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Sydney Sweeney vai para Sleepy Hollow no novo filme de terror da Sony, ‘Hollow’

Sony Pictures adquiriu Hollow, uma nova reinterpretação de The Legend of Sleepy Hollow com Sydney Sweeney, escrita e dirigida por Lindsey Anderson Beer. A obra reposiciona Katrina Van Tassel como protagonista de um mistério sobrenatural.

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Sony Pictures anunciou oficialmente Hollow, uma nova reimaginação de The Legend of Sleepy Hollow que terá Sydney Sweeney no elenco e será escrita e dirigida por Lindsey Anderson Beer, cineasta de Pet Sematary: Bloodlines.

Em vez de acompanhar Ichabod Crane, Hollow desloca o foco para Katrina Van Tassel, reinterpretando uma das personagens mais reconhecíveis da literatura como o centro do mistério. Segundo a descrição oficial, a história “posiciona Van Tassel não como um prêmio romântico, mas como a figura central em um perigoso mistério e em um sedutor triângulo amoroso sobrenatural.”

O projeto é baseado no romance de estreia de Beer, previsto para ser lançado nas livrarias apenas no outono de 2027. A Sony teria sido agressiva na disputa pela adaptação, vencendo uma concorrência acirrada pelos direitos antes mesmo da publicação do livro.

O filme será produzido pela LuckyChap Entertainment, produtora por trás de sucessos recentes como Barbie e Saltburn, em parceria com a Honey Trap, companhia de produção de Sweeney. O projeto também marca um dos primeiros filmes provenientes do acordo de first-look da Honey Trap com a Sony.

Embora o conto original de Washington Irving tenha sido adaptado inúmeras vezes ao longo dos anos, Hollow parece seguir uma abordagem bastante distinta. A sinopse oficial descreve a obra como uma mistura de horror gótico, mistério psicológico e romance sobrenatural, dando a Katrina um papel muito mais proeminente do que costuma ter nas versões tradicionais.

Com Sweeney mantendo o interesse pelo gênero de terror após filmes como Immaculate, e Beer retornando à direção, Hollow já surge como uma produção a ser observada.

Informação publicada originalmente por ihorror.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de ihorror.com.

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De HELLRAISER a GODZILLA: 46 novos quadrinhos de horror para esquentar seu verão

O verão chegou — e, com ele, uma safra de quadrinhos de horror que promete entregar espetáculo, sangue e monstros clássicos e inéditos. Confira 46 títulos que chegam entre julho e setembro.

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O verão chegou, o que significa que botar o pé lá fora anda meio vampírico. O céu claro e azul seduz, mas ao sair você sente a energia drenada pelo calor úmido. Em dias especialmente insuportáveis, vale ficar no ar-condicionado e se perder em quadrinhos de horror — e, felizmente, esta temporada traz muitos títulos novos, com personagens inéditos e rostos conhecidos, como Predator, Buffy Summers, Godzilla, a entidade dos filmes Smile e os Cenobitas de Hellraiser.

Por que estou empolgado com quadrinhos? O verão pede espetáculo e ostentação, e a natureza econômica da linguagem dos quadrinhos permite oferecer o gore e a grandiosidade que outros meios visuais nem sempre alcançam.

Interessado? Abaixo, um apanhado de lançamentos de horror, novos e acessíveis para leitores iniciantes, programados para julho a setembro. Se algum chamar sua atenção, avise sua loja de quadrinhos com antecedência — eles podem pré-encomendar para você. Diga que a FANGORIA recomendou.

Fãs da FANGORIA tiveram um vislumbre das capas desta minissérie de cinco edições da Dark Horse Comics, escrita por Julio Anta (Frontera) e com arte de Daniel IriZarri (Cemetery Kids Don’t Die). O título integra a linha True Weird da Dark Horse, produzida pela Tiny Onion de James Tynion IV, que explora mitologias de criptídeos. Nesta minissérie, uma ativista que luta contra o superdesenvolvimento em Porto Rico encontra a criatura titular, conhecida mundialmente por outro nome: el Chupacabra.

A Bad Idea Comics lança o Manix Monsterverse, um novo universo de quadrinhos que mistura horror e humor, com este título do artista Manix Abrera (Thundercats) e dos roteiristas Robert Vendetti (Survive) e Brockton McKinney (Charles Band’s Deadly Ten Presents: Blade the Iron Cross). A história acompanha uma equipe de policiais atrapalhados encarregada de prender um chefe do tráfico local — missão que os coloca frente a frente com a besta monstruosa e multifocal conhecida como Dingoliath.

O ator John Cusack (1408) faz sua estreia como roteirista em quadrinhos neste romance gráfico original ilustrado por Ignacio Noé (Lovecraft: The Call of Cthulhu) e publicado pela Mad Cave Studios. Misturando horror cósmico e absurdo, a obra acompanha dois criminosos em uma viagem por estradas do país para recuperar um artefato estranho para o lendário ator de TV Jackie Gleason. Pelo caminho, eles se envolvem em confrontos com forças monstruosas, ocultas e cósmicas.

Antes do vilão metamorfo do Batman estrear nas telonas no filme body horror da DC Studios, Clayface, ele estrela esta minissérie de cinco edições da DC Comics escrita por Jude Ellison S. Doyle (Dead Teenagers) e com arte de Fran Galán (Predator: Black, White & Blood). A trama mistura body horror, terror psicológico e sátira de Hollywood: um ator de Hollywood que se transforma em um monstro de argila e lama foge da Arkham Tower para recuperar sua antiga fama. Ao sair à rua, porém, descobre que alguém lhe roubou o nome, o rosto e o estrelato.

Lembre-se do que eu disse sobre quadrinhos e espetáculo? A série do roteirista Fred Van Lente (Murder Kingdom), do artista Luca Pizzari (Thanos) e da Boom! Studios não entrega apenas duelos de espada a bordo de navios e os nosferatus prometidos pelo título — ela se passa em um mundo alienígena totalmente realizado onde vampiros são a potência dominante. A história acompanha um monarca deposto que encontra aventura e refúgio a bordo de um navio pirata.

Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.


Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.

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FULL MOON RISING: A Vida Selvagem de Charles Band, uma Lenda dos Filmes-B

Documentário sobre Charles Band, produtor por trás da Full Moon Features e de mais de 400 obras, terá estreia mundial no London FrightFest em agosto. Filme conta com depoimentos de figuras como Barbara Crampton e John Carpenter.

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FULL MOON

No universo do cinema independente — não apenas do horror — são raros os que podem afirmar ter realizado tanto quanto Charles Band. À frente da Full Moon Features, ele produziu literalmente centenas de filmes ao longo de quase quatro décadas. Agora, a trajetória do homem por trás de tudo isso vira documentário: Full Moon Rising: The Charles Band Story.

Full Moon Rising foi confirmada na programação do London FrightFest deste ano, com estreia mundial marcada para agosto. Para quem estiver em Londres ou nas proximidades, é hora de anotar na agenda. O documentário foi dirigido por Sarah Appleton (The Found Footage Phenomenon) e produzido por Chris Alexander, e traz diversas entrevistas com nomes como Barbara Crampton (Castle Freak), John Carpenter (Halloween) e outros.

A sinopse do filme diz: “Um documentário que traça a ascensão do excêntrico e lendário produtor/diretor de B-movies Charles Band e sua companhia Full Moon Features. Estruturado como um estudo de personagem — através de sua obra e de depoimentos de pessoas ao seu redor — o filme considera como um empreendedor individual pode sobreviver com sucesso por mais de 50 anos fazendo filmes em Hollywood, nos seus próprios termos.”

O documentário começa com a formação de Charlie, criado pelo pai diretor de cinema Albert Band, e como crescer em sets de filmagem moldou o magnata do cinema que ele se tornaria. A obra aborda seu envolvimento com o surgimento do vídeo no início dos anos 1980 e acompanha como ele acompanhou tendências em tecnologia cinematográfica para manter a Full Moon Features ativa até hoje.

Band soma mais de 400 créditos como produtor e mais de 100 como diretor, desde clássicos como “Armadilha para Turistas” (Tourist Trap) até produções previstas para 2026, como Models vs. Werewolves. Ele criou diversas franquias, incluindo Subspecies e Puppet Master, entre outras. Os participantes do doc não poupam elogios, usando termos como “gênio” e “excêntrico” para descrevê-lo — uma figura que claramente merece um mergulho aprofundado em sua vida.

Sarah Appleton é diretora/produtora, conhecida pelo documentário original da Shudder The Found Footage Phenomenon (2022) e por J-Horror Virus (2023). Appleton realizou vários documentários de longa-metragem centrados no cinema e nas artes, e passou mais de uma década à frente da produtora Caprisar Productions Ltd, com base em Londres.

Full Moon Rising: The Charles Band Story estreia no London FrightFest em agosto.

Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.


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ELE VAI VOLTAR: Paramount quer Freddy Krueger de novo nos cinemas. Mas com que ator?

A Paramount garantiu os direitos para fazer um novo filme da franquia “A Hora do Pesadelo” com o espólio de Wes Craven. Com Robert Englund aposentado, fica a dúvida pra saber quem vai ser o novo intérprete de Freddy Krueger

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Freddy Krueger

Demorou 16 anos, mas o momento finalmente chegou. A Paramount assegurou os direitos para fazer um novo filme da franquia “A Hora do Pesadelo” junto ao espólio de Wes Craven. O retorno de Freddy Krueger às telonas é real — embora muitos detalhes ainda sejam obscuros, sabemos com certeza que o invasor de sonhos fará seu aguardado retorno e que será necessário um novo ator para vestir o suéter listrado e as lâminas.

Desde o clássico de 1984, Robert Englund interpretou Freddy até 2003, em Freddy vs. Jason. Jackie Earle Haley assumiu o personagem na refilmagem de 2010. Englund, já na casa dos 70 anos, deixou claro que a época dele como Freddy passou — portanto, um novo ator terá de assumir o manto.

Sejamos francos sobre Freddy Krueger: em algum ponto — mais cedo do que talvez admitamos — começamos a torcer pelo assassino de luva com lâminas. É louvável que cineastas queiram levá‑lo às suas raízes e torná‑lo novamente uma ameaça séria e assustadora, mas a “marca” de Freddy é que os fãs de horror gostavam dele.

Isso moldou sua evolução, consolidando‑o como um assassino espirituoso, eufórico e camp — divertidíssimo de assistir. Um reboot precisa entender ISSO, não se esforçar para reinventar a roda.

Os devotos de Elm Street querem um Freddy de que gostem, e isso começa pela escolha certa do elenco. De acordo com a turma do Fangoria: o favorito dos fãs é Kyle Gallner. Segundo os editores do site/revista, o ator tem o que é preciso para ser encantador, ameaçador e hilário; vê‑lo cortar seu caminho pelos sonhos de Springwood depois de ser falsamente acusado e queimado vivo (sim, é hora de retomar isso — é a única forma de fazer a origem de Krueger funcionar nos dias de hoje) fará os fãs de horror vibrarem como se fosse 1987 (Phil Nobile Jr.).

Com 35 anos, Jack O’Connell pode parecer jovem demais para interpretar um gentleman tão refinado quanto Freddy, mas não esqueçamos que, segundo o cânone, Mr. Krueger ainda estava na casa dos 20 quando se tornou o demônio dos sonhos que conhecemos — portanto há margem de manobra. Em vários papéis de horror, especialmente recentemente em Pecadores e Extermínio: O Templo dos Ossos, O’Connell mostrou habilidade para encarnar um tipo de vilão distorcido, que carrega um charme inegável em sua loucura.

Se o novo Nightmare on Elm Street optar por acentuar o aspecto camp, O’Connell também tem veia cômica (veja sua interpretação como o carismático Cook em Skins), enquanto sua atuação como um psicopata adolescente aterrorizante em Eden Lake comprova que ele pode entregar um sadismo sombrio, caso o remake siga esse tom.

Por hora, esperemos que o casting e o roteiro respeitem o legado de Freddy Krueger, nem que seja em sonho.

Informação publicada originalmente por www.fangoria.com.


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