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Loren Molloy: autora premiada, cineasta e criadora de histórias que se recusam a ficar no escuro
Loren Molloy transforma o horror em um terreno criativo onde os recantos mais sombrios da imaginação humana viram narrativas inesquecíveis. Reconhecida por prêmios como o Raven Award, ela transita entre horror sobrenatural, suspense e terror psicológico.
Para a autora premiada Loren Molloy, o horror é mais do que um gênero: é um parque criativo onde os recantos mais sombrios da imaginação humana se tornam histórias inesquecíveis. Três vezes premiada, Molloy construiu uma obra distintiva que abrange horror, suspense, ficção paranormal e terror psicológico. Sua carreira na escrita começou com poesia e textos criativos antes de se expandir para a ficção publicada, onde sua fascinação pelo lado mais sombrio da narrativa encontrou seu verdadeiro lugar.
Seu trabalho conquistou reconhecimento entre leitores e organizações de premiação, incluindo o Raven Award por Best Horror, recebido por The Storyteller of Pain.
Os romances de Loren Molloy mostram sua disposição em explorar formas diversas de horror, mantendo um objetivo constante: manter o leitor virando páginas.
The Very Devil, Herself! Em The Very Devil, Herself!, Molloy apresenta Alexandra, uma mulher sobrenatural e imortal que sobrevive há séculos alimentando-se de carne e sangue humanos. Sua existência muda inesperadamente quando o rei da Inglaterra utiliza suas habilidades incomuns para caçar assassinos em série reais. Mesclando atmosfera histórica, horror sobrenatural, violência e uma protagonista fascinante, The Very Devil, Herself! oferece uma nova leitura do arquétipo da criatura imortal.
The Storyteller of Pain O premiado The Storyteller of Pain leva os leitores a um ambiente muito mais claustrofóbico — e verdadeiramente aterrorizante. A Dra. SinClair se vê presa dentro de um asilo de loucos com 13 demônios e um cirurgião mortal, onde a sobrevivência vira uma corrida contra forças determinadas a transformar seu sofrimento em mais uma história para o misterioso Storyteller of Pain. O romance recebeu o Raven Award por Favorite Horror/Thriller/Dark Fantasy, consolidando-se entre as obras mais reconhecidas de Molloy.
Informação publicada originalmente por www.screamhorrormag.com.
Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.screamhorrormag.com.
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Sequência de “Heart Eyes” terá lançamento antecipado
A sequência de Heart Eyes, dirigida por Joel Ruben, teve sua estreia adiantada em uma semana; Paramount Pictures assumiu a distribuição mundial.
Uma reestruturação no calendário de lançamentos fará com que a sequência de Heart Eyes, de Joel Ruben, chegue aos cinemas antes do previsto. Inicialmente marcada para 11 de fevereiro de 2028, fontes oficiais confirmaram que a Paramount Pictures adiantou o projeto em uma semana.
Joel Ruben retorna como roteirista e diretor da sequência, assim como Christopher Landon, que volta como responsável pela história e como produtor executivo. Mason Gooding e Olivia Holt foram confirmados para reprisarem seus papéis, e novos nomes no elenco devem ser anunciados em breve.
Detalhes da trama ainda não foram divulgados, mas há rumores de que a história envolverá alguém novo assumindo o manto do “assassino Heart Eyes”, visando vingança contra os sobreviventes.
Foi confirmado que a Paramount Pictures cuidará da distribuição mundial do filme; a empresa já havia lançado o original na Europa. Não foi informado um motivo oficial para a saída da Screen Gems da distribuição doméstica, embora haja boatos de que a empresa não teria conseguido oferecer uma campanha publicitária satisfatória para o primeiro filme.
Uma mudança inesperada para Heart Eyes 2, mas pelo menos o público deverá ver o longa um pouco antes do que se imaginava. Informação originalmente publicada por www.screamhorrormag.com.
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“Resident Evil”, de Zach Cregger, bate recorde de estreia da franquia
O longa solo de 2026 dirigido por Zach Cregger alcançou a maior estreia da história da franquia Resident Evil, arrecadando US$ 108,3 milhões no fim de semana de abertura.
Após dois grandes sucessos no gênero, esperava-se que Zach Cregger trouxesse um novo impulso à debilitada franquia Resident Evil — e foi exatamente isso que aconteceu. O criador de The Weapons repetiu a dose: seu filme solo de Resident Evil, lançado em 2026, registrou a maior arrecadação de abertura da série até hoje.
Nos Estados Unidos, a previsão otimista apontava para uma estreia entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões. A demanda por ingressos superou as expectativas e o filme fechou o fim de semana doméstico com US$ 60,1 milhões.
No mercado internacional, a produção arrecadou mais US$ 48,3 milhões, totalizando US$ 108,3 milhões na abertura mundial — marca inédita para a franquia.
O sucesso se estendeu à crítica: Resident Evil alcançou 96% no Rotten Tomatoes, outro recorde da série, superando todas as adaptações anteriores, sejam de videogame ou de filmes.
O longa recebeu elogios especiais pela atuação do protagonista Austin Abrams, além de destaque pelo ritmo enxuto e pela duração bem dosada.
Com orçamento de US$ 75 milhões, Resident Evil ainda não entrou no lucro, mas a projeção é de que se mantenha bem nas próximas semanas.
Ainda não há confirmação sobre conversas formais para uma sequência, mas o desempenho recorde aumenta a probabilidade de continuidade da franquia.
Informação publicada originalmente por www.screamhorrormag.com.
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Crítica: GHOST IN THE CELL é o melhor filme de Joko Anwar até hoje
Uma mistura feroz de horror, comédia e crítica social, Ghost in the Cell confirma Joko Anwar como cineasta no auge.
De vez em quando, você tem a sorte de assistir a um filme que te faz sentir capaz de atravessar uma parede de tijolos. Fico feliz em dizer que Ghost in the Cell, de Joko Anwar, é um desses filmes.
Tudo começa quando Dimas (Endy Arfian), um jornalista recém‑retornado de Bornéu, é acusado de assassinar seu editor após uma discussão sobre uma matéria. Dimas é transferido para a prisão de Labuhan Angsana, onde encontra Anggoro (Abimana Aryasatya), pai de dois filhos cuja pena segue sendo prorrogada por envolvimento em brigas — brigas que ele protagoniza em defesa de outros detentos.
As jornadas de Dimas e Anggoro são centrais no conto de horror e, surpreendentemente, de humor de Anwar (sim, há momentos engraçados), mas eles não são os únicos personagens envolvidos nessa inquietante guerra de classes indonésia. Wildan (Mike Luccock) é um muçulmano devoto cujo conhecimento sobre o significado das auras se torna crucial para a sobrevivência do grupo; Pendi (Lukman Sardi) é um ex‑professor que finge ser passivo até o momento certo de superar os adversários; e Six (Yoga Pratama), que sofre de enxaquecas intensas que o fazem enxergar auras, acaba sendo peça-chave para a proteção dos amigos.
Muitos filmes têm muitos personagens, mas poucos conseguem funcionar como um verdadeiro conjunto. Embora Dimas e Anggoro sejam o foco, o roteiro de Anwar e a escalação de Juandini Liesmita reuniram um elenco brilhante que dá vida às palavras do papel. Do fervor de Aryasatya como Anggoro à atuação cruel e contida de Bront Palarae como o carcereiro Jefri, cada intérprete contribui para transformar Ghost in the Cell em uma comédia de horror sociopolítica memorável.
Ah, e vale destacar: há um fantasma furioso que devasta suas vítimas da forma mais grotesca possível.
Dimas é condenado e preso rapidamente por duas razões. Primeiro, as imagens de CCTV desapareceram misteriosamente — um recurso que costuma acontecer sempre que convém aos poderes corruptos. Segundo, o chefe dele foi encontrado pendurado de cabeça para baixo no ventilador de teto, com as entranhas espalhadas pela sala. Dimas sabe que não foi o autor, mas nenhum sistema de justiça, sobretudo um corrupto, dará crédito à defesa “foi um fantasma malévolo”.
Assim que Dimas chega, o fantasma começa a semear o caos no Bloco C. O que se segue é uma mistura hilariante de Random Acts of Violence e Kung Fu Hustle, demonstrando que Anwar não só sabe ser implacavelmente cru em seus filmes, como também extremamente engraçado.
A crueldade artística do fantasma, combinada com o timing cômico do elenco, já seria suficiente para tornar Ghost in the Cell um bom filme. A justaposição entre horror e humor não é novidade, mas raramente é exibida em graus tão extremos. O conjunto frequentemente transforma pânico absoluto em escaramuças de slapstick, e supera o desafio com naturalidade.
Informação originalmente publicada por www.fangoria.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.
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