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Principais filmes de terror em streaming nesta semana

Seleção dos principais lançamentos e destaques do streaming de terror desta semana, com estreia de The Last House na Netflix e novidades que movimentaram as ações promocionais.

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Agosto começa a sério na cena do terror com os principais filmes em streaming desta semana. Entre as novidades está a estreia em streaming de The Last House na Netflix, acompanhada por uma ação promocional que chamou atenção: um homem em um “outdoor vivo” replicando a casa do filme na esquina da Sunset Boulevard com a Selma, em West Hollywood. A intervenção — que atraiu multidões curiosas — envolveu o homem escrevendo bilhetes para quem estava na rua, numa experiência interativa que foge às estratégias de divulgação tradicionais e parece ter sido eficaz, considerando a posição do filme na lista desta semana.

Também entra na lista o segundo filme do diretor Jeff Wadlow; seu trabalho anterior, The Devil’s Mouth, apareceu no top 10 na semana passada e se mantém. O filme de terror fúngico Cold Storage retorna para continuar a espalhar sua mistura de horror e comédia entre o público em casa.

Sem surpresa, Obsession, o segundo terror de Curry Barker, ocupa novamente o topo do ranking. Soube-se nesta semana que a Universal Studios Halloween Horror Nights adicionou a personagem Nikki como figura perambulante no parque durante o evento, o que reforça a presença do filme além das telas e no imaginário popular.

O elenco de Obsession inclui Michael Johnston como Bear, Cooper Tomlinson como Ian, Megan Lawless como Sarah e Andy Richter como Carter. Inde Navarette interpreta Nikki em uma atuação de destaque que pode colocá-la como candidata em futuras premiações do gênero.

Na ação promocional da Netflix citada acima, um ator vestido de roupão foi “aprisionado” em um outdoor com vista para a Sunset Strip. Ele escreveu mensagens para as pessoas que se aglomeraram no calçadão para conferir o que estava acontecendo — uma divulgação bastante eficiente para a estreia em streaming de The Last House.

O filme é estrelado por Greta Lee e Wagner Moura e conta a história de uma família que acorda presa dentro da própria casa por uma força desconhecida. Aos poucos, a situação se agrava: faltam comida, água e outros suprimentos, e a família começa a questionar quem ou o que os mantém ali e se o mundo exterior ainda existe.

Outro título em destaque é The Long Walk, que dá novo significado à expressão “dar uma caminhada”. Imagine os Estados Unidos sob um governo militar cruel, onde o ditador realiza um evento anual no qual apenas um participante sobrevive para receber uma fortuna e realizar um desejo, enquanto os demais são executados — tudo transmitido ao vivo para reforçar o poder do regime. O conceito perturbador e a crítica social dão ao filme um peso além do terror físico.

Informação originalmente publicada por www.fangoria.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.

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Octavia Spencer dá atualização sobre sequência de “Ma”

Mais de um ano após anúncio de Jason Blum, atriz diz que foco é acertar o roteiro e que Blumhouse prepara surpresas; roteiro em desenvolvimento e Ashley Nicole Black trabalha na sequência.

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Ma

Passou-se mais de um ano desde que Jason Blum anunciou estar “ativamente” desenvolvendo uma sequência de Ma (2019) e confirmou que a vencedora do Oscar, Octavia Spencer havia concordado em reprisar a personagem-título. Desde então, porém, poucas informações foram divulgadas sobre o andamento do projeto.

Em declaração recente, Octavia Spencer falou sobre o progresso do desenvolvimento, ressaltando que o foco está em acertar o roteiro: “Estamos trabalhando duro para entregar um ótimo roteiro. A Blumhouse é a melhor no que faz. Vai estar repleto de surpresas.”

O comentário sugere que já exista um rascunho e que Spencer teve acesso a ele. A atriz e comediante Ashley Nicole Black estaria colaborando na sequência, embora ainda não se saiba se o diretor do primeiro filme, Tate Taylor, vai retornar.

Taylor já demonstrou interesse em uma continuação no passado, afirmando ter deixado Ma em aberto propositalmente para possibilitar uma continuação: “Não acho que imaginávamos que Ma teria essa vida pós-lançamento como um fenômeno de culto, e acho que vale a pena discutir [uma sequência]. Sei que Octavia faria, por isso deixei propositalmente a morte dela ambígua!”

Com Ma ganhando status cult, há demanda por uma sequência — resta aguardar que as coisas avancem mais rápido.

Informação publicada originalmente por www.screamhorrormag.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.screamhorrormag.com.

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Remake polêmico de POSSESSION, de Parker Finn, ganha data de lançamento

O remake de Possession dirigido por Parker Finn, que divide opiniões na comunidade do horror, terá estreia em 2027 pela Paramount. A produção mantém elenco de destaque e alguns dos produtores originais mencionados na matéria publicada por www.fangoria.com.

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Embora a recepção entre fãs do horror permaneça morna, o remake de Possessão (Possession) dirigido por Parker Finn segue em frente. A Paramount definiu oficialmente 2027 como o ano de lançamento do filme, que tem Callum Turner e Margaret Qualley como protagonistas numa releitura do terror psicológico de Andrzej Żuławski.

O longa, cuja razão de ser tem sido questionada por parte do público, coloca Turner e Qualley nos papéis originalmente ocupados por Sam Neill e Isabelle Adjani — um casal cuja relação mergulha quase literalmente no inferno quando Anna, personagem de Adjani no original, pede o divórcio e, em seguida, perde o controle.

O remake também terá no elenco Diego Calva, Madeline Brewer, Emory Cohen, Nicholas Alexander Chavez e Paul Dano. Finn dirige a partir de seu próprio roteiro.

A nova versão é produzida por Finn e Jonathan Fass pelo selo Bad Feeling, ao lado de Roy Lee, Andrew Childs, Marc Bienstock e, curiosamente, Robert Pattinson entre os produtores. O projeto marca o primeiro filme de Finn desde o sucesso de Smile e sua sequência, e é também o primeiro de suas obras a não ser uma ideia original.

Em um cenário em que ideias originais parecem cada vez mais raras, questiona-se a necessidade deste remake. Se, por um lado, grandes estúdios vêm apostando em refilmagens que muitas vezes desprovidoas do espírito dos originais, por outro chama atenção a decisão de revisitar um filme tão enraizado na vida pessoal de seu diretor original, potencialmente ofuscando seus temas em nome de um lucro nostálgico.

Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.

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Comentários de haters se tornam o verdadeiro vilão no slasher “BIG BABY”

Em BIG BABY, Spider One transforma um slasher em uma crítica ao debate tóxico sobre cinema de horror — especialmente aos podcasters que espalham opiniões rasas e agressivas.

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Big Baby

Todo mundo tem uma opinião. Nem todas as opiniões, porém, têm o mesmo valor. Isso sempre foi verdade, mas, neste mundo de redes sociais em ebulição, ficou ainda mais evidente. Muitas dessas opiniões são mal formuladas por pessoas que não têm a capacidade de elaborar um discurso minimamente consistente. Em outras palavras: boa parte dos aficionados por horror, sejam críticos ou influenciadores, despeja opiniões fracas ou discurso de ódio.

Todos começamos de algum lugar. Aprendemos com o tempo, com tentativas e erros — e assistindo a bons filmes e lendo boas críticas. Críticos competentes se formam com prática, como esculturas moldadas em argila. O mesmo, de certa forma, vale para os maus críticos, mas o material é de qualidade inferior e o trabalho, malfeito.

Além disso, eles não deveriam representar um problema tão grave para o conjunto. Aprenda com os ruins, inclusive: se é possível entender filmes assistindo a péssimas produções, também dá para aprender sobre crítica lendo textos ruins — por mais torturante que seja a experiência. O problema realmente sério aparece quando idiotas com megafones, que não deram certo como comediantes de insulto, se autointitulam críticos.

Essa distinção está no cerne de Big Baby, o novo filme do roteirista e diretor Spider One. Na superfície, trata-se de um slasher. Por baixo, é uma obra de metalinguagem sobre o processo criativo, o funcionamento do cinema de horror e, não menos importante, os “críticos” de podcast.

No filme, os apresentadores do podcast de crítica de cinema de horror Bloodsoaked são dois desses sujeitos que irritam o protagonista Adam Lewis (Brandon Scott), um cineasta de horror e candidato perfeito ao conselho de “você deveria sair do sofá”. Big Baby começa com Adam ouvindo o episódio mais recente do Bloodsoaked, em que Greg e Steve “avaliam” seu último filme.

Chamar o trabalho de Greg e Steve de “cobertura” é o mesmo que comparar um incêndio causado por um chá de revelação com uma experiência em laboratório. Adam se prende ao comentário raso e rasteiro deles como se fosse submetido à Técnica Ludovico. Nenhum dos dois sabe a quem creditar a criação do filme e precisa procurar o nome de Adam enquanto solta insultos dignos de corredor de escola.

No fim, eles sugerem que Adam “se mate”, sem saber que ele está ouvindo — e, ao mesmo tempo, torcendo para que ele o faça. Não é preciso muito esforço para condenar Greg e Steve como narcisistas pretensiosos, nem para tratar o Bloodsoaked como mais uma frequência barulhenta no ecossistema midiático. Quaisquer que tenham sido as motivações de Spider One ao fazer Big Baby, o estado do cinema de horror e de sua crítica certamente está entre elas.

Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.

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