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‘Blowie’; um terror ousado com estrelas de filmes adultos
Blowie (2025) é um slasher que reúne um elenco composto por estrelas do cinema adulto e sustenta uma trama igualmente picante, ao mesmo tempo em que aborda questões relevantes sobre a indústria do sexo. Informação publicada originalmente por ihorror.com.
Blowie, lançado em 2025, é um slasher que reúne um elenco repleto de estrelas do cinema adulto e sustenta uma trama marcada pelo erotismo. O filme foi coescrito e dirigido por altSHIFT, Ed Aldridge e Sam Lidbetter, e é apontado como o primeiro slasher a mesclar o gênero com mensagens pertinentes sobre o atual cenário da indústria do trabalho sexual.
No longa, aparecem como eles mesmos criadores de conteúdo adulto da vida real: Kali Sudhra, Gabriel Cross, Leander, Bishop Black, Kayden Gray e Clark Lewis. O grupo aluga uma mansão isolada para produzir conteúdo, tanto individualmente quanto em conjunto, para a plataforma OnlyFans. Durante as filmagens de uma cena em grupo, um acidente trágico mata um dos integrantes.
Com receio de que notificar as autoridades traga o tipo errado de atenção, os amigos descartam o corpo e seguem com o trabalho como se nada tivesse acontecido. Contudo, um assassino mascarado com rosto de boneca, movido por desejo de vingança, não permitirá que o episódio seja esquecido.
Blowie não hesita em assumir o tipo de filme que é; ao contrário, ele aposta nisso. Com sucesso, o longa contribui para o subgênero em expansão conhecido afetivamente pelos fãs como “Queer-Camp”. Outros títulos associados a esse filão incluem Sleepaway Camp, A Nightmare on Elm Street 2: Freddy’s Revenge e Jennifer’s Body.
Não é incomum que filmes de terror — tanto do circuito mainstream quanto independentes — carreguem mensagens relevantes ao momento social. Blowie se insere nessa tradição. Contudo, ao contrário de slashers anteriores que trazem uma mensagem, a reflexão verbalizada por Blowie é central para as ocupações dos atores que aparecem na tela. A abordagem não é didática: a mensagem aparece sutilmente ao longo do filme, em um momento, e se repete novamente pouco antes dos créditos finais. Essa fala, proferida pela estrela do cinema adulto Kali Sudhra, merece ser destacada.
Fonte: originalmente publicado por ihorror.com.
Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de ihorror.com.
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Devon Sawa e Krsy Fox estão no novo clipe do Ice Nine Kills?
Devon Sawa e Krsy Fox, capa da Fango ao lado de Tony Hawk, estrelam o novo clipe de Ice Nine Kills para “Play Dead”, lançado em parceria com o 10º aniversário de Dead by Daylight.
É verdade: Tony Hawk e os astros da capa da Fango, Devon Sawa e Krsy Fox, dominam o novo clipe do Ice Nine Kills, “Play Dead”, criado para celebrar o 10º aniversário de Dead by Daylight.
No vídeo, o INK enfrenta personagens já familiares do universo do jogo, incluindo The Legion (interpretado por Thunderwolf) e The Nurse (Christina Duerr). As cenas acontecem em ambientes facilmente reconhecíveis para jogadores de DBD, com diversos easter eggs espalhados para os fãs.
Os fãs do INK sabem que os videoclipes da banda costumam incluir esquetes e participações especiais. Em “Play Dead”, a banda parece segura (pelo menos achamos) enquanto o que vimos na maior parte do clipe é, na verdade, o skatista profissional Tony Hawk, “Dingbar” e SpookyLoopz em uma rodada nada amigável de Dead by Daylight.
Mas eles não estão sozinhos: amigos da Fango, Devon Sawa e Krsy Fox observam a partida e discutem se o INK é o parceiro ideal para o universo de DBD. Sawa não é novato em videoclipes — ele estrelou o clipe de “Stan”, de Eminem, em 2000 — e Krsy Fox já apareceu em vários videoclipe, mais notavelmente como vocalista de sua banda, Knee High Fox.
O clipe prepara o terreno para a parte 2, que promete rostos conhecidos adicionais. Segundo o comunicado de imprensa, a parte dois continua a lore celebrada do INK, que já contou com estrelas do gênero como Matthew Lillard (Scream), David Arquette (Scream), Terry Kiser (Weekend at Bernie’s), Catherine Corcoran (Terrifier) e Bill Moseley (The Devil’s Rejects), entre muitos outros. “Play Dead” recebe a lenda do skate Tony Hawk, Devon Sawa (Idle Hands), Krsy Fox (Terrifier 3) e a equipe de Dead by Daylight ao INKverse.
A faixa foi criada em colaboração com o compositor de longa data de Dead by Daylight, Michel F. April, e chega acompanhada por uma Ice Nine Kills Collection dentro do jogo, permitindo que os jogadores representem a banda no universo de horror em constante expansão do jogo com DLCs exclusivos.
Spencer Charnas, do Ice Nine Kills, afirmou: “Colaborar com Dead by Daylight nos deu a chance de entrar em um mundo que parece profundamente alinhado com nossos instintos criativos. O jogo tem um legado incrível, e essa energia caótica, estranha e imersiva é algo que respeitamos e admiramos. Queríamos que a música soasse como uma extensão real desse universo, não apenas inspirada por ele, mas genuinamente parte dele. Trabalhamos de perto com o compositor de longa data Michel F. April para garantir que cada detalhe, da atmosfera à intensidade, soasse verdadeiro ao jogo, e passamos tempo no set com os criativos de Dead by Daylight Mathieu Cote e Eric Pope, assim como com especialistas jogadores como SpookyLoopz.”
Assista ao videoclipe oficial de “Play Dead” em: https://www.youtube.com/watch?v=gOMhN-hfMtY
Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.


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EDIÇÃO DE COLECIONADOR: O found footage da franquia HALLOWEEN que você provavelmente não viu
Há uma versão alternativa de Halloween: Resurrection em estilo found footage, lançada como bônus em DVD, que oferece uma visão diferente e mais sóbria dos eventos do filme — e não está disponível em serviços de streaming.

A franquia Halloween já foi muitas coisas ao longo de quase 40 anos. O clássico original de John Carpenter ajudou a desencadear a onda slasher do final dos anos 1970 e início dos anos 1980. Halloween III: Season of the Witch tentou transformar a série em uma antologia, sem Michael Myers. A saga foi reativada e reiniciada diversas vezes, com continuações fragmentadas em várias direções. E, uma vez, meio que fora do radar, a franquia entrou na onda do found footage.
Dirigido por Rick Rosenthal, Halloween: Resurrection (2002) é conhecido, entre outras coisas, por uma cena absurda em que Busta Rhymes enfrenta Michael Myers com kung fu — e é frequentemente considerado uma das entradas mais fracas do cânone de Halloween. Ainda assim, tinha ideias peculiares. A maior delas foi a inclusão de elementos no estilo found footage, com um reality show online se desenrolando dentro da casa onde Michael Myers passou a infância. Esses elementos foram depois reaproveitados para criar algo inteiramente diferente.

No longa como foi lançado, produtores de reality show da DangerTainment (com Busta Rhymes e Tyra Banks) escolhem um grupo de adolescentes ávidos por emoção para passar a noite na casa do famigerado assassino de Haddonfield. A transmissão ao vivo planejada vira mortal quando — surpresa — Michael aparece na festa. Morte e caos se seguem.
Lançado como um extra em DVD, o Halloween: Resurrection – Web Cam Special pega as imagens do filme e mistura com cenas deletadas, resultando em uma versão alternativa de quase 42 minutos. É, no mínimo, um experimento fascinante.
Não chega a ser um longa-metragem completo, mas elimina grande parte do humor bobo que permeia Resurrection. Também evita que tenhamos que assistir à morte pouco cerimoniosa de Laurie Strode nos minutos iniciais do corte original. É uma janela interessante para o que poderia ter sido.
Vale lembrar que isso foi feito apenas três anos depois de The Blair Witch Project se tornar um dos maiores filmes de horror de sua época, iniciando a febre do found footage — não é difícil imaginar a época em que toda franquia de horror recebeu o pitch “façam em found footage”.
O curioso é que isso não é um filme de fã: os eventos apresentados fazem parte da linha do tempo de H20. Ou seja, teoricamente, pode ser visto como parte do cânone oficial de Halloween — são os acontecimentos de Resurrection contados por outro ponto de vista. Dito isso, essa versão funciona melhor como um bônus de Blu-ray/DVD do que como um filme perdido extraordinário. Provavelmente é o que mais nos aproximou de um filme de found footage centrado em Michael Myers.

O único inconveniente para fãs curiosos é que, até o momento desta publicação, essa versão não está em serviços de streaming oficiais. Interessados terão de recorrer a mídia física para assisti-la. Quem tiver uma cópia de Halloween: Resurrection na estante pode considerar tirar o pó e conferir essa relíquia dos anos 2000.
Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.
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O horror tem uma nova obsessão: Inde Navarrette
Obsessão estreou em maio e transformou Inde Navarrette numa sensação do gênero e não apenas pela bilheteria, mas pela atuação versátil que chamou atenção da crítica e do público

Obsessão estreou em maio deste ano e pegou todo mundo de surpresa. O diretor Curry Barker vendeu o filme na seção Midnight Madness do TIFF por um valor estimado em US$ 15 milhões após uma guerra de lances, em um orçamento de produção de US$ 1 milhão. O filme abriu com 96% no Rotten Tomatoes e A- no CinemaScore. Nada disso, porém, é o que as pessoas realmente estão comentando.
Enquanto o Deadline publica manchetes sobre sequências e spinoffs em formato de antologia, a internet do terror tem outra prioridade.
Inde Navarrette tem 25 anos, é de Tucson e trabalha profissionalmente desde a adolescência. O público de gênero já vinha reparando nela faz tempo. Três temporadas como Sarah Cushing em Superman & Lois e um arco como Estela de la Cruz em 13 Reasons Why montaram um currículo que mostrava que ela suportava peso emocional. Obsession confirmou que ela também sustenta um papel mais pesado e impactante. A moça tem alcance.
No filme, Bear (Michael Johnston), é um jovem adulto solitário que vive um crush por uma amiga de infância. Ao colocar as mãos em um item chamado One Wish Willow, ele usa para que Nikki (Inde Navarrette) finalmente o ame de volta. A maneira como isso se apresenta na tela é problema que Navarrette resolve durante os próximos 109 minutos.
Ela faz isso em três registros sem perder o fio de nenhum deles. Há a versão “recatada” de Nikki, com um sorriso largo demais, dando a Bear exatamente o que ele pediu. Há a versão que grita, um desmoronamento total que promete ser diferente de tudo que você já viu. E há a terceira, a mais esgotada, a que aparece quando as outras duas já consumiram tudo. A maioria dos intérpretes consegue convencer em um desses registros. Navarrette alterna os três no espaço de uma única cena de diálogo.
O Deadline a apontou como atriz consolidada no status de scream queen. The Hollywood Reporter publicou um detalhamento com ela sobre o que o desfecho exigia. Perguntada sobre o futuro no gênero, Navarrette foi breve e direta: “Se o horror me aceitar, vou permanecer no horror por um tempo.”
Esta matéria foi publicada originalmente por ihorror.com.
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