Críticas
CRÍTICA: Invocação do Mal 2 (2016)

[Por Jarmeson de Lima]
Existe muita coisa errada neste Invocação do Mal 2 (The Conjuring 2). Mas o pior de tudo é tratar o espectador como uma criança de cinco anos que precisa ver tudo bem mastigado com explicações, flashbacks e letreiros no final. É em suma um filme que não cumpre o que promete, ainda mais por vir cercado de um grande marketing e muitas expectativas, além das inevitáveis pegadinhas do SBT.
Na boa, galera, já passou da hora de um pessoal parar de endeusar James Wan como sendo o grande nome do horror atual. Ele é, no máximo, o Coldplay do Terror. Começou bem, pareceu que ia deslanchar, mas caiu em clichês e autorepetições com obras que dá ao público menos exigente aquilo que ele deseja.

E é bem esse o mal que este filme carrega. Se você já viu Sobrenatural (Insidious) 1, 2 ou 3, A Entidade (Sinister) 1 ou 2 ou mesmo o primeiro Invocação do Mal, vai perceber que há muitos lugares-comuns nesta continuação.
Exemplos não faltam… Sabe aquela cena em que um objeto se move e sai do lugar quando ninguém está olhando? Tem nele. Sabe aquele brinquedo ou objeto barulhento que se liga sozinho no meio da noite? Tá lá. Sabe aquela musiquinha infantil que toca numa cena com um tom sinistro? Advinha só se tem… Isso sem falar dos habituais jumpscares e dos vilões sobrenaturais que são retratados como idosos rejeitados ou sujeitos sem família que aparecem para acabar com o sossego de pais e filhos.

Das duas uma… ou as ideias geniais de James Wan acabaram e ele está claramente se repetindo, ou a gente superestimou a capacidade dele. Aliás, neste filme uma coisa fica mais clara. A capacidade de criar visualmente alguns seres estranhos é louvável. A imagem da “freira do mal” e do “homem torto” neste filme são realmente memoráveis. Ponto para a equipe de design e efeitos visuais dele. Mas só isso não conta, né…
Tudo bem que Invocação do Mal 2, assim como o primeiro filme, se baseia em um caso real vivenciado pelo casal Warren. Mas ainda assim não se justifica uma série de excessos, edições equivocadas e uma trilha sonora que, PELOAMORDEDEUS, ou é óbvia (O filme se passa em Londres nos anos 70… e qual a primeira música que toca pra contextualizar a gente? “London Calling” do The Clash) ou encaixa músicas boas em momentos inapropriados. Impossível não ficar constrangido ou rir na hora em que começa a tocar uma balada do Bee Gees em um momento crucial para a trama.

Em se tratando de uma história que envolve Casas Mal Assombradas e possessão, o filme deixa a desejar em muitos aspectos. Seria covardia comparar com outros filmes do gênero porque Invocação 2 perderia feio, mas para não dizer que é uma total perda de tempo, vale destacar o elenco principal e a atuação da jovem Madison Wolfe como Janet Hodgson, uma das vítimas do caso Enfield.
Mas sabe a real… você não perde muita coisa em ver este filme. A menos que seja fã de Coldplay/James Wan e queira completar a coleção, tudo o que ele apresenta já está nas obras citadas anteriormente. Arrisque sabendo que o medo passa longe e que a conclusão dele é frustrante.

Diretor: James Wan
Roteiro: Chad Hayes, Carey Hayes, James Wan e David Leslie Johnson
Elenco: Vera Farmiga, Patrick Wilson, Frances O’Connor e Madison Wolfe
País: EUA
Ano: 2016
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Críticas
CRÍTICA: Anaconda (2025)

A nostalgia é algo incrível. Lembro-me de assistir ao “Anaconda” original lá em 1997, no cinema e sozinho. Inclusive foi um dos primeiros filmes que vi sozinho. Para um menino de prédio como eu, e com uma mãe superprotetora, foi um avanço e tanto.
Lembro de ter adorado o filme e, quando saiu na locadora, aluguei tantas vezes que cheguei a decorar alguns diálogos. Anos depois, após várias sequências ruins (que vi todas!) foi anunciado esse reboot. Fui conferir com o pé atrás e olha… é ruim mesmo. Aliás, pior!

Na trama, acompanhamos um grupo de amigos adultos que têm em comum o amor pelo cinema de terror, principalmente pelo filme “Anaconda” original. Estagnados na vida, tanto financeira quanto emocionalmente, eles decidem refilmar de forma independente a obra querida, se lançando na Amazônia brasileira. Os problemas de produção são esquecidos quando a famosa cobrona se revela uma ameaça real.
Não me importei quando foi dito que seria uma sátira ao original, que, convenhamos, tirando toda a memória afetiva, é bem trash. A questão é que, mesmo tendo ideias interessantes, como os perrengues do cinema de guerrilha e o amor por isso, tudo é muito raso e esquecido rapidamente.

A parte cômica é extremamente datada, lembrando coisas do final dos anos 90 e início dos anos 2000. Os diálogos estão entre os piores que ouvi este ano, e olha que já assisti a cada bomba…
O terror foi totalmente descartado, e os ataques da cobra são muito sem graça. Ela mal aparece, e seus efeitos são dignos do início da geração do PS4. Para se ter uma ideia, a cobra original era bem mais realista. “Anaconda” está mais interessado em subtramas que não agregam nada e numa metalinguagem batida, que faria o Deadpool ter vergonha.

O elenco está tão perdido que dá até pena. Ninguém se destaca de fato, e até a participação de Selton Mello é tão over que é melhor esquecer. Finalizando: não vale a pena sair de casa para assistir a isso. Esperem sair em algum streaming.
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Críticas
CRÍTICA: A Empregada (2025)

Com a presença de Sydney Sweeney e Amanda Seyfried, “A Empregada” (The Housemaid), filme inspirado no livro homônimo de Freida McFadden, não se esforça muito para ser um thriller que apresenta nada menos do que uma temática abordada inúmeras vezes no cinema na relação de patrões e empregados. Justiça seja feita, a história guarda boas reviravoltas e apesar da duração de mais de duas horas, a narrativa flui bem.
A trama começa quando vemos Millie (Sweeney) indo a mais uma entrevista de emprego em que se apresenta como doméstica para uma família ricaça. À primeira impressão, a garota, que tem boa aparência, possui boas qualificações profissionais e poderia estar apta a este ou outro trabalho, mas como possui antecedentes criminais não revelados e mora praticamente num carro, ela mesma não está muito animada com a possibilidade de contratação.

A patroa Nina (Seyfried), também à primeira vista, parece ser gente boa com uma filha e um marido que é símbolo do CEO moderno sempre ocupado, mas com tempo suficiente para se dedicar à família e sua mansão. É neste núcleo familiar que Millie vai lidar no dia-a-dia após ser recrutada fazendo o que pode para deixar o casarão impecável, descansando à noite no quartinho claustrofóbico que fica no sótão.
E não bastou nem um dia de trabalho para que a nova doméstica começasse a suspeitar que esta casa não era nem de longe o emprego que valesse o salário. Instável e com cobranças abusivas de serviços a fazer, Nina passa de patroa boazinha para megera em poucos segundos, escancarando ainda a hipocrisia que certas madames possuem quando estão ao lado de suas amigas ricas.

As situações vão se complicando e até mesmo cenas com forte insinuação sexual aparecem para revelar uma química entre Millie e o chefe de família Andrew (Brandon Sklenar). “A Empregada” vai levando a tensão ao limite, até que no meio do filme, rola o primeiro grande plot-twist para entendermos o contexto da história através de uma diferente perspectiva. É quando descobrimos que os segredos do passado dos personagens são bem mais comprometedores do que vimos na tela.
Até esse momento poderia ser “só” um thriller comum para ser exibido no Supercine num sábado à noite, mas o longa esconde propositalmente várias nuances e vai se revelando em camadas para chegar ao fim com sequências de tortura e vingança como forma de catarse. No fim das contas, mesmo que não escancare o fato desde o começo, o filme de Paul Feig também se mostra uma obra feminista e com apelo de sororidade.

“A Empregada” expõe não só relações de poder trabalhista, mas também de classe e de gênero. Aquilo que vemos é uma representação não apenas de uma obra de ficção, mas que nos transporta para um microuniverso de dominação econômica situado praticamente só em uma casa, mas a regra é igual em todo canto: manda quem pode e obedece quem precisa do salário.
Título original: The Housemaid
Direção: Paul Feig
Roteiro: Rebecca Sonnenshine e Freida McFadden
Elenco: Sydney Sweeney, Amanda Seyfried e Brandon Sklenar
Ano de lançamento: 2025
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Críticas
CRÍTICA: Pecadores (2025)

“Se você continua a dançar com o diabo, um dia ele vai te seguir até sua casa.”
Estas são as palavras do pastor Jedidiah para o filho que volta para casa, como na parábola do filho pródigo. Cansado, machucado e arrependido, ele é a testemunha dos acontecimentos que conheceremos ao longo da história de Pecadores (Sinners).
Mississippi, 1932. Os irmãos Elias e Elijah, mais conhecidos como Fuligem e Fumaça (interpretados por Michael B. Jordan), retornam à sua cidade natal após uma temporada em Chicago, com o objetivo de abrir um juke joint (um tipo de inferninho com comida farta, bebida, jogatina e muita música) e recomeçar suas vidas. Para a inauguração do estabelecimento, os gêmeos começam a reunir sua “trupe”.
É assim que conhecemos ‘Pastorzinho’ Sammie (o cantor Miles Caton, em sua estreia), o jovem do começo do filme, primo dos gêmeos, que, apesar da pouca idade, se mostra um talentoso bluesman. O pianista Delta Slim (Delroy Lindo, fazendo jus ao sobrenome como sempre), os Chow (Yao e Helena Hu), Cornbread (Omar Miller) e Annie (Wunmi Mosaku), ex-esposa de Fumaça e sacerdotisa hoodoo, que será responsável pela cozinha do lugar (e também por explicar aos demais os acontecimentos sobrenaturais que virão). Com a chegada inesperada de Mary (Hailee Steinfeld), ex-namorada de Fuligem, o núcleo está completo.

Ryan Coogler, que dirigiu anteriormente filmes como Creed: Nascido para Lutar e os Pantera Negra, não tem pressa em chegar às vias de fato: dedica a primeira hora de Pecadores a um drama com tons ensolarados e ritmo refinado.
O foco está na construção cuidadosa de um mundo marcado pela persistente sombra da escravidão e pelas desigualdades de um Sul dos Estados Unidos em que pessoas que acordam antes do amanhecer para colher algodão recebem o pagamento em moedas de madeira ou títulos de plantação, em vez de dinheiro; presidiários acorrentados trabalham nas estradas; e a Ku Klux Klan que pode, a qualquer momento, bater à sua porta.

Nessa realidade, o blues oferece uma fuga e uma cura. A música, que permeia todo o filme, é refúgio e ponte entre o passado e o futuro. Isso é demonstrado de forma magistral em um dos momentos mais belos — e ao mesmo tempo estranhos — do filme, durante a inauguração do empreendimento dos gêmeos. Mas tanta energia positiva, gerada por aqueles que são musical ou metafisicamente talentosos, acaba atraindo seu oposto. E é aí que entra o charmoso e ameaçador Remmick.
Remmick (Jack O’Connell) bate à porta de Bert (Peter Dreimanis) e sua esposa Joan (Lola Kirke) — que logo descobrimos serem membros da KKK —, pedindo ajuda e alegando estar sendo perseguido por “terríveis indígenas”. No entanto, tudo não passa de um disfarce para conseguir ser convidado a entrar na casa deles. O convite selará seus destinos (e também mudará o ritmo da história dali em diante).

Apesar de ser o primeiro trabalho totalmente autoral de Coogler, Pecadores também confirma parcerias de longa data. O compositor Ludwig Göransson e Michael B. Jordan estão presentes em todos os filmes do diretor. O mesmo vale para a montagem de Michael P. Shawver. A direção de fotografia é de Autumn Durald Arkapaw, que também trabalhou em Pantera Negra: Wakanda para Sempre. Enfim, trata-se de um filme em que o entrosamento da equipe é notável e que Ryan conduz como um blues de Buddy Guy (que faz uma pontinha na cena entre-créditos): de vez em quando tem umas notinhas fora, mas ainda assim é uma obra-prima.

P.S.: Tem uma cena pós-créditos que quem gostou do filme, como eu, vai curtir.
P.S.2: Não vou postar teaser nem trailer pois eles têm muita revelação desnecessária. Aliás, façam como eu e não leiam mais nada além dessa resenha, nem assistam os trailers de Pecadores. Apenas vão pro cinema e assistam (no IMAX, se possível).

Título original: Sinners
Diretor: Ryan Coogler
Roteiro: Ryan Coogler
Elenco: Michael B. Jordan, Miles Caton, Delroy Lindo
Origem: EUA
Ano de produção: 2024
* Filme visto em pré-estreia promovida pela Espaço Z no IMAX do UCI Recife
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Lucas
9 de junho de 2016 at 21:13
vi uma pontinha pequenina de alguém que viu o filme, não entendeu e ficou criticando… somente uma pontinha, não é nd pessoal, só é falta de atenção pra postar uma resenha…
Blog Toca o Terror
9 de junho de 2016 at 22:00
O filme é fácil de entender. Não tem plot-twist nem narrativa não-linear.
Lucas
9 de junho de 2016 at 22:05
Não é o que parece aí em cima
Blog Toca o Terror
9 de junho de 2016 at 22:24
Pode reler. Não tem mistério algum.
João Paulo
11 de junho de 2016 at 22:14
Penso o mesmo Lucas, assisti hoje o filme e muitas coisas que colocaram aí no post não procedem. A parte em que dizem por exemplo que usam a figura de um idoso como vilão, o idoso nada mais é que uma forma que o demônio real usou para ganhar tempo e tirar o foco de si. Tem um parte que diz “o brinquedo que liga sozinho”, primeiramente ele ligou porque o garoto chutou ele e depois que jogou para dentro da cabana aí sim o espírito começou a atazanar. Conheço muitas pessoas que assistiram e inclusive vendo as reações de quem saiu do cinema, todos gostaram, muito bem feito. Também me parece o post de quem não entendeu, ficou perdido com medo e agora está criticando…
somaisumaleatorio
9 de junho de 2016 at 22:59
Também achei que o filme teve referencias em alguns momentos da trilogia Supernatural (exemplo).
Mas ao mesmo tempo discordo que o filme deixou a desejar como a sua resenha diz, na minha opinião ele se ponderou em cenas que foram exploradas no momento adequado e na hora certa. Comparando Invocação do mal com outros filmes desse gênero nesse ano, sem duvidas Invocação do Mal se saiu muito bem.
Mas essa é apenas minha opinião.
Hugo Moreira
17 de junho de 2016 at 10:53
Eu estou pensando hoje, apos ver o filme invocação do mal 2, a franquia supernatural tem ligação forte com invocação. Acredito que a médium Lorraine de invocação do mal pode ser a mãe do Josh de supernatural.
Wellington
10 de junho de 2016 at 13:54
Gosto muito de filmes e devido ao pouco tempo para assistí-los tenho que escolher a dedo qual assistir.
Nesse sentido levo muito em consideração as avaliações realizadas por sites especializados, como este.
Mas fiquei desapontado com a avaliação realizada por vocês do filme Invocação do Mal 2, visto que em outras 7 avaliações de pessoas ou sites também especializados, o resultado foi totalmente positivo.
Acredito que antes de publicar suas críticas, devessem consultar mais de um integrante do site, para que não se torne uma crítica muito pessoal e não faça justiça com o filme!!! Abs
Christian
10 de junho de 2016 at 22:51
Que critica mais injusta, quero que você fale um filme de terror bom nesse momento que concorra com Invocação do mal 1 e 2 ? Eu amei o filme enredo muito bom, fora a atuação do Patrick e da Vera filme excelente.
Obs: já assisti tudo que é filme de terror.
Blog Toca o Terror
11 de junho de 2016 at 00:28
E que tal “A Bruxa”?
Junior
11 de junho de 2016 at 08:28
A Bruxa é uma porcaria desculpa falar!!!
Jhony
11 de junho de 2016 at 23:16
melhor resposta rs… ”A Bruxa”, acaba com qualquer argumento, vamos apenas desconsiderar a ”relevante” opinião do amigo: ”A Bruxa é uma porcaria desculpa falar!!!”
Fredson
11 de junho de 2016 at 10:18
Gostaria de saber desse pessoal do blog qual o filme de terror 5 “caveiras” pra vcs?
Pq eu acho que quem comenta esses filmes ou não entendem nada do gênero e falam babaquisses ou realmente não gostam de filmes de terror! Todo terror/supense sobrenatural tem alguns elementos comuns que não podem deixar de existir e se fala aqui como clichês ou falhas….paciência, mas é isso, gostaria de fazer minha crítica em relação ao filme que vcs acham Otimos de terror, vou fazer isso, digam aí que vou parar tudo pra ver este filme e dar meu parecer!
Agora espero que seja “A grande obra de terror” e não me venha com O Exorcista nem Psicose, clichê demais e vcs não gostam de clichês né?
Carlos Costa
11 de junho de 2016 at 12:03
Claramente essa pessoa não entende nada sobre o gênero. Já está bem claro que o James Wan sabe criar uma ótima atmosfera e é um dos poucos, se não o único, que sabe usar os clichês e os jumpscare (que por sinal foram apenas uns 6 durante o filme).
João Paulo
11 de junho de 2016 at 22:23
http://cinepop.com.br/critica-2-invocacao-do-mal-2-120822
Uma das melhores críticas que li sobre o filme, elucida bem todos os pontos e principalmente, tem cara de que a pessoa que a fez não apenas assistiu, mas entendeu perfeitamente o filme. Vale a leitura.
Com relação a essa critica, não sei se foi o estagiário medroso que fez ou a pessoa simplesmente não viu direito, levou vários sustos e ficou de cara. Por favor ne pessoal, vamos ser mais justos com as obras antes de falar asneiras.
Laura
12 de junho de 2016 at 02:28
“A Bruxa” é o clássico filme ruim que a galerinha metida a cult diz que é bom para pagar de “entendidão”. Credo, tem que ter o cérebro muito oco para achar que foi filmão.
Em tempo, “Invocação do Mal 2” foi fraco pra burro. Esperava bem mais.
Henrique Husken
1 de julho de 2016 at 11:22
Sua definição sobre o filme “A Bruxa” é a mesma que eu tenho. É uma historia cheia de buracos e coisas mal contadas, e isso é bem diferente de deixar coisas sub-entendidas
Fernando
12 de junho de 2016 at 09:49
Não concordo com sua resenha, assisti ao film ontem e eu fiquei de boca aberta, eu não esperava que esse fosse tão bom, fica quase igual com o primeiro, os atores em uma atuação perfeita, destaque pra atriz que interpreta a Janet, a Vera e o Patrick deram um show novamente, a trilha do filme, o figurino , a produçao de arte , tudo no filme está perfeito. Sim , o filme nao trouxe nada de novo, porém, o Wan sabe fazer com que o clichês de terror nos deem medo, ele sabe preparar o terreno pra plantar o susto. Amei os novos personagens do medo, aquela freira toca o terror, o filme tb fez referências a clássicos do terror, eu gostei mt, valeu a pena o dinheiro pago pelo ingresso.
Paula
13 de junho de 2016 at 13:42
Essa resenha não traduz a minha opinião de ‘super espectadora’ de filmes de terror. Assisto filmes de terror há anos e confesso que invocação do mal (leia-se: tanto o 1 quanto o 2) está na minha lista de favoritos. Mesmo depois de tanto sucesso de Invocação do mal 1, o 2 não deixou a desejar. Confesso, apenas, que a figura do homem torto me pareceu um tanto quanto infantil (tipo medo que criança tem de palhaço por exemplo), então achei desnecessário. Quanto a todo o resto, nota 1000.
Henrique Husken
1 de julho de 2016 at 11:25
Essa cena do homem torto eu achei desnecessária e desconexa com o resto do filme
renato henrique silva santos
13 de junho de 2016 at 14:39
cara vê se cresce se tu tais com inveja do cara ent pq tu n faz um filme melhor .
Thallys
13 de junho de 2016 at 16:46
Tb curti muito o filme. Fiquei com medo no cinema. Achei que a escala poderia ser pelo menos 3 estrelas
Radane
14 de junho de 2016 at 11:23
Filme maravilhoso! Não tenho o que dizer, sou fã de filmes de terror desde pequeno e esse arrisco dizer que foi o melhor que já assisti, obviamente algumas coisas clichês em torno do filme acontecem, porém muitas surpresas que aconteciam em cenas de tensão me agradaram muito. Em questão da sua crítica, tente averiguar o que nos proporciona emoção, que é o que buscamos em todos os filmes que assistimos sem importar o gênero.
powerliftercurioso
18 de junho de 2016 at 10:06
Nunca vi uma crítica tão arrogante e babaca…
Dyêgo
19 de junho de 2016 at 12:44
Olá, vocês sabem o nome da atriz que fez a freira Balak?
Vitor Souza
20 de junho de 2016 at 20:56
ela se chama Bonnie Aarons
Nosreda Uerba
21 de junho de 2016 at 03:41
Isso nao poderia ser pulblicado pois se todos os q ja assistiram esse filme fizesse uma resenha sobre esse filme teria varias opinioes de todos os q ja assistiram
djdilon
22 de junho de 2016 at 02:19
A grande utilidade de ver esses “críticos” de filme de terror é muita…simples…se eles falam bem o filme é uma merda…se eles falam mal pode ir que não vai dormir no cinema…aposto que esse cara adorou o filme “a bruxa” e “a vila” Gostou do invocação do mal 1? então vai assistir no cinema…não liga para esses caras que se fingem de entendidos
labas
24 de junho de 2016 at 17:58
Uma critica de um cara, que diz que o filme ” A bruxa ” é melhor que invocação do mal 2, realmente, não deve ser levada a sério. É totalmente ignorável. Invocação do mal 1 ou 2, é sem dúvida o melhor filme de terror dos ultimos anos. supernatural, exorcista, exorcismo de emily rose, qualquer filme do gênero de entidades sobrenaturais, nenhum é melhor que invocação do mal. pode fazer uma enquete no seu site, se você for homem.
Blog Toca o Terror
27 de junho de 2016 at 19:54
Olha, quer ver um filme em que James Wan se inspirou e copiou tudo o que podia no estilo?
The Changeling (1980) – https://www.youtube.com/watch?v=FYw-uSGGIFM
Thici Diniz
11 de julho de 2016 at 14:11
Primeira vez que entro nesse site e só de ler essa crítica pobre, com extrema falta de nexo e sem entendimento no gênero, vejo que é a primeira e última vez que entro aqui. Criticar um dos maiores nomes do gênero de horror e terror atual que é o James Wan sem o menor embasamento (só porque pegou uma antipatia fresca do cara), é o cúmulo. E sim, Invocação do Mal 2 é um dos melhores dos últimos anos e conseguiu se igualar à grandiosidade do 1º filme. Sinceramente, vão aprender mais sobre o gênero antes de ficarem fazendo essas “resenhas” artificiais e pobres…ridículo!
Blog Toca o Terror
11 de julho de 2016 at 17:23
Desculpe e volte sempre
Henrique Husken
1 de julho de 2016 at 11:29
Aí eu discordo, amigo. Invocação do Mal é um dos melhores dos últimos anos, sim! Junto com The Babadook e A Corrente do Mal. Porém repense ao compará-lo com um dos pioneiros(e um dos melhores) do gênero. Invocação do Mal entrará para a história, sim, mas não será tão bem lembrado quanto O Exorcista é.
High
18 de setembro de 2016 at 11:07
galera calma aí…. cada um tem seu ponto de vista,se n gostaram do modo como ele relatou a obra do fantastico autor,fação as suas resenhas e publiquem ao invés de ficarem crucificando ele por ter feito sua parte como critico em si…isso n é nem um pouco relevante da parte de vcs, indiquem filmes e séries e deem seus pontos de vista,mais de uma forma amigável,
gostei bastante do filme,assisti duas vezes,ja vi melhores, mais isso vai de cada pessoa…
e caso vcs n gostaram do meu post aqui…desde ja digo a vcs…suas opiniões exacerbadas e agressivas fiquem pra vcs…. tal agressividade n ajudara em nada.
Bruno Duarte
24 de outubro de 2016 at 08:53
Também achei a crítica exagerada.
É certo que cada um tem sua opinião, mas realmente, antes de qualquer post vir à tona, deveria passar por uma “banca examinadora”, pois se corre o risco de termos uma ideia totalmente particular, como a que foi proposta.
O filme é bom, não tanto como o primeiro, mas já é de se esperar. Acho que a citação ao “homem torto” trouxe certa infantilidade, talvez esse o maior pecado.
Do demais, um bom filme, bons sustos, bons atores e fotografia interessante.
carmoj
17 de novembro de 2016 at 15:56
Criticas como esta apenas fazem o site perder a moral, sinceramente.
Thomas Roodson
29 de dezembro de 2016 at 13:54
Assistir o Filme ontem eu achei muito bom, vários sustos kkkkk mais gostei bastante!!
David Mitler
27 de junho de 2017 at 16:40
Discordo em parte da crítica, pois achei muito bom o filme, apesar de alguns clichês que de fato há na “película”. Bem, quem não viu e gosta de terror, VEJA, vai gostar!