Críticas
CRÍTICA: Tusk – A Transformação (2014)
Quando se assiste a uma produção que não se leva a sério por natureza, a gente também não e releva tudo o que não toleraria normalmente em um filme. É assim que deve ser assistido A Presa (Tusk), a mais recente produção de Kevin Smith, cultuado diretor de O Balconista e Dogma. O curioso é que a ideia do bizarro roteiro surgiu por acaso em um dos seus podcasts que depois de uma enquete decidiu realizá-lo. 
Desde o início, o humor está sempre presente, mas quando o bom velhinho se revela um psicopata é que a coisa começa a melhorar e o clima descontraído vai dando lugar a tensão. O que funciona bem para nos preocuparmos com o (antes detestável) coitado podcaster. Só que a grande expectativa de Tusk é sem dúvida o tal homem-morsa transformado. O problema é que é revelada a criatura, o filme vira uma piada vergonhosa. Caro leitor, imagine o Baby Sauro (Família Dinossauros) do tamanho de um hipopótamo, cheio de cicatrizes e com enormes presas. Junte isso a uma produção do nível do extinto programa infantil TV Colosso. Pronto. Não digo é mais nada. 

Veredicto: TOSCO.

Direção: Kevin Smith
Roteiro: Kevin Smith
Elenco: Justin Long, Michael Parks e Haley Joel Osment
Origem: EUA e Canadá
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=BCQJnOn0ru0]
👻 A gente sabe que fantasma não paga aluguel...
...mas a gente paga! ☠️
Então ajude o Toca o Terror a continuar publicando notícias, críticas e conteúdo feito especialmente para você.

Há dez anos, “Invasão Zumbi” (Train to Busan) chegava como um verdadeiro fenômeno no círculo de fãs de horror. O filme em si não apresentava nenhuma grande inovação no gênero, mas se destacava ao fazer boas cenas de ação (sim, de ação) com os zumbis/infectados num trem que cortava a península coreana.
Agora em “Zona Zero” (Colony), parte da construção da tensão e da ação em meio a uma infestação, ou seria infecção zumbi, se mantém em uma estrutura linear. Desde o início descobrimos quem é o vilão, suas intenções e como irá promover o caos, que na visão dele, na real é parte do renascimento da sociedade humana.

Baseado em conhecimentos e teorias da cyber-biologia, ou biotecnologia, que passam longe da ética, um pesquisador invejoso cria um vírus de laboratório para espalhar em uma importante convenção científica.
E em menos de meia hora de filme já temos uma grande leva de vítimas e de infectados que agem como zumbis maratonistas e triatletas. Depois que rola o primeiro ataque, aí é correria para todo lado. Quem foge ou tenta escapar da horda de criaturas tem q apelar pra se esconder em lojas e corredores do enorme empresarial que abriga centro de convenções e de compras.
Até se veem semelhanças com o “Despertar dos Mortos” (Dawn of The Dead) de George Romero nessa ambientação, mas só ali mesmo porque os monstros agora correm e atacam com verocidade.

Na comparação com o trem pra Busan onde cada vagão continha uma ameaça diferente, neste longa aqui, os sobreviventes precisam se esconder em diferentes andares e escritórios evitando confronto com os infectados. Até porque diferente de mortos-vivos convencionais, estes aqui possuem o diferencial de se comunicar em conjunto por uma consciência coletiva como ocorre com formigas.
Esse aí é inclusive o maior problema do título brasileiro do longa que não faz o menor sentido dar nome de “Zona Zero” quando seu nome original é traduzido como “Colônia” que tem total sintonia com a premissa já mencionada.

Mas mesmo sendo um pouco previsível assim nesta narrativa mais convencional de confinamento e fuga, “Zona Zero” reserva algumas surpresas, já que diante da ameaça e do vilão, não temos como imaginar como isso pode acabar e quem será o último a contar história.
E um dos maiores méritos do longa é usar poucos efeitos digitais e trabalhar bem com atores, figurantes e efeitos práticos bem grotescos. Em época de proliferação de uso de Inteligência Artificial como muleta pra qualquer tipo de cena no cinema, digamos que é um avanço dos coreanos mesmo que isso não seja uma inovação.
Título original: Colony
Direção: Yeon Sang-ho
Roteiristas: Choi Kyu-seok e Yeon Sang-ho
Elenco: Jun Ji-hyun, Koo Kyo-hwan, Ji Chang-wook
País de origem: Coreia do Sul
* “Zona Zero” estreia nos cinemas brasileiros em 15 de outubro e foi visto pelo Toca o Terror em Cabine de Imprensa promovida pela Espaço Z
👻 A gente sabe que fantasma não paga aluguel...
...mas a gente paga! ☠️
Então ajude o Toca o Terror a continuar publicando notícias, críticas e conteúdo feito especialmente para você.
Críticas
CRÍTICA: Meus Mortos Tristes (2026)
Dirigido pelo chileno Pablo Larraín, a minissérie “Meus Mortos Tristes” não foca em assombrações malignas e jumpscares. O papo aqui é drama familiar e crítica social foda com uma médica que consegue ver e ouvir fantasmas.

Vamos iniciar com uma sinopse sem muitos detalhes, para não estragar a surpresa que acontece já no primeiro episódio de Meus Mortos Tristes (2026), nova minissérie argentina da Netflix. Baseada nos contos da escritora Mariana Enriquez, que também é um dos roteiristas, a obra chegou ao serviço de streaming no dia 24 de setembro.
Ema (Mercedes Morán) é uma médica que consegue ver e ouvir fantasmas. Após a morte da mãe, ela se muda para a antiga casa, que fica perto de um conjunto habitacional barra pesada, no subúrbio de Buenos Aires.

Com a visita de parentes que moram nos Estados Unidos, Ema descobre que sua sobrinha Julie (Carolina Álvarez) tem a mesma habilidade sobrenatural. O problema é que um evento inesperado faz com que a relação entre vivos e mortos tome grandes proporções na localidade.
Dirigido pelo chileno Pablo Larraín (O Conde, 2023), Meus Mortos Tristes tem quatro episódios e não precisava tanto. Mas isso fica para depois. É importante começar dando o alerta que a minissérie não vai focar em assombrações malignas e jumpscares, o papo aqui é drama familiar e crítica social foda.
Mercedes Morán é o grande destaque. Sua personagem não é nenhuma Lorraine Warren e não vê glamour, nem missão divina, em sua habilidade de se comunicar com espíritos.

Apesar de possuir sensibilidade suficiente para tomar decisões certas, o desdém pelo dom que carrega é sua maior faceta. A relação com a família, incluindo o fantasma da mãe, rende os melhores momentos. Carolina Álvarez, num papel mórbido e cativante, também merece ser lembrada.
Em algumas entrevistas o elenco teceu loas a Larraín, afirmando que o diretor foi o responsável por tirar deles algumas de suas melhores atuações. Como não há sustos e coisas pulando na tela, é a interação entre os personagens que faz a trama andar. E funciona bem.
Outro trunfo de Meus Mortos Tristes é sua ambientação na periferia. A violência do lugar e o clima de abandono da população de baixa renda faz um paralelo com a situação dos desencarnados que aparecem. A fotografia fria e azulada completa o quadro.
Mas, como dito acima, nem tudo são flores nesse túmulo e, talvez, um filme cairia melhor para essa história. O formato em quatro episódios (de 50 minutos cada) estica demais a trama, o que causa alguns problemas de continuidade e a sensação que o programa está enchendo linguiça.

Outra prova disso é que algumas subtramas ficam subvalorizadas, como o arco de Carol (Dolores Fonzi), filha de Ema, que sofre com a relação mal resolvida com a mãe e com uma perda pessoal. Os pais de Julie também são meio esquecidos durante boa parte do roteiro. O mesmo acontece com Lautaro (Germán De Silva), personagem que carrega um passado de amor não correspondido por Ema.
Ainda assim, Meus Mortos Tristes é uma bela fábula sombria, que fala sobre luto, depressão e memória. Sem contar que a minissérie faz um competente comentário sobre a violência desenfreada nas grandes metrópoles da América Latina. Vale o play nas apariciones.
Título original: Mis muertos tristes
Direção: Pablo Larraín
Roteiro: Anastasia Ayazi, Guillermo Calderón, Mariana Enriquez e Pablo Larraín
Elenco: Mercedes Morán, Dolores Fonzi e Carolina Álvarez
Origem: Argentina
👻 A gente sabe que fantasma não paga aluguel...
...mas a gente paga! ☠️
Então ajude o Toca o Terror a continuar publicando notícias, críticas e conteúdo feito especialmente para você.
Críticas
CRÍTICA: Resident Evil (2026)
Esta é a melhor adaptação dos games, mesmo que, narrativamente, a única semelhança seja a tragédia que acontece na cidade. As semelhanças estão mais na estrutura de como a nova história é contada.

A franquia Resident Evil é referência nos videogames, mas penava quando o assunto era adaptação para outras mídias, como TV e cinema, tendo como maior exemplo os filmes estrelados por Milla Jovovich no decorrer de décadas. A franquia tentou um reboot em 2021, mas o desastre veio. Agora, em setembro de 2026, um novo reboot é lançado sob a grife do diretor de “A Hora do Mal“.
Um rapaz que trabalha entregando órgãos em hospitais recebe uma oferta tentadora para ir à cidade de Raccoon City, e o que supostamente seria um serviço simples se torna uma luta pela sobrevivência, já que várias aberrações tomaram conta da cidade e arredores.

Aqui já adianto que essa é a melhor adaptação dos games, mesmo que, narrativamente, a única semelhança seja a tragédia que acontece na cidade. As semelhanças estão mais na estrutura de como a nova história é contada, em alguns detalhes visuais que remetem ao material original e no gameplay; sim, em alguns momentos me senti jogando. A história de “Resident Evil” é simples e direta, e me lembrou muito comédias de erro onde tudo o que podia dar errado dá; o protagonista não tem um minuto de paz em quase toda a jornada. A escolha de um civil sem nenhuma qualificação para combate foi acertada, já que ele serve como um espelho para a maioria de nós e gera identificação.

A polêmica sobre os momentos cômicos não me incomodou por boa parte do filme, mas, quando entram em cena outros personagens humanos, a coisa mudou de figura. O que estava divertido e com bons jumpscares se torna uma bobagem que me incomodou muito. Eu sei que é uma sátira, mas não ficou boa para mim, culminando em um clímax que me deu vergonha alheia. O terror está bem representado pelas criaturas nojentas que aparecem no decorrer do filme e que são inspiradas nos monstros dos jogos; elas são ameaçadoras. Tem gore, mas acho que poderia ser mais.
O filme não é ruim, tem boas cenas, diverte e tem bons sustos. O problema maior é que, quanto mais se aproxima do fim, vai ficando mais bobo.
Título original: Resident Evil
Direção : Zack Cregger
Roteiro: Zack Cregger e Shay Hatter
Produtores Executivos: Oliver Berben, Richard Wright, Robert Bernacchi
Elenco: Austin Abrams, Zach Cherry,Kali Reis e outros
👻 A gente sabe que fantasma não paga aluguel...
...mas a gente paga! ☠️
Então ajude o Toca o Terror a continuar publicando notícias, críticas e conteúdo feito especialmente para você.
-

Críticashá 6 anosCRÍTICA: Tumba Aberta (2013)
-

Críticashá 6 anosCRÍTICA: February (2015)
-

Críticashá 7 anosCRÍTICA: Banana Splits – O Filme (2019)
-

Críticashá 13 anosCRÍTICA: Begotten (1991)
-

Críticashá 5 anosCRÍTICA: O Homem nas Trevas (2016)
-

Dicashá 7 anosCURIOSIDADES: 13 Fatos que Você não Sabia sobre Jason e a Franquia Sexta-Feira 13
-

Críticashá 5 anosCRÍTICA: O Estranho Thomas (2013)
-

Críticashá 5 anosCRÍTICA: O Que Nos Mantêm Vivos (2018)

![Tusk-poster[1]](https://tocaoterror.com.br/wp-content/uploads/2015/01/tusk-poster1.jpg)



























Roberto
10 de maio de 2015 às 22:37
A sua resenha pareceu mais uma crítica pseudo argumentista que induz as pessoas a não assistir ao filme do que uma resenha crítica construtiva que proporciona a possibilidade de alguém assistir e dividir a experiência ou quem sabe pautar pontos que passaram batidos por você e por outras pessoas que acham que são cinéfilos sendo que qualificam filmes dessa forma. Pessoas tendo que qualificar algo? Oi? Entrei no seu site pensando em ler propriamente uma resenha e me deparo com uma análise igual a que você julgou ser a cena do filme como uma “resenha bosta”
Tente ampliar o seu repertório
Marcos
13 de julho de 2015 às 23:39
Ah filho, crítica é crítica. Filme lixo. O pior tipo de filme que existe: o filme covarde. Tem medo de ser uma comédia rasgada, ao estilo Leslie Nielsen ou algo perturbador como Jogos Mortais ou o Albergue. Tentaram fazer algo parecido como o projeto “A centopeia humana”. Antes tivessem transformado o projeto em filme ao invés disso. Patético. E para finalizar, Johnny Depp pagando mico. Mas isso já virou rotina na carreira decadente dele.
gustavo paso
14 de agosto de 2017 às 16:24
querido, vc tá precisando fazer uns filmes… entende nada!
gustavo paso
14 de agosto de 2017 às 16:26
ele não entendeu o filme… achou que seria do jeito que ele queria que fosse…
Andrezza Barbato
5 de junho de 2015 às 10:50
Tenho certeza que esse cara acima não assistiu o filme, pra estar falando isso.
Pq concordo com TUDO que vc falou!
Que filme horrível, eu até dormi e acordei com os gritos da morsa e serio é perturbador aqueles gritos kkkkk
Mas o filme é muito ruim, não tem nem como fazer uma resenha boa…
Júlio Carvalho (@JxCxBOZO)
15 de julho de 2015 às 12:24
~Que filme horrível, eu até dormi ~
HAHAHA pode crer, eu não pude me dar esse luxo :'( Eu só terminei de assisti-lo porque eu precisava escrever pra o site. Se não fosse isso, eu teria abandonado na metade pra nunca mais.
Extrair pontos extraordinários desse filme é forçar a barra demais mesmo Hahahahahaha…
Manu
19 de julho de 2015 às 03:02
Para começar, comecei ler o primeiro comentário e parei de ler em “pseudo argumentista”. Típica construção usada por moralistas de internet. Bom, costumo ver as resenhas após ver o filme. Se eu quiser saber detalhes dos filmes, leio a sinopse. Simples assim. As resenhas pra mim servem pra comparar opiniões sobre os temas abordados. Gostei da resenha crítica do autor e concordei. Filme lixo, no começo a o diálogo estava estruturado e coerente com o gênero do filme, depois vira uma palhaçada. Pensei até que seri uma sátira ao Canadá. Passou longe de ser uma comédia. Um lixo de filme.
Katia Regina
28 de agosto de 2015 às 13:02
Andrezza eu também acordei com os gritos da morsa!! kkkk
Para mim foi a parte mais aterrorizante (aliás única) porque acordei no susto rs.
Filme ruim!!!!!
Jakky
19 de junho de 2016 às 16:45
Filme bosta
Nem sei como Johny Deep se prestou a fazer parte dele
Hardy Dick
17 de setembro de 2015 às 15:40
O problema dos criticos, é que eles sempre esperam ( ás vezes exigem! )que o filme seja como eles querem que ele seja. E não se trata somente da qualidade mas tambem do restante como estética, figurinos, iluminação e até o “final”. Mais ou menos como o leite com chocolate quente, na tempertura certa, que as suas avózinhas preparavam.
Ana
8 de janeiro de 2016 às 19:39
Estou abismada com o que acabei de assistir. Só o que posso dizer, além de dizer que concordo com tudo que explanou. Era pra eu ter lido antes. ?
Thiago
4 de fevereiro de 2016 às 00:59
Pior filme que já assisti em 35 anos de vida. Crítica perfeita. Que cena bosta aquela da luta entre morsas…escroto demais…e o pior de tudo foi o final rsrs!! O cara (americano), já libertado pelo amigo e namorada (americanos) ha um ano atras, ainda morava na cidade canadense, numa toca com um laguinho ao lado de um museu de animais, quando sua namorada foi visita-lo, jogando um peixe de presente, o que provocou uma certa emocao na morsa/homem kkkk!
Graziela
20 de maio de 2016 às 07:44
Como assim Tusk falha na tentativa de ser perturbador???? Para mim é o filme mais perturbador que eu vi! Bem, se eles quiseram passar isso, conseguiram ^^’
Valéria
6 de junho de 2016 às 13:37
Concordo com a Graziela. Foi um dos filmes mais perturbadores a que assisti. Se a intenção do diretor foi levar os espectadores a refletirem sobre o terror que é a perda involuntária da natureza humana..putz, esse diretor conseguiu sim!!! Não consigo imaginar uma situação mais tenebrosa, mais aterrorizante do que ser transformado literalmente em um animal irracional, mantendo, em contrapartida, a alma humana, o cérebro humano. Aff. Um dos filmes mais tristes e aterrorizantes, sem dúvida. Um dos argumentos do filme, que fica bem claro na fala do vilão, é que a humanidade está se animalizando. Estamos perdendo a sensibilidade. Quando um vídeo de estupro ou de violência viraliza, quando deixamos de apartar uma briga entre duas alunas para filmar e postar, sim, sim, amigos, há algo de muito podre no reino da humanidade. Filme triste, tristíssimo. Não nego que teve algumas cenas patéticas, mas é inegável que o filme toca, choca, faz refletir.
Luana Costa
26 de agosto de 2017 às 05:07
cara ate que enfim vi um comentário de alguém que realmente pegou o sentido do filme, logicamente tem umas cenas bem bizarras, mas quem realmente entendeu e se atentou aos detalhes não pode negar é um baita filme, agora pra quem quer filme clichê e mutilação, morte e no final vingança que escolha outro.
Vinicius
4 de junho de 2016 às 03:20
Pior filme que ja vi na minha vida, se fosse pra dar uma nota eu daria a pior possivel. Isso sim é perder tempo, esperava um final diferente.
Marcelo
19 de junho de 2016 às 22:11
Nossa, vi hoje esse filme…. Confesso q o início estava horrível , nada atrativo. No meio pro fim um pouco mais de “adrenalina”. Mas até agora estou meio q abismado em pensar que realmente essa história tenha sido realidade. Como o cara sobreviveu àquela transformação surreal ? Confesso tb que aquela imagem de morsa (e sons) não me sai da cabeça!! Chocante , Bizarrooo !!!!
Paulo Santos
20 de junho de 2016 às 01:11
Vi hj tbm, no Telecine, mas achei o filme ridículo, sem pé nem cabeça, e nenhum pouco assustador. Um dos piores filmes que já assisti.
Solange Travassos
7 de julho de 2016 às 00:16
não é real, só foi baseado no anúncio https://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.historyvshollywood.com/read/tusk-movie-inspired-by-chris-parkinsons-ad-hoax/&prev=search
Luiz
11 de julho de 2016 às 08:27
Esse é o filme mais ridiculo, escroto, imbecil que já tive a oportunidade de ver. Esse deve ter sido o objetivo do diretor asno, de fazer essa porqueira que não dá pra chamar nem de filme de terror, nem drama, nem comédia. Simplesmente uma história sem pé nem cabeça, com um roteiro medíocre e uma participação decadente de Johnny Depp (como sempre, igual a qualquer outro filme).
Não tem como dar uma visão intelectual pra isso, na verdade, não tem nem ao menos uma moral. Simplesmente um lixo que o próprio diretor faz questão de dizer que é lixo.
Esse cara deveria se aposentar, sério, não sei nem como tem fãs ainda. Só pode ser uma monte de babacas pseudo-intelectuais que acham que os filmes deles tem uma mensagem oculta, mas na verdade é apenas idiotice em cima de idiotice.
A impressão que tive é que ele quis fazer uma sátira de Centopeia Humana, mas não soube como, colocou umas piadinhas e personagens cômicos junto com uma história ridícula, mas não conseguiu arrancar risos, nem arrepios de ninguém. Ficou uma coisa chocha, apenas uma obra insignificante, sem propósito.
Só fico pensando no quão degradante foi pra esses atores aceitar participar desse filme patético, por mais mediano que seja, esse Justin Long sujou a própria carreira fazendo esse lixo. Nem vou falar do Johnny Depp pois o cara já suja a carreira dele de propósito.
Queria poder voltar no tempo, e trocar de canal. Pois não sei como fui capaz de continuar a assistir tamanha babaquice. (Não sei nem que palavras usar pra descrever essa ……coisa).
Emerson
19 de março de 2017 às 16:04
O filme não foi tão ruim , se ele fez o filme baseado no programa de Internet ele fez bacana.
Agora vc critica como se nunca soube da laranja mecânica, centopéia humana,a mosca ,o homem cobra e muitos atuais .
Leonardo Heytor
21 de julho de 2016 às 00:08
pra mim a proposta foi tosca e nao pra levar a serio, como dá pra ver o audio final do diretor, em q ele ri enquanto descreve as cenas….. mas ele pegou num ponto pesado, q foi esse lance de perda da humanidade…… entao eu tenho pra mim q esse filme nao passou de uma piada do diretor, mas uma piada muito, muuuuuuito sem graça, aquele tipo de piada q ninguem gosta, pq é o tipo de piada q brinca com um assunto sério… honestamente, um filme desnecessario…… nao acrescenta nada de bom ou útil às nossas vidas, q eu acho q teriam sido pelo menos 1% melhores se nunca tivessemos esbarrado com essa escrotisse……
Alisson
31 de julho de 2016 às 14:20
Cara! O filme é massa, é freak mas é massa. Jonny Deep fazendo o detetive me lembrou Jack Sparrow.
Rodrigo
23 de dezembro de 2016 às 13:10
Pq o filme é baseado em fatos reais? kkkkkkkkkkkkkk.
Tainara Macedo
2 de março de 2017 às 02:03
Eu acabei de assistir a ultima cena desse filme no qual ele aparece chorando e acaba, eu realmente fiquei traumatizada e não pretendo ver esse filme…
Agora estpu vendo o Albergue 2 pela milésima vez para ver se ameniza meu trauma
Luana Costa
26 de agosto de 2017 às 05:12
achei bem triste, quem assistiu e entendeu e de ficar abalado