse em seu trabalho.

“Foi incrivelmente surreal. Não foi um momento imediato, mas, como disse, houve muito vai e vem com esses arquivos de modelagem do espaço, até eu me familiarizar tanto com ele que conseguia navegar de olhos fechados. Em algumas cenas, estávamos literalmente esculpindo o ambiente”, contou Parsons.

Parsons começou a divulgar seus curtas inquietantes no YouTube antes de se tornar o diretor mais jovem contratado pela A24, o que lhe deu a oportunidade de materializar o mundo que vinha construindo. Ele trabalhou com o diretor de fotografia Jeremy Cox, “mostrando a ele os caminhos no Blender”, o que permitiu ajustes no ambiente ao longo das filmagens para “enfatizar aqueles momentos visuais. Assim, o set acaba sendo um reflexo da cinematografia — eles conversam entre si antes mesmo de construí‑lo”.

“Enquanto fazíamos tudo isso, a estrutura começava a subir. Foi se construindo peça por peça ao longo de alguns meses. Quando terminamos de rodar as cenas do mundo exterior, entramos lá e estava pronto.

“Foi como entrar em… sem exagero, meus olhos sentiram… Não houve barreira de dissociação; não parecia algo com que eu só tinha lidado online por anos. Foi incrivelmente bizarro. E, claro, conhecer o lugar tão bem já é uma coisa estranha — não acho que o cérebro humano costuma lidar bem com isso. É esquisito ser familiar com um lugar que não existe e, de repente, existe.”

Após meses dentro das Backrooms, as estrelas Renate Reinsve e Chiwetel Ejiofor voltaram ao espaço liminal (por assim dizer) para esta entrevista. As paredes são de um amarelo‑bege sem vida, e a iluminação tem um tom amarelado que, de algum modo, não transmite calor. Reinsve disse que, durante as filmagens, “nunca me senti à vontade; quando voltei aqui para a imprensa, foi tão bom ver vocês de novo. Agora até parece agradável.”

“Estou me acostumando, mas só por nostalgia”, esclareceu Reinsve. “Eu não ficaria aqui sozinha”, riu. “Eu não ficaria sentada aqui se todos vocês saíssem para aproveitar.”

Reinsve e Ejiofor atuam como guias do público pelas Backrooms. Para quem não conhece o trabalho de Parsons ou o conceito de Backrooms, não há problema: o público acompanha os personagens e experimenta o espaço junto com eles. Em entrevistas anteriores, Parsons comentou que suas duas estrelas trouxeram ao projeto uma curiosidade que ele achou atraente.

Informação originalmente publicada por www.fangoria.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.

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5 casas assombradas que você só encontra no Orlando Halloween Horror Nights

Universal’s Halloween Horror Nights em Orlando celebra seu 35º aniversário com cinco casas originais exclusivas, incluindo personagens recorrentes e atrações inéditas que só existem no parque da Flórida. Informação originalmente publicada por www.fangoria.com.

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O Universal’s Halloween Horror Nights está quase chegando! Enquanto nos preparamos para ir a Orlando e celebrar o 35º aniversário do evento, destacamos as casas que os fãs só encontrarão por lá. Para quem não conhece, o Halloween Horror Nights acontece em duas costas: o Universal Hollywood, na Costa Oeste, e o Universal Orlando, na Costa Leste.

O Horror Nights em Orlando começou em 1991 como Universal Studios Fright Nights, antes de adotar o título pelo qual o evento é conhecido desde o ano seguinte. O ano inaugural teve uma única casa assombrada — bem diferente do que o evento se tornou hoje.

Com amplo espaço à disposição, o Horror Nights Orlando conta com 10 casas construídas nos palcos fixos do parque e cinco zonas de sustos distintas. Fãs de longa data conhecem bem as casas originais do parque, centradas em personagens criados especialmente para o evento.

Além das casas licenciadas que os espectadores de Hollywood também poderão ver este ano, o Orlando Horror Nights terá cinco casas originais exclusivas, sendo que duas trazem personagens favoritos que retornam. A seguir, a lista completa das cinco casas originais que chegam a Orlando este ano.

Cybergoria apresenta visitantes a um conjunto de máquinas obcecadas em fazer os humanos viverem para sempre — mesmo que isso custe a vida desses mesmos humanos. Atração que leva os convidados milhares de anos no futuro; cabe a eles tentar se manter fora do alcance das máquinas.

Entre em uma propriedade rural isolada que foi destruída por uma nave de alienígenas grays em busca de novos cobaias. Os visitantes terão de atravessar cenários consumidos pela presença extraterrestre.

No cardápio? Você! Atravesse um zoológico abandonado: os animais se foram, mas agora você precisará sobreviver enquanto é caçado por facções canibais em guerra. Pelas minhas experiências, as casas com tema canibal costumam ter o cheiro mais desagradável — não sei qual aroma tentam reproduzir nessas atrações famintas por carne humana, mas sempre me provoca ânsia. Veremos se esse odor putrefato aparece também aqui.

Há poucas coisas que eu gosto mais do que uma maratona de filmes de terror durante a noite apresentada por um legítimo apresentador de terror noturno. H.R. Bloodengutz, apresentador favorito do WKNB Midnight Horror Show em Orlando, retorna para sua terceira participação no Horror Nights com um especial de sustos de Halloween.

Informação originalmente publicada por www.fangoria.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.

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Octavia Spencer dá atualização sobre sequência de “Ma”

Mais de um ano após anúncio de Jason Blum, atriz diz que foco é acertar o roteiro e que Blumhouse prepara surpresas; roteiro em desenvolvimento e Ashley Nicole Black trabalha na sequência.

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Ma

Passou-se mais de um ano desde que Jason Blum anunciou estar “ativamente” desenvolvendo uma sequência de Ma (2019) e confirmou que a vencedora do Oscar, Octavia Spencer havia concordado em reprisar a personagem-título. Desde então, porém, poucas informações foram divulgadas sobre o andamento do projeto.

Em declaração recente, Octavia Spencer falou sobre o progresso do desenvolvimento, ressaltando que o foco está em acertar o roteiro: “Estamos trabalhando duro para entregar um ótimo roteiro. A Blumhouse é a melhor no que faz. Vai estar repleto de surpresas.”

O comentário sugere que já exista um rascunho e que Spencer teve acesso a ele. A atriz e comediante Ashley Nicole Black estaria colaborando na sequência, embora ainda não se saiba se o diretor do primeiro filme, Tate Taylor, vai retornar.

Taylor já demonstrou interesse em uma continuação no passado, afirmando ter deixado Ma em aberto propositalmente para possibilitar uma continuação: “Não acho que imaginávamos que Ma teria essa vida pós-lançamento como um fenômeno de culto, e acho que vale a pena discutir [uma sequência]. Sei que Octavia faria, por isso deixei propositalmente a morte dela ambígua!”

Com Ma ganhando status cult, há demanda por uma sequência — resta aguardar que as coisas avancem mais rápido.

Informação publicada originalmente por www.screamhorrormag.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.screamhorrormag.com.

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Remake polêmico de POSSESSION, de Parker Finn, ganha data de lançamento

O remake de Possession dirigido por Parker Finn, que divide opiniões na comunidade do horror, terá estreia em 2027 pela Paramount. A produção mantém elenco de destaque e alguns dos produtores originais mencionados na matéria publicada por www.fangoria.com.

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Embora a recepção entre fãs do horror permaneça morna, o remake de Possessão (Possession) dirigido por Parker Finn segue em frente. A Paramount definiu oficialmente 2027 como o ano de lançamento do filme, que tem Callum Turner e Margaret Qualley como protagonistas numa releitura do terror psicológico de Andrzej Żuławski.

O longa, cuja razão de ser tem sido questionada por parte do público, coloca Turner e Qualley nos papéis originalmente ocupados por Sam Neill e Isabelle Adjani — um casal cuja relação mergulha quase literalmente no inferno quando Anna, personagem de Adjani no original, pede o divórcio e, em seguida, perde o controle.

O remake também terá no elenco Diego Calva, Madeline Brewer, Emory Cohen, Nicholas Alexander Chavez e Paul Dano. Finn dirige a partir de seu próprio roteiro.

A nova versão é produzida por Finn e Jonathan Fass pelo selo Bad Feeling, ao lado de Roy Lee, Andrew Childs, Marc Bienstock e, curiosamente, Robert Pattinson entre os produtores. O projeto marca o primeiro filme de Finn desde o sucesso de Smile e sua sequência, e é também o primeiro de suas obras a não ser uma ideia original.

Em um cenário em que ideias originais parecem cada vez mais raras, questiona-se a necessidade deste remake. Se, por um lado, grandes estúdios vêm apostando em refilmagens que muitas vezes desprovidoas do espírito dos originais, por outro chama atenção a decisão de revisitar um filme tão enraizado na vida pessoal de seu diretor original, potencialmente ofuscando seus temas em nome de um lucro nostálgico.

Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.

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