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EVENTO: Mulheres Mágicas – Reinvenções da Bruxa no Cinema (2022)

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Reinvenções da Bruxa no Cinema

No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo apresenta a mostra “Mulheres Mágicas: Reinvenções da Bruxa no Cinema“. O evento acontece de 11 a 28 de março de forma híbrida, com sessões presenciais e debates e encontros online.

Com uma seleção de 25 filmes, entre clássicos e contemporâneos, longas e curtas, de ficção, documentário, experimental e performances de países como Islândia, Nigéria, Dinamarca, República Tcheca, Síria, Zâmbia, França, Itália, EUA e América Latina, a mostra traz um olhar de como a figura da “bruxa” foi construída ao longo da história do cinema.

A programação foi dividida em dois eixos temáticos. De um lado, os principais estereótipos que formam o arquétipo da bruxa no cinema ocidental como os contos de fadas, as releituras históricas da caça às bruxas medieval, as mulheres monstruosas do cinema de horror e a hiper-sensualidade, contendo obras clássicas de mestres do cinema como “Dias de Ira”  de Carl Theodor Dreyer, “O Reino das Fadas” de Georges Méliès, “Suspiria”, de Dario Argento, “Temporada das Bruxas” de George A. Romero, “O Mágico de Oz”, de Victor Fleming, e o lendário filme mudo sueco “Häxan – A feitiçaria através dos tempos“.

Já no segundo eixo, a mostra apresenta contrapontos de reinvenção dessa figura, com destaque para filmes de cineastas mulheres e para uma perspectiva “decolonial”, como releituras dos contos de fada tradicionais; de mulheres que se autodeclaram feiticeiras contemporâneas; e obras marcadas por sensibilidades negras afro-diaspóricas ou que trazem saberes de povos tradicionais e indígenas, com obras de importantes diretoras do cinema mundial como “Covil das Bruxas”, da ucraniana Maya Deren, “Amores Divididos”, da americana Kasi Lemmons, o islandês “A Árvore de Zimbro“, que tem como protagonista a cantora Bjork, “A Bruxa do Amor“, da americana Anna Biller, “A Dupla Jornada”, da brasileira Helena Solberg, “Eu não sou uma bruxa”, da diretora do Zâmbia Rungano Nyoni, entre outras.

Destaque para a masterclass virtual, no dia 09 de abril, com a pensadora e escritora italiana Silvia Federici, autora dos livros “Calibã e a Bruxa“, “O Ponto Zero da Revolução” e “Mulheres e Caça às Bruxas“. Radicada nos EUA desde 1967, onde foi cofundadora do International Feminist Collective, a escritora participou da Campanha por um salário para o trabalho doméstico.

A programação conta ainda com um ciclo de debates com convidados nacionais e internacionais. No dia 11/03, às 17h, o evento abre com debate presencial sobre o filme “Dias de Ira” (1943, de Carl Theodor Dreyer, 97′), com comentários dos(as) pesquisadores(as) Aaron Cutler e Mariana Shellard (Mutual Films). No dia 19/03 (sábado), às 16h30, será exibido “Amores Divididos” (1997, de Kasi Lemmons, 110′), com comentários da prof. Tatiana Carvalho Costa (Una/BH), também no formato presencial.

Já os debates online acontecem no canal do Youtube da mostra. A Conferência de Abertura – Reinvenções da Bruxa no Cinema [LIBRAS], acontece no dia 12/03 (sábado), às 16h, com a prof. Roberta Veiga e as coordenadoras da mostra Carla Italiano e Tatiana Mitre. No dia 15/03 (terça), às 19h30, acontece a Mesa – Caça às bruxas medieval: releituras históricas, com os(as) pesquisadores(as) Gabriela Müller Larocca (PR) e Leonardo Amaral (MG) e mediação de Glênis Cardoso (Verberenas). No dia 20/03 (domingo), às 16h, a Mesa – Reencantar o mundo: bruxa e perspectivas decoloniais, com a pesquisadora Letícia Bispo (Verberenas), a prof. Milene Migliano (UFRB) e a cineasta indígena Olinda Muniz Wanderley; no  dia 22/03 (terça), às 19h30, a Mesa – Mulheres monstruosas e cinema de horror [LIBRAS], com a prof. Laura Cánepa (Anhembi Morumbi) e a pesquisadora Yasmine Evaristo (MG) com mediação de Camila Macedo (PR) e no dia 26/03 (sábado), às 15h30, acontece a Conferência internacional [LIBRAS], uma conversa com Teresa Castro (prof. Paris 3 – Université Sorbonne Nouvelle)

 

Programação completa: bb.com.br/cultura

 

MULHERES MÁGICAS: REINVENÇÕES DA BRUXA NO CINEMA

LISTA DE FILMES 

1. O Reino das fadas (Le royaume des fées), George Méliès (1903, França, 16′) | Livre

2. Häxan – A feitiçaria através dos tempos, Benjamin Christensen (1922, Suécia, 105′) | 12 anos

3. O Mágico de Oz (The Wizard of Oz), Victor Fleming (1939, EUA, 101′) | Livre

4. Dias de Ira (Day of Wrath), Carl Th. Dreyer (1943, Dinamarca, 98′) | 12 anos

5. O Covil das Bruxas, Maya Deren (1943, EUA, 12′) | Livre

6. Sortilégio do Amor (Bell, Book and Candle), Richard Quine (1958, EUA, 106′) | 12 anos

7. A Máscara de Satã (Black Sunday), Mario Bava (1960, Itália, 87′) | 14 anos

8. O Martelo das Bruxas (Witches’ Hammer), Otakar Vávra (1969, República Tcheca, 102′) | 14 anos

9. Temporada das bruxas (Season of the Witch/Hungry Wives), George A. Romero (1972, EUA, 104′) | 14 anos

10. A dupla jornada, Helena Solberg (1975, Argentina/Bolivia/México/Venezuela, 53′) | Livre

11. Transformations, Barbara Hirschfeld (1976, EUA, 9′) | Livre

12. Suspiria, Dario Argento (1977, Itália, 98′) | 16 anos

13. A Árvore de Zimbro (The Juniper Tree), Nietzchka Keene (1990, Islândia/EUA, 78’) | 12 anos

14. Praise House, Julie Dash (1991, EUA, 28′) | Livre

15. Amores Divididos (Eve’s Bayou), Kasi Lemmons (1997, EUA, 110’) | 14 anos

16. Feiticeiras, minhas irmãs (Sorcières, mes soeurs), Camille Ducellier (2010, França, 31′) | 14 anos

17. Olá, Rain (Hello, Rain), C.J. Obasi (2014, Nigéria, 30′) | 12 anos

18. La Cabeza Mató a Todos, Beatriz Santiago Muñoz (2014, Porto Rico, 8′)  | Livre

19. A Bruxa do Amor (The love witch), Anna Biller (2016, EUA, 120’) | 14 anos

20. Borderhole, Nadia Granados e Amber Bemak (2017, EUA/Colômbia, 14′)  | 16 anos

21. Eu não sou uma bruxa (I am not a witch), Rungano Nyoni (2017, Zâmbia/Reino Unido, 93′)  | 12 anos

22. Boca de Loba, Bárbara Cabeças (2018, Brasil, 19′) | 14 anos

23. Quem tem medo de ideologia? – Parte 2 (Who is afraid of ideology?), Marwa Arsanios (2020, Líbano/Síria, 38′) | 12 anos

24. Amarração, Hariel Revignet (2020, Brasil, 7′)  | 14 anos

25. Kaapora – o chamado das matas, Olinda Muniz Wanderley (2020, Brasil, 21′)  | 12 anos

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

 

DEBATES PRESENCIAIS

CCBB SÃO PAULO

 

11 de março (sexta) – 17h

Abertura: Dias de Ira (1943, Carl Theodor Dreyer, 97′)

Com comentários dos(as) pesquisadores(as) Aaron Cutler e Mariana Shellard (Mutual Films)

 

19 de março (sábado) – 16h30

Exibição de Amores Divididos (1997, Kasi Lemmons, 110′)

Com comentários da prof. Tatiana Carvalho Costa (MG)

 

DEBATES ONLINE 

12 de março (sábado) – 16h

Conferência de abertura – Reinvenções da bruxa no cinema [LIBRAS]

Com a prof. Roberta Veiga e as coordenadoras da mostra Carla Italiano e Tatiana Mitre

 

15 de março (terça) – 19h30

Mesa – Caça às bruxas medieval: releituras históricas

Com os(as) pesquisadores(as) Gabriela Müller Larocca (PR) e Leonardo Amaral (MG)

Mediação: Glênis Cardoso (Verberenas)

 

19 de abril (terça) – 19h

Mesa – Esses corpos insubmissos

Com a realizadora Noá Bonoba (CE), a crítica Lorenna Rocha (PE) e a prof. Ramayana Lira (UNISUL)

 

20 de março (domingo) – 16h

Mesa – Reencantar o mundo: bruxa e perspectivas decoloniais

Com a pesquisadora Letícia Bispo (Verberenas), a cineasta Olinda Muniz Wanderley e a prof. Milene Migliano (UFRB)

 

22 de março (terça) – 19h30

Mesa – Mulheres monstruosas e cinema de horror [LIBRAS]

Com a prof. Laura Cánepa (Anhembi Morumbi) e a pesquisadora Yasmine Evaristo (MG). Mediação: Camila Macedo (UNESPAR)

 

26 de março (sábado) – 15h

Conferência internacional [LIBRAS]

Uma conversa com Teresa Castro (prof. Paris 3 – Université Sorbonne Nouvelle)

 

MASTERCLASS

9 de abril (sábado) – tarde

Masterclass internacional

Com a pensadora e escritora Silvia Federici (EUA – autora de Calibã e a bruxa)

Mediação: Carla Italiano [tradução simultânea / LIBRAS]

 

19 de abril (terça) – 19h

Mesa – Esses corpos insubmissos [LIBRAS]

Com a realizadora Noá Bonoba (CE), a crítica Lorenna Rocha (PE) e a prof. Ramayana Lira (UNISUL)

 

 

Mostra “Mulheres mágicas: reinvenções da bruxa no cinema” 

Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

Período: 11 a 28 de março

Ingressos: Pelo site bb.com.br/cultura e na bilheteria a preços populares (R$ 10 inteira / R$ 5 meia)

Classificação indicativa: De Livre a 16 anos, consultar programação.

Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico, Triângulo SP, São Paulo–SP

Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô

Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 19h, exceto às terças

Informações: (11) 4297-0600

Estacionamento conveniado: Rua da Consolação, 228.

Valor: R$ 14 pelo período de até 6 horas. É necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB.

Traslado gratuito até o CCBB. No trajeto de volta, a van tem parada na estação República do Metrô.

 

Mais informações: http://bb.com.br/cultura | twitter.com/ccbb_sp | facebook.com/ccbbsp | instagram.com/ccbbsp

ccbbsp@bb.com.br

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EVENTO: Mostra Mestras do Macabro – Segunda Edição (SP)

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A SEGUNDA EDIÇÃO DA MOSTRA ‘MESTRAS DO MACABRO’ TRAZ O HORROR FEITO POR MULHERES PARA AS TELAS DO CCBB SP

Mostra Mestras do Macabro

“Virtuosas”, de Cintia Domit Bittar

O CCBB São Paulo recebe, de forma gratuita, a segunda edição da Mostra Mestras do Macabro – As cineastas do horror ao redor do mundo entre os dias 18 de abril a 24 de maio, destacando o trabalho de mulheres de diversas partes do mundo na realização de filmes de horror.

Após o sucesso da primeira edição, que levou mais de 1.500 pessoas ao cinema do CCBB, a Mostra retorna para celebrar as mulheres neste gênero historicamente dominado por homens, mas que tem sido cada vez mais enriquecido pela perspectiva feminina. A curadoria é da pesquisadora e especialista Beatriz Saldanha, que reuniu filmes exemplares do horror contemporâneo, passando pelo cinema independente, mainstream e até o experimental, como é o caso da videomaker estadunidense Cecelia Condit que, ao lado da cineasta francesa Marina de Van e da atriz brasileira Gilda Nomacce, é uma das homenageadas desta edição. A produção da retrospectiva é da BLG Entretenimento.

A mostra também dará destaque a mulheres em funções como roteiro, montagem e fotografia, ampliando o olhar sobre a participação feminina no cinema, evidenciando sua atuação em áreas fundamentais da produção audiovisual.

“Love Kills”, de Luiza Shelling Tubaldini

Composta por 28 longas-metragens e 10 curtas brasileiros e internacionais que representam o melhor do horror das últimas décadas, o evento destaca o trabalho de mulheres que fizeram e seguem fazendo a história do gênero.

“É gratificante conceber uma retrospectiva dedicada a mulheres que, ainda que tenham contribuído de maneira essencial para o horror desde o início, muitas vezes seguem anônimas ou muito pouco conhecidas. Reivindico que o horror é um gênero profundamente feminino e sobre o qual as mulheres têm mais propriedade do que ninguém”, afirma a curadora.

Além das exibições e homenagens, a Mostra promove diversas atividades presenciais, incluindo o curso “A abjeção feminina como estratégia de libertação no cinema de horror”, ministrado pela curadora Beatriz Saldanha, a masterclass “Rainha do grito por excelência: técnicas de performance para filmes de horror”, com a icônica Gilda Nomacce, a mesa de debate “O corpo desfeito, o corpo refeito: horror e autodescoberta feminina” com a roteirista Carissa Vieira e a crítica Isabel Wittmann, além de duas pré-estreias de filmes nacionais com bate-papos e recursos de acessibilidade: “Love Kills”, da diretora Luiza Shelling Tubaldini e “Virtuosas”, de Cíntia Domit Bittar. Monica Demes, cineasta cearense radicada no Rio de Janeiro, estará presente na sessão de “O Despertar de Lilith”, filme que realizou nos Estados Unidos e onde a cantora Bárbara Eugênia faz o papel de uma vampira que seduz a protagonista.

“O Despertar de Lilith”, de Monica Demes

Ao realizar a mostra “Mestras do Macabro 2“, o Centro Cultural Banco do Brasil oferece ao público um espaço acolhedor para o público fã de horror e os que desejam desbravá-lo. Além de reconhecer e valorizar o talento das mulheres que se dedicam ao gênero, a mostra reforça a relevância de refletir sobre o horror e os desafios de ser mulher no mundo contemporâneo. Além de reconhecer e valorizar o talento dessas cineastas e produtoras, a mostra contribui para a transformação do gênero de horror, enriquecendo-o com novas perspectivas, conscientizando o público sobre a equidade de gênero no cinema e inspirando futuras gerações de mulheres a ingressarem na indústria cinematográfica.

A mostra é gratuita e ocorre em três unidades do CCBB: em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. No Rio, a mostra vai de 15 de abril a 18 de maio; em São Paulo, começa no dia 18 de abril até 24 de maio; em Brasília, a programação começa em 30 de junho e se estende até 02 de agosto.

PROGRAMAÇÃO CCBB São Paulo

Semana 1
Dia 18 de Abril – sábado
16h – Hollywood 90028 – 87 minutos – 18 anos

Dia 19 de Abril – domingo
15h30h – Possuída – 108 minutos – 18 anos

Dia 20 de Abril – segunda-feira
18h – Vampira Humanista Procura Suicida Voluntário – 91 minutos – 16 anos

Dia 21 de Abril – terça-feira
16h30 – Love Kills (Leg. Descritiva, Audiodescrição, LIBRAS) – 97 minutos – 16 anos
18h30 – Bate-papo com a diretora Luiza Shelling Tubaldini – 45 minutos

Semana 2
Dia 22 de Abril – quarta-feira
17h30 – Vida Celeste – 113 minutos – 16 anos

Dia 23 de Abril – quinta-feira
18h – Mary Mórbida – 103 minutos – 18 anos

Dia 24 de Abril – sexta-feira
18h – Garota Sombria Caminha Pela Noite – 101 minutos – 16 anos

Dia 25 de Abril – sábado
16h – Criaturas 3 (Leg. Descritiva) – 84 minutos – 14 anos

Dia 26 de Abril – domingo
16h – O Vingador Tóxico – 82 minutos – 18 anos

Dia 27 de Abril – segunda-feira
17h30 – A Maldição De Carrie – 105 minutos – 18 anos

Semana 3
Dia 29 de Abril – quarta-feira
17h30 – Atlântico – 106 minutos – 12 anos

Dia 30 de Abril – quinta-feira
18h – Sessão de curtas: o horror experimental de Cecelia Condit – 80 minutos – 16 anos
O Monstro Em Mim – 08 minutos
Debaixo Da Pele – 12 minutos
Talvez Em Michigan– 12 minutos
Subúrbios Do Éden – 16 minutos
Oh, Rapunzel! – 25 minutos
Eu Tinha Medo – 07 minutos

Dia 01 de Maio – sexta-feira
18h – Mente Paranoica – 82 minutos – 18 anos

Dia 02 de Maio – sábado
15h – Em Minha Pele – 95 minutos – 18 anos
16h45 – Debate com a Curadora Beatriz Saldanha e Críticas convidadas – 80 minutos

Dia 03 de Maio – domingo
16h – Censora – 84 minutos – 16 anos

Dia 04 de Maio – segunda-feira
18h – Evolução – 81 minutos – 18 anos

Semana 4
Dia 06 de Maio – quarta-feira
17h30 – A Flor Da Felicidade – 105 minutos – 12 anos

Dia 07 de Maio – quinta-feira
18h – Criaturas 3 (Leg. Descritiva) – 84 minutos – 14 anos

Dia 08 de Maio – sexta-feira
18h – O Lado Sombrio – 90 minutos – 16 anos

Dia 09 de Maio – sábado
14h – Masterclass com a atriz Gilda Nomacce – 120 minutos 16 anos
16h30 – Sessão De Curtas: Homenagem A Gilda Nomacce – 76 minutos – 16 anos
Nua Por Dentro Do Couro, De Lucas Sá – 22 minutos
O Segredo Da Família Urso, De Cíntia Domit Bittar – 21 minutos
Lilith, De Edem Ortegal – 20 minutos
5 Estrelas, De Fernando Sanches – 15 minutos

Dia 10 de Maio – domingo
16h – Cemitério Maldito II – 100 minutos – 16 anos

Dia 11 de Maio – segunda-feira
17h30 – Encontro Com O Passado – 110 minutos – 14 anos

Semana 5
Dia 13 de Maio – quarta-feira
18h – Sombrio – 112 minutos – 18 anos

Dia 14 de Maio – quinta-feira
18h – Vingança preventiva – 88 minutos – 18 anos

Dia 15 de Maio – sexta-feira
15h00 – Curso com Beatriz Saldanha – Aula 1 – 120 minutos – 16 anos
17h30 – Possessão – 124 minutos – 18 anos

Dia 16 de Maio – sábado
15h00 – Curso com Beatriz Saldanha – Aula 2 – 120 minutos – 16 anos
17h30 – Sessão de curtas: o horror experimental de Cecelia Condit – 80 minutos – 16 anos
O Monstro Em Mim – 08 minutos
Debaixo Da Pele – 12 minutos
Talvez Em Michigan– 12 minutos
Subúrbios Do Éden – 16 minutos
Oh, Rapunzel! – 25 minutos
Eu Tinha Medo – 07 minutos

Dia 17 de Maio – domingo
15h30h – A Mulher Dos Ossos – 97 minutos – 16 anos

Dia 18 de Maio – segunda-feira
18h – Pesadelo Final, A Morte De Freddy: A Hora Do Pesadelo 6 – 89 minutos – 16 anos

Semana 6
Dia 20 de Maio – quarta-feira
18h – O Lago Da Perdição – 93 minutos – 16 anos

Dia 21 de Maio – quinta-feira
18h – Vingança Preventiva – 88 minutos – 18 anos

Dia 22 de Maio – sexta-feira
17h30 – (Re)Nascer – 101 minutos – 16 anos

Dia 23 de Maio – sábado
15h00 – O Despertar De Lilith – 80 minutos – 16 anos
16h30 – Bate-papo com a diretora Monica Demes – 60 minutos – 16 anos

Dia 24 de Maio – domingo
15h – Virtuosas (Leg. Descritiva, Audiodescrição, LIBRAS) – 90 minutos – 16 anos

MOSTRA ‘MESTRAS DO MACABRO 2’
Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Período: 18 de abril a 24 de maio
Ingressos Gratuitos – Disponíveis em bb.com.br/cultura e bilheteria do CCBB
Classificação indicativa: Conforme a programação
Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico – SP
Funcionamento CCBB: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças

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Cinema São Luiz recebe mostra de filmes de terror nordestino

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Os fãs de cinema de horror têm um encontro marcado neste domingo (27), às 18h45, no Cinema São Luiz, no Recife. A mostra “Panoramas do Horror no Nordeste”, com curadoria de Queops Negronski, traz uma seleção especial de sete curtas-metragens que mergulham nas sombras e mitologias do imaginário nordestino.

A sessão gratuita apresenta narrativas que transitam entre o real e o fantástico, com criaturas misteriosas, lendas regionais, assombrações e maldições. Ao final da exibição, o público poderá participar de um debate sobre os filmes.

Confira os títulos exibidos:


A BOTIJA, O BEATO E A BESTA-FERA
Dir: Tulio Beat

Inspirado na literatura de cordel e nas histórias tradicionais do sertão, o filme acompanha um beato dividido entre a fé e a ganância ao seguir pistas sobre uma botija encantada.


CLAUDIO
Dir: Calebe Lopes

Um homem caminha pela cidade sem perceber que há algo — ou alguém — ao seu lado.


MÃE
Dir: Natália Tavares

Em um povoado isolado do Sertão, o desaparecimento de homens desperta a suspeita de um menino de 11 anos sobre sua própria mãe. Realidade e sobrenatural se confundem nessa trama marcada pelo abandono.


100 EM 1
Dir: André Pinto

Uma maldição se espalha como um vírus, acelerando a vida das pessoas a cada minuto.


MONSTRO DA VÁRZEA
Dir: André Pinto

Moradores do bairro da Várzea, no Recife, enfrentam o terror causado por uma criatura misteriosa que começa a ser captada por câmeras domésticas.


QUANDO CHEGAR A NOITE, PISE DEVAGAR
Dir: Gabriela Alcântara

Ao se mudar para um novo apartamento, Caia passa a ser atormentada por uma presença inexplicável e busca forças nos espíritos para enfrentar seus medos.


MACHO CARNE
Dir: George Pedrosa

Ele camufla os sentimentos através da pele e anseia que sua carne se rasgue algum dia. Uma ode poética ao fetichismo do corpo, suor e sangue, um fantasma ardente.

A entrada é gratuita e será feita por ordem de chegada, sem necessidade de retirada prévia de ingressos.


 
SERVIÇO
Mostra “Panoramas do Horror no Nordeste”
📅 Domingo, 27 de julho, às 18h45
📍 Cinema São Luiz — Rua da Aurora, 221, Recife
🎟 Entrada gratuita | Classificação indicativa: consultar no local

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ENTREVISTA: Frederico Toscano lança romance de horror no Recife (Jul/2024)

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Frederico Toscano

Nos últimos anos, o pernambucano Frederico Toscano talvez tenha sido o escritor de literatura fantástica mais workaholic da sua geração. Em 2019, ele lançou Carapaça Escura, sua estreia como autor. Dois anos depois, com O Rinoceronte na Parede, ele se consolidou. Esses dois livros de contos, pra lá de bem recebidos pela crítica, colocaram Frederico no radar. Neste sábado (6), o escritor dá mais um passo importante e lança, no Recife, seu primeiro romance: O Condomínio, editado pela Companhia Editora de Pernambuco.

Com narrativa dividida em capítulos que retratam cada apartamento e o próprio condomínio, o leitor passa a conhecer personagens que enfrentam a decadência do edifício, o tensionamento das relações sociais e as suas tragédias íntimas. O autor falou com a gente sobre a obra.

Toca o Terror – Suas primeiras publicações foram Carapaça Escura (2019) e O Rinoceronte na Parede (2021), que são livros de contos. Qual foi o momento em que você decidiu que era hora de escrever um romance?

Frederico Toscano – O mais comum é que o escritor de ficção comece pelos contos, porque é uma forma mais curta, então ele vai testando, que foi o que fiz. Eu quis saber se tinha fôlego para contar uma história mais longa, que tivesse que desenvolver mais, então o que eu fiz foi ‘trapacear’. Em O Condomínio, cada apartamento conta uma história. Essa estrutura me fez pensar no livro não tanto quanto um romance, mas como histórias interligadas. Então, ficou mais fácil. Escrever um capítulo era como escrever um conto sobre um apartamento, até chegar no final que eu havia planejado. É um romance, mas que tem características de livro de contos.

Toca o Terror – Mudou alguma coisa do Frederico do primeiro livro para o de agora? O que teve influência no seu trabalho nos últimos anos?

Frederico Toscano – O que mudou foi a vontade e a confiança de contar histórias mais longas. Ao mesmo tempo, não abandonei os contos, tenho vários escritos. Hoje eu tenho uma percepção mais precisa da história que rende conto e da que rende um romance. Ainda assim, esse cálculo não é perfeito. Por exemplo, esse ano eu concluí a escrita de um novo romance, Os Vermes (estou dando com exclusividade aqui), que começou como um conto e aí a coisa ‘saiu do controle’, fui criando mais situações e acabei com um romance curto.

Toca o Terror – Muitas dos seus contos se passam em ambientes rurais e outros são histórias de época. Em O Condomínio, você adentra um espaço completamente urbano e que se passa nos dias atuais. É mais fácil de escrever?

Frederico Toscano – É mais fácil escrever histórias de horror em ambientes rurais, com isolamento social e geográfico, e em épocas anteriores, pois a tecnologia vai diminuindo o horror. Você cria situações com mais facilidade. Antigamente não dava pra chamar um Uber para fugir. Escrever o horror nos tempos modernos é mais desafiador e eu queria passar por isso. Entre os meus contos, tenho bastante histórias contemporâneas e em ambientes urbanos. No caso de O Condomínio, esse prédio existe, eu morei lá, então não tinha como não se passar nos dias de hoje. A ideia de escrever veio do isolamento que eu percebia desses condôminos. Mesmo sendo um prédio pequeno, você não via muito contato entre as pessoas.

Toca o Terror – Então, O Condomínio foi inspirado em um prédio em que você morou. O que do seu cotidiano entra nas suas obras?

Frederico Toscano – A ideia do livro é que essas pessoas estão em uma panela de pressão, que vai piorando, até a explosão. Isso pra mim é uma espécie de resumo do que são as relações sociais da contemporaneidade. Ainda mais quando você pega pessoas que são obrigadas a morar juntas. Morar em um prédio é isso. Você está morando em uma comunidade verticalizada, que divide corredores, garagens, funcionários. E quando você coletiviza as coisas em uma sociedade individualista como a nossa, leva à tensão, discussões e brigas. É um microcosmo da democracia e isso, no livro, ganha contornos sobrenaturais. Quem participa de reuniões de condomínio sabe o quanto é assustador, pois você fala com pessoas que até odeia para chegar a decisões que sejam para o bem comum. Há notícias reais de reuniões de condomínio que terminaram até em morte.

Toca o Terror – Teve alguma ‘história de prédio’ que te influenciou? Pergunto porque isso é quase um ‘subgênero’ do cinema de terror, tipo O Bebê de Rosemary, A Sentinela dos Malditos, até o novo Evil Dead.

Frederico Toscano – Na verdade não. Eu acho que os escritores e diretores estão percebendo mais esse tema, a tensões nos ambientes urbanos. Eu não me baseei em nenhuma referência, foi minha vivência mesmo. O que eu acho é que estamos numa época de horror condominial, principalmente nessa urbanização não democrática que a gente vê nas capitais do Brasil. As pessoas estão cada vez mais espremidas, o poder público age em conluio com as empresas, que vão rifando a cidade, derrubando prédios e casas antigas para construir edifícios cada vez mais altos, com apartamentos cada vez menores, cada vez mais caros. E, junto com isso, aumenta a tensão que já existia. Então a tendência é que fique cada vez pior e a vida real reflita a ficção e vice-versa.

Serviço:
CEPE lança “O Condomínio”, romance de Frederico Toscano
Onde: Castigliani Cafés Especiais (Estr. do Encanamento, 323, Parnamirim, Recife)
Quando: 06 de julho, sábado
Horário: 16h

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