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MATÉRIA: Altnewspaper – 20/03/2013
Um papo sobre o universo do horror com o Toca o Terror
por Diego Albuquerque
A internet revolucionou o mundo, isso é uma das maiores verdades. Algumas coisas foram extintas, outras se adaptaram, perderam espaço, sem contar que democratizou realmente a informação e o espaço para uso. Hoje em dia qualquer pessoa pode ter um blog ou qualquer ferramenta social e falar o que quiser. O mesmo se aplica quando se pensa em rádio, se no veículo tradicional nem todo mundo pode abrir a boca, na web além das rádios online ainda foram criados os tais podcasts disponíveis para tal fato. Unidos por essa vontade de expor suas opiniões e um gosto em comum, cinco (ou seis) amigos do Recife se reuniram e criaram o Toca o Terror. A ideia é simples, comentar as produções cinematográficas dedicadas ao terror, dando dicas, citando curiosidades, e falando mal ou falando bem de quem merecer.
Um dos integrantes é Jarmeson de Lima, produtor cultural do Recife, um dos responsáveis pelo festival Coquetel Molotov e velho conhecido aqui da casa. Junto com eles estão Queops Negronski, Geraldo de Fraga, Júlio Carvalho, Jota Bosco e um fantasma, Diogo Monteiro, que apareceu apenas uma vez. A brincadeira começou em novembro do ano passado, e hoje já tem mais de 15 episódios gravados normalmente aos sábados e disponibilizados na internet através do Soundcloud (siga-os). Todos com temáticas diferentes., os caras já falaram de zumbis, aliens, terror oriental, series, Jason, melhores do ano, entre outros assuntos.

Segundo Jarmeson, mesmo com pessoas de idade e perfis diferentes tocando o terror, uma coisa em comum é o apreço pela obra do diretor John Carpenter (que já ganhou dois programas apenas para ele) e a antipatia pelo escritor Stephen King, que a equipe considera superestimado. Uma característica legal do programa é o bom humor dos integrantes, além do desprendimento e acidez ao comentarem filmes e cenas das mais ridículas do terror atual e clássico. Segue alguns comentários dos integrantes sobre nomes do terror mundial.
“Wes Craven foi um dos primeiros nomes do terror que ficou na minha cabeça. Primeiro por A Hora do Pesadelo, que passava incessantemente nas noites do SBT e me apresentou um dos grandes ícones do cinema: mister Freddy Krueger. Segundo por Pânico, que brincou com os clichês das franquias de terror de uma forma brilhante. Tudo bem que o filme desencadeou uma leva de filmes ruins de psicopatas, mas isso não foi culpa dele. Wes Craven também é responsável pelo doentio Quadrilha de Sádicos, outro clássico do gênero, além do trashão A Maldição de Samantha. Claro que ele teve alguns desvios de conduta como Amaldiçoados e Um Vampiro no Brooklyn, mas nada que o vá tirar do panteão dos mestres do terror.” (Geraldo de Fraga)
“Um dos meus diretores favoritos é, sem dúvida, George A. Romero. O cara que não necessariamente inventou os filmes de zumbi, mas popularizou o gênero. O cara que pegou os malassombrados zumbis do voodoo e os tornou o vizinho que mora ao lado. E para não resumir a filmografia dele simplesmente aos comedores de carne, temos: vampiros (Martin), bruxas (Season of the Witch), motoqueiros (Knightriders), animais (Monkey Shines) e até adaptação de Alan Poe (Two Evil Eyes)! Ou seja, o cara tem horror nas veias.” (Bosco)
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Fonte: Altnewspaper
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Saindo um pouco do convencional com uma lista de cinco filmes recentes de terror que se passam em dias como este

“Festa Assassina” (Murder Party)
Em uma clássica comédia de terror, onde a pessoa errada vai pro lugar errado na hora errada, encontramos Chris, um típico sujeito qualquer que se depara com um convite de uma festa de Halloween na rua e resolve encarar a diversão. Chegando lá no local, descobre da pior maneira que a festa é apenas para os caras que querem se divertir com sua presença em um tipo de performance doentia. Rápido e divertido, o filme dosa bem a violência e o humor em um roteiro inusitado.
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LISTA: Filmes subestimados de lobisomem que você precisa assistir
O lobisomem é tão sinônimo de horror quanto o vampiro, mas ainda assim, o lobisomem recebe menos amor e atenção do que seu primo sanguinário

O lobisomem está em alta este ano. Rick Baker foi homenageado no Overlook Film Festival de 2026, e Werwulf, de Robert Eggers, tem lançamento previsto para dezembro (e o primeiro trailer dele acabou de sair). De fato, o lobisomem é tão sinônimo de horror quanto o vampiro, sendo neste caso mais sedutor, mas ambos frequentemente revisitados.
Ainda assim, o lobisomem recebe menos amor e atenção do que seu primo sanguinário. Por isso, um bom filme de lobisomem pode ser difícil de encontrar.
Embora o legado do licantropo não pareça tão prolífico quanto o de outras criaturas, sempre há pérolas escondidas a serem descobertas, redescobertas e apreciadas.
Esta modesta lista de filmes subestimados de lobisomem é dedicada aos fãs de terror sedentos pela lua cheia e por uma boa experiência cinematográfica.
Existem poucos filmes de lobisomem com tanto investimento emocional quanto AS BOAS MANEIRAS. Escrito e dirigido por Juliana Rojas e Marco Dutra, este filme brasileiro acompanha a vida de uma empregada doméstica, sua patroa grávida e a criança amaldiçoada. Quando Clara (Isabel Zuaá) é contratada pela solitária Ana (Marjorie Estiano) como futura babá, as duas se envolvem em um romance improvável, interrompido tragicamente pelo parto sangrento do bebê de Ana.
As Boas Maneiras é belo, emocionalmente devastador e verdadeiramente chocante. Em um momento, as protagonistas compartilham uma troca surpreendentemente sensual à luz fraca da geladeira (lembrando estranhamente certa cena de Jennifer’s Body), e no instante seguinte alguém está ensopado em sangue. Esta montanha-russa emocional hipnotizante fala, acima de tudo, sobre amor — mas o público também se lembrará da sede insaciável por sangue do filme.

O segundo filme do diretor Josh Ruben, UM LOBO ENTRE NÓS (Werewolves Within), estabelece um novo patamar para a comédia de terror com lobisomens.
Co-escrito por Mishna Wolff e baseado no videogame homônimo, o filme pega a premissa estilo Mafia do jogo e a transporta para um cenário mais moderno. Finn (Sam Richardson) é o novo guarda florestal na pequena cidade de Beaverfield, em Vermont. Logo após sua chegada, corpos começam a aparecer e — em meio às tensões políticas locais — todos viram suspeitos.
Isolado e cercado pela neve, esse mistério à la E Não Sobrou Nenhum tem o ritmo e o senso de humor rápidos que lembram filmes de Edgar Wright.
E conheça outros filmes de lobisomem aqui..
* WER
* HOWL
* LOBISOMEM
* A COMPANHIA DOS LOBOS
* A NOITE DO LOBO
Esta matéria foi publicada originalmente por www.fangoria.com.
Crédito: conteúdo adaptado a partir de publicação original de www.fangoria.com.
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Neste dia 08 de março, dia de celebração e luta pela igualdade dos direitos da mulher, pedimos a algumas mulheres fãs do horror para indicar alguns filmes. Mas não são filmes quaisquer e sim filmes do gênero que foram dirigidos por outras mulheres. (mais…)
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